Lucíola de José de Alencar III - Vestibular1

Lucíola de José de Alencar III

Lucíola de José de Alencar III

 

Lucíola de José de Alencar III – Parte III

Lucíola de José de Alencar III – Lugar: O cenário onde se desenrola a ação é o Rio de Janeiro. Há referências de seus bairros (Santa Teresa), ruas (das Mangueiras), população, festas (a da Glória), teatros, lojas elegantes, etc.
É curiosa a relação entre os locais e o comportamento amoroso-sexual de Paulo e Lúcia, agindo aqueles no sentido de aproximação ou afastamento, de maior ou menor realização do casal. O quarto de Lúcia é um local de luxúria: “… e fazendo correr com um movimento brusco a cortina de seda, desvendou de repente uma alcova elegante e primorosamente ornada.” (p. 23) Das várias vezes que eles se uniram sexualmente neste luxuoso aposento, nenhuma, parece, satisfez de fato o casal. A primeira delas terminou assim: “Ao delírio sucedera prostração absoluta, orgasmo da constituição violentamente abalada. Vendo então este corpo inerte e pasmo, com os olhos vítreos e as mãos crispadas, tive dó.” (p.25)
O segundo encontro já foi totalmente diferente, em local e desfecho. Foi nos jardins da casa do Dr. Sá, onde Lúcia desfilara nua perante os convidados. O cenário é bem ao gosto do romantismo: a natureza. O leito é bucólico: “Fomos através das árvores até um berço de relva coberto por espesso dossel de jasmineiros em flor. Lúcia está vibrando: “- Sim! Esqueça tudo, e nem se lembre que já me visse! Seja agora a primeira vez!… Os beijos que lhe guardei, ninguém os teve nunca! Esse , acredite, são puros!”(p.47). E o clímax foi aquele que só um par enamorado consegue haurir do sexo: “Não fui eu que possuí essa mulher; e sim ela que me possuiu todo, e tanto, que não me resta daquela noite mais do que uma longa sensação de imenso deleite, na qual me sentia afogar num mar de volúpia. “(p.47)
Quando Lúcia passou a morar numa casa pequena e pobre, em Santa Teresa, em companhia de sua irmã Ana, menina inocente, não mais houve união carnal entre eles. É que os dois já estavam unidos por um amor espiritual. Uma afeição muito pura unia aquelas duas almas. E tanto a simplicidade do local que “lembra o espaço feliz de sua infância em São Domingos” quanto à inocência da menina não comportava mais a depravação do sexo.” O seu beijo quase de irmã apenas de longe em longe bafejava-me a fronte.” (p.120)

