Literatura Poesia A hora e a vez Augusto Matraga

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Literatura Poesia A hora e a vez Augusto Matraga

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A hora e a vez Augusto Matraga

A hora e a Vez de Augusto Matraga
Guimarães Rosa, autor brasileiro
Retratou todo o povo mineiro
Médico e autor de muita observação
Gravou os causos e provérbios do sertão.

Em 1946, Sagarana escreveu
Nesta coletânea, Nhô Augusto Nasceu
A Hora e a Vez de Augusto Matraga
É o nono conto dessa obra musicada.

Em Murici, a história se inicia
Augusto, como bandoleiro vivia
Não respeitava ninguém , sem fortuna, se deu
Seus capangas , sua mulher e a filha, perdeu.

Depois de muita briga, confusão e deslealdade
Seus ex capangas o marcaram com ferro, sem piedade
Foi jogado num barranco gigante
Não morreu, ficou num caso agonizante.

Em Tombador, um casal de negros, dele cuidou
Neste lugar, Nhô Augusto se penitenciou
Trabalhou, queria para o céu, sua fé o sustentaria
Nem que fosse a porrete, lá ele entraria.

Quando sentiu que já tinha se regenerado
Chegou em Rala-Coco e viu o povo assustado
Joãozinho Bem Bem, o bandoleiro da cidade
Mataria um velho com muita crueldade.

Augusto Matraga evitou a tragédia
Comprou a briga, foi uma triste comédia
Joãozinho e Augusto morreram nesta confusão
Mas antes, Augusto perdoou a filha e a mulher pela traição.

Literatura Poesia A hora e a vez Augusto Matraga

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