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IPCS e IPCP – Índices divulgados

Índice de Preços ao Consumidor Santaritense (IPCS) e Índice de Preços ao Consumidor Pouso-alegrense (IPCP)

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Com o objetivo de orientar as decisões de consumo do cidadão, a FAI – Centro de Ensino Superior em Gestão, Tecnologia e Educação apresenta mensalmente as principais variações de preços de uma cesta de 36 itens, divididos em quatro grupos: alimentação, limpeza doméstica, higiene pessoal e transportes, nas cidades de Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre.

Tal pesquisa se dá em dois estabelecimentos comerciais do ramo – supermercados e postos de gasolina em Santa Rita do Sapucaí e três estabelecimentos comerciais do ramo – supermercados e postos de gasolina em Pouso Alegre, como também na empresa de transporte urbano de cada cidade. O relatório a seguir apresenta uma análise comparativa da evolução de preços e do poder de compra dos cidadãos das duas cidades no mês de Fevereirode.

Análise do IPCS:

Em Santa Rita do Sapucaí, no mês de Fevereiro, a Cesta da FAI apresentou queda de -0,96%. O valor da cesta no município foi de R$612,43 (redução de R$5,94). No acumulado de um ano, entre Fevereiro e Fevereiro o Índice de Preços ao consumidor de Santa Rita do Sapucaí – IPCS apresentou inflação de 8,97%.

O grupo alimentos apresentou redução de preço de -1,53% em Fevereiro, sendo estar a segunda queda seguida. A redução de preços do tomate (-16,22%), sal (-11,07%), açúcar (-10,34%), macarrão (-8,75%) e principalmente da carne (-6,47%), que é o item de maior representatividade na cesta da FAI, contribuíram com o resultado do grupo. Já a cebola ( 21,04%) e o feijão ( 20,29%) sofreram as maiores altas de preços.

O grupo produtos de higiene apresentou pequena variação negativa nos preços, ficando -0,04% mais barato no mês de Fevereiro. Entre os itens do grupo, destaque para o sabonete (aumento de 5,62%) e absorvente e xampu, que tiveram seus preços reduzidos respectivamente em -6,12% e -1,47%.

O grupo limpeza doméstica apresentou inflação de 0,42% em Fevereiro. Nesse grupo, sofreram alta de preços, o sabão em pó ( 3,46%) e água sanitária ( 0,24%), enquanto o sabão em barra sofreu queda de -3,94%.

O grupo transportes não apresentou alteração de preço em nenhum item avaliado no mês de Fevereiro.

Quanto aos índices acumulados, medido pelo IPCS, para cada grupo pesquisado no município de Santa Rita do Sapucaí, entre Fevereiro e Fevereiro, os resultados obtidos foram: alimentos (8,00%), limpeza doméstica (6,31%), produtos de higiene (4,87%) e transporte (13,79%).

Análise do IPCP:

O Índice de Preços ao Consumidor de Pouso Alegre – IPCP registrou queda de -0,71% no mês de Fevereiro. A Cesta da FAI no município alcançou o valor de R$ 640,00 (queda de R$4,60). O valor da inflação acumulada, medida pelo índice para o município, entre Fevereiro e Fevereiro deste ano ficou em 5,15%.

O grupo transportes também não apresentou alteração de preços no mês de Fevereiro no município de Pouso Alegre.

O grupo alimentos sofreu deflação de -1,15% em Fevereiro, contribuindo com o resultado do município. Sofreram redução de preços, o tomate (-13,45%), a batata (-8,50%), o leite (-4,05%) e as carnes em geral (-3,94%). Os itens com as maiores altas de preços foram, a cebola ( 22,88%), ovos ( 6,01%) e o feijão ( 5,59).

O grupo produtos de higiene também sofreu redução de preços em Fevereiro (-0,54%). Os itens que mais contribuíram com a variação negativa nesse grupo foram o sabonete (-3,45%) e o creme dental (-1,20%). O xampu foi o item com maior aumento de preço no grupo, 1,49%.

O grupo de limpeza doméstica da Cesta da FAI para Pouso Alegre apresentou inflação em Fevereiro. Os itens do grupo ficaram em média 0,81% mais caros. Contribuíram para esse resultado o sabão em pó ( 2,23%), a água sanitária ( 1,05%) e o detergente ( 0,15%).O sabão em barra foi o único item com redução de preço no grupo (-2,62%).

Quanto aos índices acumulados para cada grupo, entre Fevereiro e Fevereiro no município de Pouso Alegre, o grupo alimentos apresenta elevação acumulada de 4,21%, os transportes de 8,23%, os produtos de higiene de 3,04% e os produtos de limpeza doméstica de 3,37%.

Comparação com a Cesta do DIEESE

Ao contrário de Janeiro quando apenas duas capitais apresentaram recuo nos preços dos produtos alimentícios essenciais, em fevereiro 12 das 17 cidades onde o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, tiveram queda no preço dos itens de primeira necessidade. As reduções mais expressivas foram apuradas em Florianópolis (-5,80%), Salvador (-4,52%) e Curitiba (-4,04%). Cinco localidades registraram aumento, sendo o principal anotado em Natal (2,14%).

O clima nas últimas semanas favoreceu a maturação do tomate e permitiu o aumento da oferta contribuindo para que o preço caísse em 16 capitais em Fevereiro, segundo pesquisa do DIEESE. O item também apresentou deflação em Santa Rita do Sapucaí (-16,22%) e Pouso Alegre (-13,45%).

A carne, produto de maior peso em ambas as pesquisas, na apuração do DIEESE apresentou deflação média de -1,91% em 16 das 17 capitais onde a pesquisa é realizada. Também ocorreu deflação do item em Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre, -6,47% e -3,94% respectivamente. Segundo o DIEESE, as boas pastagens permitiram a engorda do gado, além da redução das exportações,favorecendo o aumento da oferta para consumo interno.

Já o açúcar apresentou queda em 15 das 17 capitais na pesquisa do DIEESE. Na pesquisa da FAI identificou-se queda do item em Santa Rita do Sapucaí (-10,34%) e ligeiro aumento em Pouso Alegre ( 0,12%).

Por outro lado, itens como o feijão – com alta nas 17 capitais – e o café – com elevação em 14 – foram os destaques entre os produtos que registraram aumento de preços na pesquisa do DIEESE. De acordo com a pesquisa da FAI, o IPCS apresentou elevação do feijão de 20,29% e do café em 4,02%. Já o IPCP apresentou elevação do feijão em 5,59% e elevação de 3,39% do café. Segundo o DIEESE, contribuiu para o aumento do preço do café, a seca de meados que prejudicou a terceira safra, e as chuvas de final do ano que não favoreceram a principal safra. Além disso, houve redução na área de cultivo. Já em relação ao café, o DIEESE também aponta a seca de meados do ano passado que reduziu a floração, com a diminuição na safra. No entanto, as perspectivas são de melhor resultado com a segunda florada.

GPE – Grupo de Pesquisas Econômicas da FAI

· Adílio Francisco Rocha – 3º ano Administração;

· Jéssyca Maguella Barbosa – 4º ano Administração;

· Aline Mariane Faria – BIDI-FAI

· Prof. Vinícius Montgomery de Miranda

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Publicado em:Notícias

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