Lucíola de José de Alencar III – Personagens: Críticas e mais críticas têm sido feitas à falsidade de seus heróis e à fantasia descontrolada com que Alencar maneja o destino. Por exemplo, essa de Olívio Montenegro, seu ferrenho crítico: “Um romancista com a imaginação de José de Alencar pode pintar uma natureza extraordinária, como natureza virgem do Brasil e dar uma impressão de grandeza, de invariável grandeza. O elemento humano, porém, ninguém o representa verdadeiramente com o capricho da sua fantasia. Tem-se que observar, descobrir o homem. E essa descoberta é que em verdade ninguém reconhece nos romances de Alencar. Ele procurou criar o homem não à sua própria semelhança, como foi uma humildade do próprio Deus, mas à semelhança de sua paisagem, e disforme como ela.” (in Romance Brasileiro, 2ª ed., Rio de Janeiro, José Olympio, 1953, p.54). Falta-lhes densidade psicológica, segundo o crítico citado. Mas é preciso lembrar-se de que o romantismo é dado à exploração dos sentimentos dos personagens sem a preocupação de inquirir pela causa última e profunda dos mesmos. É o que explica M. Cavalcanti Proença: “Não há que buscar-lhe, na obra, (de Alencar) poços psicológicos, subterrâneos de paixões e de instintos, abismos de dúvidas filosóficas tragando sentimentos. Apesar de “fisiologistas”, não eram esse os seus temas. Ele foi um visual, um apaixonado das cores vivas, das superfícies iluminadas, das formas harmoniosas. Como acentua Augusto Meyer, “não acode a ninguém procurar nas suas páginas outra coisa, senão o encanto dessa mesma superfície. É belo o espetáculo e, como tal, satisfaz”. (p.75).
Em Lucíola, uma personagem apresenta grande complexidade psicológica, a par do idealismo romântico com que foi concebida:
a) LÚCIA – Sua principal característica é a contradição. Como cortesã era a mais depravada. Basta que se lembre da orgia romana em casa de Sá. No entanto, a prostituição era-lhe um tormento constante, já que não se entregava totalmente a ela. E os atos libidinosos constituíam para ela verdadeira autopunição aliada à angustiante sentimento de culpa.
Coexistem nela duas pessoas: Maria da Glória, a menina inocente e simples, e Lúcia, a cortesã sedutora e caprichosa. No livro, sobressai a Lúcia, Lúcifer, onde aparece 348 vezes contra 10 vezes como Maria da Glória, anjo. Tal disparidade realça o motivo do romance: à proporção que Lúcia vai amando e sendo amada por Paulo, ela vai assumindo a Maria da Glória, sua verdadeira personalidade. E reencontra assim, através dele, a dignidade e inocência perdidas.
Pode-se expressa essa duplicidade da seguinte maneira:

LÚCIA, mulher, depravação, luxúria, sentimento de culpa, prostituição, caprichosa, excêntrica, rejeita o amor, demônio.

MARIA DA GRAÇA, menina, pureza, ingenuidade, dignidade, inocência, simples, meiga, tende para o amor, anjo.

Perdida a virgindade física, Lúcia, por meio da compreensão e amor de Paulo, tende para a virgindade do espírito. “Elas não sabem, como tu, que eu tenho outra virgindade, a virgindade do coração!” (p.119). Para isso renuncia a qualquer amor sensual. Mesmo ao de Paulo, de quem fora amante e a quem passou a negar um simples beijo. Depois que ela o conheceu, não se entregou a nenhum outro homem. É por isso que não cria no amor de Margarida, de “A DAMA DAS CAMÉLIAS”, porque ela não negou ao seu amado Armando o corpo que tantos já haviam comprado.
E Lúcia recupera aos 19 anos a Maria da Glória que perdera aos 14. “Nada perturbava a serenidade de Lúcia. Parecia realmente que sua alma cândida, muito tempo adormecida na crisálida, acordara por fim, e continuara a mocidade interrompida por um longo e profundo letargo. (…) Ninguém diria que essa moça vivera algum tempo numa sociedade livre.” (P.116).
Mas essa transformação completa custou-lhe penosos sacrifícios e sobretudo muita incompreensão inicial por parte de Paulo. “Incompreensível mulher! (…) Compreendo hoje as rápidas transições que se operavam nessa mulher; mas naquela ocasião, como podia adivinhar a causa ignota que transfigurava de repente a cortesã depravada na menina ingênua, ou na amante apaixonada!” (p. 51).
Seus traços físicos: cabelos e olhos pretos, a pele pálida. Sua expressão, contudo, lembra ao leitor sua dualidade de caráter: o olhar ora é “eloquente, raio voluptuoso”, ora é límpido, raio de luz de sua alma”. É bem o ideal de beleza romântica, “com sua virgindade de alma tão pura e tão absoluta, que a não tisnaram os pecados do corpo. Por isso, mesmo nas horas em que mais lhe esplende a glória de cortesã, o romancista a veste simbolicamente de branco.”
Se algum leitor não entender bem a complexidade da personagem Lúcia, como o fez Paulo no início do romance, não é de se estranhar, pois afinal ela mesma se auto-definiu: “É difícil conhecer-me; mais difícil do que pensa. Eu mesma, sei o que às vezes se passa em mim? Não repare nestas esquisitices!” (p. 51).

