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Literatura Poesia Noite na Taverna Álvares de Azevedo Vestibular1

Literatura Poesia Noite na Taverna Álvares de Azevedo

 

Literatura Poesia Noite na Taverna Álvares de Azevedo

 

Noite na Taverna Álvares de Azevedo

Noite na Taverna

Inserido no Romantismo, na Segunda Geração
Como poeta da morte, poeta da solidão
Álvares de Azevedo ficou
Escreveu Noite na Taverna, obra que marcou.

Contos macabros, fantásticos, cheio de mortes
Todas estórias, no mal encontram suportes
Contadas por amigos, os fatos vão aparecendo
Das cenas de sexo, adultério, incesto, não vão esquecendo.

Os vícios humanos são exaltados
Todos fatos, na escuridão são marcados
Jovens libertinos que bebem numa taverna
Embalando um estória de amor erotizado eterna.

O mal-do-século, em toda parte está exposto
Na primeira parte: Uma noite do século, já encontra posto
Dialogam sobre loucuras noturnas e libertinagem
Já a Segunda: Solfieri, faz duma morta sua miragem

Bertran, na Terceira, envolve com uma mulher na Espanha
Que mata filho e marido e não se acanha
Foge, vestida de homem e logo dele se separa
Com desilusão, bêbado, à casa do fidalgo se depara
Rouba filha, a vende num jogo
Encontra outra e vive o maior fogo
Mulher do comandante que encontrara no mar
Veio então de amante se ocupar.

Preso no oceano, depois de muita luta
Bertran, Comandante e esposa estão numa labuta
Precisam comer, o comandante é escolhido
Para ser alimento daqueles corpos ali sofrido.

Gennaro, na Quarta estória, conta sua parte
Mora na casa de um pintor, mestre de arte
Engravida Laura, sua filha que veio a morrer
Concretiza seu amor por Nauza, que a ele fazia tremer
O velho, ao descobrir, lava sua honra e o joga num penhasco, mas deu sorte
Este não morre, é salvo. O velho e Nauza encontraram fim na morte.

Claudius Hermann, jogador inveterado
Dopa uma duquesa, só para tê-la ao seu lado
Rouba esta de seu castelo, fugindo de carruagem
Segue para um quarto, para uma estalagem
Depois dela acordar, ele declara seu amor por ela
Dá duas horas para decidir, esta donzela
A duquesa não resiste aos versos deste e diz que vai ficar
Mas no final morre junto ao marido que retorna para se vingar.

A parte de Johann evidencia uma estória tenebrosa
Numa aposta perde para Arthur e faz uma coisa escabrosa
Ocupando o seu lugar, vai à uma casa e transa com uma adolescente
Ao sair é abordado por um moço e o mata, descobre que é inconsequente
Mata seu irmão, um fratricídio cometera num atrito
Descobre também que praticou incesto, este foi seu maior delito.

Na parte final:Último Beijo de Amor
Giorgia entra na taverna e mata Johann sem terror
Beija Arnold que na verdade era Arthur, já com vertigem
Diz que Giorgia a prostituta vingou Giorgia a Virgem
A moça, com tanta tristeza, não aguentou, suicidou
Arnold também se matou com o punhal e a luz se apaga.

Literatura Poesia Noite na Taverna Álvares de Azevedo

Publicado em:Turbinando

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