Efeitos da miséria e da violência - Vestibular1

Efeitos da miséria e da violência

Revisão de Atualidades: Efeitos da miséria e da violência

 

Atualidades: Efeitos da miséria e da violência

Resumão – Revisão da Matéria de Atualidades – Revisando seus conhecimentos
Atualidades: Efeitos da miséria e da violência

Revisão de Atualidades: Efeitos da miséria e da violência

 

Efeitos da miséria e da violência

As estatísticas sobre miséria sofrem de inanição no Brasil. Assim que deflagrou a Campanha contra a Fome, o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, apontou a existência de 32 milhões de pobres no País. A cifra foi analisada e o número caiu pela metade. Pelo Mapa da Fome, elaborado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA).

Nos períodos de grandes dificuldades os seres humanos procuram um refúgio. E não é para menos, a aflição humana está prestes a atingir o auge: crise econômica e social, desemprego, miséria, incapacidade de que seja encontrado um caminho de estabilidade e de progresso equilibrado, que permita a satisfação das necessidades da população de forma condigna.

As cidades incham recebendo gente despreparada de todos os lados. Filhos são gerados e largados nas ruas. O poder público não consegue recolher essas crianças excluídas para transmitir-lhes educação adequada. O que a sociedade poderá esperar quando essas crianças caminharem para a maioridade?

Indisciplina e aumento de violência urbana. Em tal cenário, o policial consciente fica no dilema de dar a resposta adequada para preservar a própria vida ou expor-se para atender as exigências impostas pelos defensores de direitos humanos e que se ocupam dos efeitos da miséria, ao invés de combatê-la na origem como fonte essencial da aplicação de verdadeiros direitos humanos. E o que fazer com a população carcerária que se revolta nos presídios superlotados?

A aflição é dominante e crescente. Em tal situação a religião não deveria ser apenas o consolo e refúgio, mais do que isso ela deveria explicar o sentido e o significado da vida, para dar compreensão, fortalecer espiritualmente o indolente ser humano, indicando-lhe o caminho para sair do caos em que se envolveu. Se for tratada apenas como consolo e refúgio, ela passa a ser apenas mais um serviço à disposição dos consumidores no grande mercado em que a vida se transformou.

A natureza sempre foi considerada o ponto central da atividade humana pelos povos mais antigos. E de fato a natureza contém tudo que o ser humano necessita para o seu crescimento, sobrevivência e conservação. Os povos antigos olhavam para a água, o sol, a lua e o solo com profunda reverência. Não como idolatria, como supõem muitos pesquisadores, mas conscientes da importância desses elementos.

Sem água e sem ar o ser humano não tem condições de sobreviver. É a natureza que lhe concede tudo de que necessita para sobreviver, então não é difícil reconhecer que a natureza contém a única e verdadeira riqueza do Planeta.

Se a miséria já atinge grande parte da população, imagine-se o que será a vida de 3 bilhões de pessoas vivendo em cidades precárias e com falta de água. Esse cenário apocalíptico já foi apontado em relatórios elaborados pela CIA (Agência Central de Inteligência) para ocorrer dentro de alguns anos.

Os povos antigos perceberam que a utilização da moeda era de grande ajuda para o comércio, mas não tardou para que a invenção humana se transformasse em instrumento de dominação para satisfazer a desmedida e ridícula cobiça do ser humano terreno.

Poder e dinheiro se deram as mãos, permanecendo como engrenagens inseparáveis, promovendo uma nova forma de conquista do poder, de sua ampliação e conservação, relegando para plano secundário tudo o mais, inclusive a verdadeira riqueza existente na natureza, e a elevada meta de promover a evolução da humanidade. O dinheiro, instrumento auxiliar do comércio, transformou-se na peça fundamental das finanças globais como nova forma de conquista do poder terreno.

Assim, quando na segunda metade do século 20 o capitalismo global vem passando por uma ampla reestruturação, isso decorre como efeito de uma reforçada pressão da Luz sobre os efeitos das escolhas humanas. É a consumação do ensinamento de 2.000 anos de que “cada ser humano colhe o que semeia multiplicadamente”, mas que, lamentavelmente, não foi levado a sério.

A evolução do dinheiro como cobiçado instrumento de poder foi acompanhando o abandono do espiritualismo pelo materialismo terreno. Isso tinha que trazer aflição que cresce continuamente, pois quanto mais a sociedade humana se entrega ao materialismo, mais ela se desumaniza e mais enrijecidas e sem coração se tornam as suas obras.

A frieza e aspereza da vida levam muitos ao desespero ou loucura. Outros se comprazem com um simples “serviço religioso”. Mas também há aqueles que buscam pela Luz da Verdade, na certeza de encontrarem o auxílio que tanto necessitam na aflição.

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