PAULO – É um provinciano de Pernambuco, 25 anos, que veio tentar se estabelecer no Rio de Janeiro. O romance não esclarece se ele é ou não formado. Sugere apenas. É o narrador da história e como tal faz desviar a atenção do leitor para Lúcia e outros aspectos, não revelando certas informações suas. Os detalhes físicos, por exemplo. Coisa, aliás, rara em José de Alencar, tratando-se de personagem central.
Traçando o perfil de Lúcia, ele acaba por revelar também os eu: espírito observador e sensível, foi o único a compreender o estranho caráter de Lúcia. Seu temperamento é reservado sem ser tímido: “… é hábito meu, desde que entrei no mundo, não admitir os estranhos à intimidade de minha vida, ainda mesmo quando se trata de objetos sem consequência. Só dispo a minha alma entre amigos”. E como ele não possui reais amigos no Rio, nuances de sua personalidade conhecem-se por deduções .
Suas reações psicológicas são expressas em suas reflexões: “Que miserável animalidade havia em mim naquela noite! Quando essa pobre mulher atingia o sublime do heroísmo e da abnegação, eu descia até a estupidez e à brutalidade!” (p.74). Ou nessa: “Não conheço mais estúpido animal do que seja o bípede implume e social, que chamam homem civilizado.” (p.76)
A sua caminhada em direção ao amor pela heroína foi lenta. No início, o que o impelia para ela era a tração sexual. Paulo, então, não a entende e transmite ao leitor suas incertezas e desconfianças. “Se eu amasse essa mulher… mas tinha apenas sede de prazer; fazia dessa moça uma ideia talvez falsa…” (p.118). Tais desconfianças, por vezes, eram-lhe inoculadas pela sociedade através de alguns representantes – Dr. Sá, Sr. Couto, Cunha. “Cunha tinha razão, pensei eu; a cupidez e a avareza são as molas ocultas que movem este belo autômato de carne.” (p.50). E chega mesmo a ser violento e sádico com ela. Isto se deduz de várias passagens, como: “Esta noite a senhora não se pertence: é um objeto, um bem do homem que a vestiu, que a enfeitou e cobriu de joias, para mostrar ao público a sua riqueza e generosidade.” (p.74). Outras vezes, sentiu foi dó: “Sentia profunda compaixão por essa mulher. O seu pranto me enterneceu; chorei com ela.” (p.101). Houve um período em que a afeição de ambos se arrefeceu. Paulo já a admira e dedica-lhe grande respeito e amizade: “Entramos então numa nova fase de nossa mútua existência, fase original e curiosa que me faria rir quinze dias antes. Com efeito, quem poderia julgar possível uma amizade fraternal e pura entre duas criaturas que meses antes trocavam as mais ardentes expansões da sensualidade?” (p.103). Para no final devotar-lhe sincero amor a ponto de vibrar com um possível filho de ambos: “-Um filho! Mas é um novo laço e mais forte que nos prende um ao outro. Serás mãe, minha querida Maria?” (p.125).
É um ingênuo personagem romântico. Apesar de se declarar pobre e até se vexar por isso, vive byronicamente, de sonhos, de amor.
Os demais personagens são secundários face aos dois protagonistas.

Lucíola de José de Alencar III: Dr. SÁ e CUNHA – Amigos de Paulo, sendo aquele desde a infância. Encarnam a moral burguesa e suas máscaras: austera com os outros, benigna consigo. Não possuem personalidade bem delineada no livro. Ambos veem em Lúcia apenas a prostituta.

