Iniciação Científica 1 - Vestibular1

Iniciação Científica 1

VI Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica – FAI

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VI Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica é realizado na FAI.

Acadêmicos recebem apoio da FAPEMIG em suas pesquisas.

Nos dias 28 e 29 de fevereiro a FAI realizou o VI Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. O evento apresentou à comunidade acadêmica projetos de pesquisa desenvolvidos pelos alunos dos cursos de Administração, Sistemas de Informação e Pedagogia durante o ano .

O Seminário é um projeto apoiado pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), que é responsável pelo fomento e incentivo de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, desenvolvidos por alunos de cursos de graduação.

Segundo a responsável pela coordenação do Seminário, professora Eunice Gomes de Siqueira, o PIBIC tem a finalidade de despertar e desenvolver o interesse de estudantes de graduação pelas atividades de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e especialidades, de propiciar-lhes formação científica e tecnológica e facilitar a interação entre professores e pesquisadores com estudantes interessados em seguir carreira com pesquisador.

O diretor da FAI, professor José Cláudio Pereira comenta os resultados do evento e destaca a evolução do programa de iniciação científica da instituição: A FAI vê com muito bons olhos o crescente interesse manifestado na prática pelo seu corpo docente, e também pelo discente, pelas atividades de pesquisa dentro da instituição. O número de bolsas de Iniciação Científica oferecido aos alunos, por meio do Programa de Iniciação Científica Institucional – PIBIC, financiado pela FAPEMIG, tem aumentado anualmente. Neste ano, o VI Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da FAI apresentou 30 relatos de pesquisas realizadas em 2011, quando a FAI contou com 35 bolsas da FAPEMIG, mas para serão 45 bolsas. Os Professores, que voluntariamente apresentam os seus projetos e orientam os bolsistas sentem-se recompensados pelos resultados positivos que alcançam, especialmente quando publicam papers, relativos às pesquisas realizadas por meio do programa, e os alunos envolvidos com a tarefa de pesquisar também não poupam elogios à oportunidade que lhes é oferecida de aprender muito sobre o tema abordado, diz.

O professor Fábio Gavião Avelino de Mello observa que o aumento no número de bolsas concedidas à FAI nos últimos anos sinaliza o resultado positivo da competência e comprometimento no incentivo à pesquisa. ”Este é o ponto de partida rumo a excelência na qualidade do ensino e nos conceitos elevados conforme estabelecem nossos focos institucionais. O próximo passo é o da criação de linhas de pesquisa na faculdade. Estas deverão ser de interesse nacional e internacional e implicarão no respaldo para se manter intercâmbios científicos relevantes e de peso. O caminho a seguir é este: iniciação científica, linhas de pesquisa e, finalmente, criação dos grupos de pesquisa em cada linha. A iniciação científica está na base desta pirâmide de conhecimento que temos de erguer para atingir a meta final de obtermos um elevado conceito como instituição junto ao MEC e outras instituições.”

Vanessa Paiva Lenzi, graduada em Pedagogia pela FAI em 2011, apresentou no Seminário o trabalho “Educação Política nas Séries Iniciais”. Vanessa afirma que a bolsa de Iniciação Científica é um grande incentivo à produção de conhecimento e que ações nesse sentido ajudam a despertar o interesse acadêmico nos alunos. “O trabalho como pesquisadora acrescentou muito para minha formação. Eu não havia dado aulas até então e a pesquisa me permitiu a experiência prática em sala de aula. Além disso, por meio da leitura e da busca das informações necessárias para o estudo, pude alcançar novos conhecimentos o tema.”, conta ela.

Na opinião da orientadora de Vanessa, professora Camila Zucareli de Souza, a participação em um Projeto de Iniciação Científica é uma experiência muito gratificante e, ao mesmo tempo, de grande responsabilidade, pois exige muita leitura, seriedade e dedicação de todos os envolvidos. “Para o orientador é uma a oportunidade de desenvolver, juntamente com seu orientando, um tema polêmico e de utilidade coletiva. Para o orientando o momento é de crescimento intelectual e preparação para o mercado de trabalho. Com toda a pesquisa desenvolvida neste projeto, a Instituição tem a oportunidade de divulgar os resultados obtidos ao longo de um ano para toda a sociedade tornando-a mais informada. Com o trabalho de Iniciação Científica todos saem ganhando”, argumenta.

O professor Jaci Alvarenga Teodoro Filho, orientador no Seminário, afirma que o incentivo à pesquisa deve ser uma constante nas instituições de ensino superior. De acordo com ele, a Iniciação Científica é o embrião da pesquisa aplicada e agrega valor para o aluno, o professor, a instituição e a sociedade. “Percebi que os alunos ingressam no novo mundo e se interessam pela ciência, assim, os orientadores terão matéria-prima para suas pesquisas em sala de aula e a instituição disponibilizará conhecimento para a sociedade”, diz Jaci.

O evento proporcionou ainda um primeiro contato com o universo da pesquisa científica a calouros de Administração, Sistemas de Informação e Pedagogia que assistiram às apresentações. Os alunos se mostraram empolgados com descoberta da possibilidade de resolução de problemas e produção de conhecimento por meio dos trabalhos dos acadêmicos. “Gostei muito de todos as apresentaçõess no Seminário de Iniciação Científica. Não conhecia esse tipo de pesquisa. Os trabalhos mostraram soluções práticas e interessantes. Aprendi muito com as apresentações”, diz Beatriz de Godoi Biscuola, aluna do primeiro ano de Administração. Carla Franciele da Silva, também no primeiro ano de Administração, relata que o Seminário despertou seu interesse em participar do Projeto de Iniciação Científica. “A satisfação dos pesquisadores na apresentação dos trabalhos e o apoio dos orientadores, da FAPEMIG e da FAI nos incentivam a seguir o caminho da pesquisa”, diz Carla.

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