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Talentos precoces

Craques estouram nos gramados com jogadas geniais e explodem fora deles com atitudes impensadas.

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O Vestibular1 vai tornar seus sonhos realidade!

Talentos precoces devem ter acompanhamento psicológico desde cedo para planejar carreira sem riscos futuros.

O futsal é uma das portas para o surgimento de novos craques que podem seguir carreira nos gramados.

Da quadra de terra batida ao gramado do Maracanã. Este é o sonho de nove em cada dez crianças encontradas batendo bola nos campinhos dos mais diversos bairros brasileiros.

O universo da bola movido à paixão, notoriedade e dinheiro fascina e influência toda a família. Quando os pais se apercebem de um talento precoce na prole, independentemente da classe social, o caminho é o mesmo: matricular o filho em uma escola de futebol.

Enquanto os filhos fazem firulas, os pais orgulhosos torcem para que um olheiro o apresente a um grande clube. Depois, de alcançar esse objetivo, os progenitores acreditam que a criança está bem encaminhada para virar um ídolo. Mas, esta seria a receita para se tornar um grande craque?

De acordo com a psicóloga e pedagoga da ESAMC Santos, Raquel Reis, 43 anos, não. Para ela não adianta colocar a criança, quase sempre vinda de família humilde, em escolas especializadas visando agremiações maiores se, juntamente, com isso não estiver um profissional de Psicologia auxiliando nas diretrizes pessoais e profissionais deste talento.

Jogadores profissionais precoces estão no final da adolescência e início da vida adulta. Isto quer dizer que eles vêm de uma transformação hormonal, corporal, psicológica natural da idade. E, no final de todo esse ciclo, se deparam, ainda, com a transformação financeira explica a professora, lembrando que muitos saíram da pobreza, alguns da miséria, e agora chegam a muito, muito dinheiro. Isso mexe com a cabeça.

Docente da disciplina Planejamento de Carreira, para alunos de MBA, ela ressalta a importância de nos conhecermos, sabermos para onde vamos caminhar, a fim de, traçarmos objetivos. Se os craques juvenis tivessem esquematizado a carreira imaginando que chegariam onde estão, não se envolveriam com problemas dentro e fora de campo.

Segundo Raquel, falta planejamento. Todos nós podemos elaborar nosso futuro profissional. Para isso, basta estar ciente como se vive o hoje, contar a história de onde viemos – afinal somos hoje o fruto do que fomos ontem – e traçarmos o caminho que queremos chegar. Esse é o plano de carreira.

Porém, no caso do jogador que já alcançou o seu objetivo, o trabalho deve ser mais focado. Se o profissional já chegou onde ele queria, o planejamento dele foi concluído. Porém, foi concluído sem um plano. Por isso, torna-se normal vê-lo meter os pés pelas mãos, falar o que não devia, tomar atitudes que não deveria. E, é neste estágio que entra o clube. A empresa que o contratou precisa investir no psicológico desses jovens, seja através de um trabalho terapêutico ou de um projeto, conta Raquel.

De acordo com ela, esse ídolo precoce precisa se situar e reconhecer sua atual condição de vida. O que acontece com o ser humano é que ele ainda não se situou, isto é, não falou para si mesmo ‘eu sou fulano, cicrano ou beltrano’, eu tinha uma determinada condição de vida e hoje eu tenho essa. Enquanto não acontecer isso, ele vai usar a imagem do poder. E a imagem do poder relacionada ao dinheiro. Depois de começar a se acostumar que o seu atual padrão de vida, a tendência é que tudo volte a se equilibrar novamente, mas até lá os clubes precisam investir mais no psicológico dos garotos, alerta.

Ainda, durante todo esse processo, Raquel lembra que participação familiar é importante. Se o clube tivesse a oportunidade de fazer um trabalho juntamente com a família seria maravilhoso, porque senão, o time fala uma coisa e os familiares falam outra e o jogador vai viver no que a psicologia chama de ressonância cognitiva.

Porém, como mesmo reconhece a docente, no país do futebol, nem todo clube tem condições financeiras e estrutura para isso. Nesse caso, trabalhando só com o jogador já é de bom tamanho, finaliza.

Quem é Raquel Reis

Docente da ESAMC Santos desde fevereiro de 2004, Raquel Reis, é psicóloga e mestre em Educação. Professora universitária há 14 anos atua nas áreas de: Psicologia Jurídica, Sociologia, Psicologia da Educação e Problemas de Aprendizagem, Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia Aplicada a Administração, Recursos Humanos, Planejamento de Carreira, Metodologia Científica e Orientação de TCC. Para MBA ministra a disciplina Competências Empresariais.

Como fonte, já foi convidada especial do programa de TV Arte do Saber, entrevista abrangendo os temas: Limites e Responsabilidade na Vida Escolar e do programa de TV Lis Mulher, entrevista abrangendo os temas: Limites, Responsabilidade, educação e Família, ambos exibidos na TV Guarujá.

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Publicado em:Notícias,Notícias das Universidades

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