COUTO e ROCHINHA – O primeiro é um velho dado a jovem galante. Encarna a obsessão sexual e a velhice. Representa a sociedade que explora e corrompe. Foi quem aproveitou a necessidade e inocência de Lúcia. O segundo é um jovem de 17 anos, tez amarrotada, profundas olheiras, velho prematuro. Libertino precoce. Eles aparecem assim no romance: “O contraste do vício que apresentavam aqueles dois indivíduos: o velho galanteador, fazendo-se criança com receio de que o supusessem caduco; e o moço devasso, esforçando-se por parecer decrépito, para que não o tratassem de menino; essa antítese vivia devia oferece ao espectador cenas grotescas.” (p.33).

LAURA e NINA – São meretrizes, como Lúcia, mas sem sua duplicidade de caráter. Não são capazes de “descer tão baixo” porém, não possuem a “nobreza e altivez” da protagonista.

JESUÍNA e JACINTO – Aquela, é mulher de 50 anos, seca e já encarquilhada. Foi quem recolheu Lúcia quando seu pai a expulsou de casa e a iniciou na prostituição. Este, é um homem de 45 anos, e “vive da prostituição das mulheres pobres e da devassidão dos homens ricos”. (p.111). Por seu intermédio Lúcia vendia as joias ricas que ganhava e enviava o dinheiro à família pobre. É quem mantém a ligação misteriosa no livro, entre Lúcia e Ana. Enfim, é quem cuida dos negócios dela.

ANA – É a irmã de Lúcia, que a fez educar num colégio até os doze anos como se fosse sua filha. “Era o retrato de Lúcia, com a única diferença de ter uns longos e de louro cinzento nos cabelos anelados. Ana já conhecia a irmã e a amava ignorando os laços de sangue que existiam entre ambas.” (p.114). Lúcia tenta casá-la com Paulo para ser uma espécie de perpetuação e concretização de seu amor por ele: “Ana te darias os castos prazeres que não posso dar-te; e recebendo-os dela, ainda os receberias de mim. Que podia eu mais desejar neste mundo?” (p.124).
Lucíola de José de Alencar III – Problemática apresentada: Vicente Ataíde, em interessante estudo que fez de LUCÍOLA no Suplemento Literário de 28/2/1976 do “Minas Gerais”, apresenta o eixo da estrutura narrativa do romance da seguinte maneira: Paulo quer Lúcia, mas ele possui impedimento de aproximação; Lúcia quer Paulo, mas também possui impedimentos. É fácil, agora, entender como se arma o conflito do romance:

Lucíola de José de Alencar III – Paulo X Lúcia: Há motivos de aproximação e de afastamento entre ambos. E do jogo aproximação-afastamento. Chegamos a uma composição final. A composição é desejada por ambos, mas é preciso que antes muitas arestas sejam aparadas. Não é graciosamente que o ser humano se completa a se acha, mas através de muita luta e muito erro (penitência para superação dos defeitos.).”
Esta colocação do foco narrativo do romance vem confirmar ideias anteriores, onde se mostrou que a história de Paulo e Lúcia está vazada de situações desarmônicas. Tais situações podem ser melhor entendidas quando sintetizadas em algumas oposições que parecem predominar na obra como ideias centrais. Tais como:

Lucíola de José de Alencar III – O desnível da situação social: Retratando o Rio de Janeiro do segundo Império, “Alencar revela os padrões de conduta e valores de uma sociedade em transformação, movida sobretudo pelo dinheiro.” É a famosa moral burguesa. Para a professora Neusa Pinsard, da Universidade de São Paulo, “em Senhora e LUCÍOLA os conflitos das personagens e entre personagens são determinados pelo confronto do indivíduo com essa sociedade”.
Ora, Cavalcanti Proença afirma que José de Alencar, revolucionário em sua linguagem, insubmisso aos modelos literários da metrópole, respeitou reverentemente e fez seus heróis respeitarem as convenções sociais. E de acordo com tais convenções, há um desnível enorme entre a situação social de Paulo e Lúcia. Esta é prostituta e como tal é vista e rejeitada por todos, inclusive por Paulo, no início.

