O vestibular, a profissão e a cultura do diploma - Vestibular1

O vestibular, a profissão e a cultura do diploma

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Se você é vestibulando, não fique nervoso. Aprenda a enfrentar a ansiedade. (veja mais)Você deverá estar bem calmo, pois neste estado, ou situação, de espírito tudo fica mais claro. E provavelmente deseja que fique mais claro ainda já que você está prestes a tomar uma decisão, cujas consequências refletirão pelo resto da vida: qual profissão, ou carreira, seguir.As profissões que existem no mundo afora são incontáveis. Já escolheu alguma delas? Em caso afirmativo, já pensou em se especializar na área desta profissão? E, já escolheu qual escola técnica e, sucessivamente, qual faculdade seguir? As respostas a essas perguntas podem ser fáceis ou difíceis. Para que a segunda opção fique mais leve, o Vestibular1, com toda a certeza, irá lhe ajudar a responder às perguntas acima descritas. Fique totalmente à vontade para utilizar este e os demais quadros e opções do Vestibular1 para saber o que escolher e como escolher! (veja mais).

Vestibular e diploma vestibular1
Vestibular e diploma

O vestibular, esse ritual considerado por muitos cruel, pelo qual jovens brasileiros de classe média para cima são obrigados a passar, revela um descompasso entre o sistema universitário brasileiro e as demandas do mercado profissional moderno. Entenda o vestibular conosco depois (veja mais).

No Brasil garotos a partir de 17 anos são obrigados a tomar uma decisão que, teoricamente, vai marcar toda a sua vida. Quem conhece jovens nessa faixa etária sabe do absurdo que é impor a eles decisões desse porte.

O adolescente está começando a experimentar o mundo de forma independente, está testando os limites de tudo, e por isso, erra, muitas vezes de forma literalmente fatal.

O erro está na natureza da experimentação e o importante é que o jovem seja incentivado a continuar experimentando. Saiba como sair de uma possível depressão (veja mais). É assim que qualquer um cresce e amadurece. Aliás, uma das coisas chatas da velhice é que muitos começam a ficar com medo de experimentar, e vira aquele tédio danado.

Mas o vestibular e, mais especificamente, o sistema universitário brasileiro despreza tudo isso. Impõe um ritual em que o erro traz o risco de “não dar certo na vida”. É anti-pedagógico: diz ao adolescente que ele, agora, não pode mais experimentar.

Na década passada, a PUC de São Paulo tentou implantar o Ciclo Básico. No lugar de escolher imediatamente seu curso, o estudante fazia dois anos de conhecimentos gerais na universidade. Só depois disso é que definia sua área.

Não deu certo. A cultura brasileira já está de certa forma habituada a esse ritual e exige uma definição precoce do jovem. A PUC começou a perder alunos e voltou ao esquema anterior.

Nos EUA, o curso de graduação é chamado de “undergraduation”, ou sub-graduação. É muito mais parecido com o ciclo básico que a PUC experimentou do que com a tradicional graduação universitária brasileira.

Os jovens americanos já entram na universidade sabendo que farão uma pós-graduação que lá se chama “graduation”. É nela que se especializarão. A “undergraduation” é uma fase de experimentação.

E o que isso tem a ver com o mercado profissional? Hoje, acima de qualquer coisa, o profissional precisa ter uma formação ampla – em línguas, geografia, história, antropologia, literatura. É esse o profissional que consegue se adaptar melhor à estonteante velocidade com que as coisas estão mudando.

Mas no Brasil, não. A cultura é cartorial: todos querem receber o mais rápido possível um papelzinho que o define como profissional: médico, jornalista, engenheiro… Mesmo que isso indique que ele não vai conseguir emprego na área em que se formou. Daí uma grande proliferação dos cursos sequenciais (veja mais).

Há novas experiências de vestibular em curso no Brasil – como a avaliação continuada no ensino médio (2º grau), em que o jovem faz exames ao longo de três anos, escapando da prova única e definitiva.Os chamados vestibulares em doses homeopáticas, (veja mais).

Mas isso é apenas o começo. O que precisa mudar não é nem tanto o procedimento de seleção de alunos e sim a especialização precoce que está sendo imposta pelo sistema universitário brasileiro.

E é esse sistema – responsável pela produção de conhecimentos na sociedade – que tem de apontar para uma mudança cultural na qual essa especialização precoce, simbolizada pelo diploma de graduação, deixe de ser tão valorizada pelos brasileiros.

O profissional do século XXI terá de estudar a vida toda.

 

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