Trata-se de um impedimento sério na aproximação de ambos. Tão sério que acaba por impedir a concretização social (casamento, geração de filhos) do amor do casal. Lúcia errou e deve pagar por isso perante a sociedade. As convenções da moralidade burguesa e da Escola Romântica assim o exigem. O casamento como “happy end” do romance romântico não se realiza. Lúcia deve morrer. “Pela própria ética do escritor, que não faz concessões à queda irrecuperável absolutamente. Se um modo houvesse de salvar Lúcia, ela seria salva. Mas esse modo não existe”, diz Vicente Ataíde. E a professora Neusa o confirma: “Lúcia morre por causa do filho de Paulo, fruto do amor carnal, proibido e condenado pela sociedade e por ela mesma”. (Cf. “Apresentação” da edição usada nesta análise).
Uma das problemáticas centrais levantadas no livro, parece, portanto, esta: a imposição das convenções sociais, criando obstáculos ao par amoroso, sacrificando-lhe a realização de um amor que não se adequava aos seus padrões rigorosos, se bem que por vezes hipocritamente condescendentes.

Lucíola de José de Alencar III – O conflito do bem e do mal: Das muitas oposições enfocadas no livro, esta é a mais importante, agindo como base do enredo e do foco narrativo. Trata-se de uma tendência própria do Romantismo que se traduz na “desarmonia” de situações e sentimentos.
Há uma dualidade no caráter de Lúcia: de um lado a mulher, meretriz, depravada, desprezada pela sociedade, encarnação do MAL; de outro, a menina inocente que ainda teima em substituir nela por mais terríveis que tenham sido os imperativos do vício naquela alma. É a permanência do BEM. “Havia no meu coração certos germes de virtude que eu não podia arrancar, e que ainda nos excessos do vício não me deixavam cometer uma ação vil.” (p.112). E durante todo o tempo, pretende o autor convencer o leitor da “criatura angélica” que habita o corpo da pecadora, da “mulher que no abismo da perdição conserva a pureza d’alma”. E é essa Lúcia de “coração virgem”, purificada, que renasce nos últimos capítulos graças ao amor de Paulo. Ë o triunfo do BEM sobre o MAL, coerente com os cânones da ESCOLA ROMÂNTICA.

Lucíola de José de Alencar III – A vitória do Amor: E chega-se, afinal, à temática básica de LUCÍOLA. A intriga é calcada em assunto romântico: A situação social da mulher em face do amor. Do “amor” como o concebe o Romantismo: sublimado, capaz de renúncias, de sacrifícios, de heroísmos, que está acima dos fatores socioeconômicos, que triunfa apesar das convenções sociais.
Em LUCÍOLA, o triunfo do amor não foi na linha do “happy end”. Lúcia “passará por um processo de transformação, ou renascimento, que fará desabrochar a adolescente pura e ingênua que fora um dia, ao mesmo tempo em que irá eliminando a cortesã impudica”. E, conclui a professora Neusa Pinsard, “a protagonista alcança, portanto, a purificação através do amor espiritual, que não pode ser contaminado e profanado pela mais leve sombra de desejo físico”.
É a vitória do amor, numa outra perspectiva. É a temática central do romance: O AMOR COMO FORÇA REGENERADORA.

Lucíola de José de Alencar III: O romance, na sua intriga e temática, bem como no posicionamento das personagens, pode ser visualizado graficamente assim:
Na busca mútua de Lúcia e Paulo, há personagens que se posicionam como obstáculos, no sentido de impedir o surgimento do amor dos dois: Couto, Sá, Cunha, Rochinha. Outros são basicamente neutros: Jesuína, Jacinto, Laura e Nina. E há uma, Ana, que se coloca no sentido de aproximar o par romântico, a tal ponto de, conforme o desejo de Lúcia, ser um símbolo de perpetuação, na terra, do amor do casal.

EQUIPE FERANET21

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Aproveite e leia a biografia de José de Alencar

 

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