O Príncipe de Niccoló Machiavelli - Vestibular1

O Príncipe de Niccoló Machiavelli

O Príncipe de Niccoló Machiavelli

 

Resumo O Príncipe de Niccoló Machiavelli – parte I

Comentado por Napoleão Bonaparte

O Príncipe de Niccoló Machiavelli – Introdução
Como Segundo Chanceler de Florença, Maquiavel, e tinha uma vida política muito ativa. Era uma época de mudanças, o sistema feudal era substituído pela produção capitalista, a soberanias eram absorvidas pelas monarquias, e existia uma centralização do poder na Europa exceto na Itália.

Maquiavel, então participava de encontros com as cortes estrangeiras para fazer acordos políticos. A experiência de sua vida é relatada neste livro, mostrado para o homem comum as verdadeiras intenções de um governante ambicioso.

Niccoló Machiavelli – Ao magnífico Lorenzo, filho de Piero de Médici
Os príncipes ganham sempre bons presentes, que estão a sua altura, porém não encontrei entre minhas posses, nada além das experiências que adquiri ao longo de minha vida, e que agora remeto a Vossa Magnificência, reduzidas em um pequeno volume.

Portanto, aceitei este pequeno presente, e lendo esta obra, o meu desejo de que atinja aquela grandeza que a fortuna e demais qualidades lhe asseguram.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo I – De quantas espécies são os principados e quantas são as maneiras em que se adquirem
Os Estados podem ser republicas ou principados, que foram herdados pelo sangue, ou foram adquiridos recentemente.

Os novos, tais como Milão com Francesco Sforza, ou tais membros juntados a um Estado que recebe por herança um príncipe, tal o reino de Nápoles ao rei da Espanha.
Este domínios recebidos, são sujeitos a um príncipe ou livres, e são adquiridos por tropas alheias ou próprias.
O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo II – Dos principados hereditários
Não falarei das repúblicas, mas só dos principados, e tentarei mostrar como os principados herdados podem ser governados e mantidos.

Estados ligados à família de seu príncipe, tem-se menores dificuldades para se governar dos que os novos pois, basta não abandonar o procedimento dos antecessores, se o príncipe for inteligentes se conservará no poder.

Na Itália, por exemplo, temos o duque de Ferrara, que opôs resistência ao ataque dos Venezianos em 1484, e aos do Papa Júlio em 1510, apenas porque antigo era o domínio de sua família, e era evidente que se tornasse mais querido.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo III – Dos principados mistos
A maior dificuldade está nos principados novos, que também podem ser Estado reunido ao hereditário, que poderíamos chamar de principado misto, isto porque o povo revolta-se com o novo príncipe que precisou ofender os novos súditos com sua tropa e através e outras ofensas que uma recente conquista provoca.

Então serão seus inimigos todos aqueles que foram prejudicados com a ocupação do principados, e seus amigos serão aqueles que te colocaram lá pois, estavam insatisfeitos, e mesmo que estejas fortalecido não poderá ser violento contra eles pois, precisa das boas graças dos habitantes.

Este foi o erro de Luís XII, Rei da França, quando ocupou Milão, que teve o mesmo povo que abriu as portas, contra ele, quando percebeu que erram a respeito do bem que traria aquele príncipe.
Estados conquistados e acrescentados a um Estado Antigo, sendo na mesma província e de idêntica língua, facilmente são sujeitados, sobretudo se não têm o costume de viver livres.

Para Estados com línguas diferentes, mas com mesmos costumes, o conquistador, para conservá-los, deve ter em mira duas regras: primeira, extinguir a linguagem do antigo príncipe; segunda, não modificar leis e impostos.

Já em uma província com língua, costumes e legislação diferentes, o modo mais eficaz de conquistar é o príncipe ir habitá-la, assim poderá acabar com as desordens, logo quando forem surgindo, do contrário, quando a notícia chegar será tarde para agir.
Outra maneira é formar colônias em alguns lugares da província conquistada.

Os Romanos, organizaram colônias nas províncias conquistadas, veja na província da Grécia, Roma fomentou os Aqueus e os Etólios, submeteu o reino dos Macedônios, expulsou Antíoco.
O desejo de conquista é coisa realmente natural e comum e os homens que podem satisfazê-los serão louvados sempre e nunca recriminados.
Mas não o podendo e querendo fazê-lo de qualquer modo, aí estão em erro, e merecem censura.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo IV – Razão por que o Reino de Dario, ocupado por Alexandre, não se revoltou com os sucessores deste
O fato de Alexandre Magno, ter conquistado em poucos anos a Ásia, e depois ter morrido logo em seguida, e o povo não ter-se revoltado contra os sucessores é espantoso.

Dos principados que recordamos, dois são os modos que se governam: ou por príncipes auxiliados por ministros, ou por um príncipe e barões.
Tais barões tem domínio e súditos próprios, que os reconhecem como senhores e dedicam-lhes natural afeto.

Agora considerando-se a natureza do governo de Dario, ter-se -á que é semelhante à do sultão da Turquia. Se foi necessário a Alexandre desbaratar o inimigo em bloco após a vitória, morto Dario, teve o estado seguro.

E os sucessores de Alexandre, tivessem eles mantido unidos, poderiam desfrutar ociosos aquele reino; não houve aí outras turbações senão aquelas que eles mesmo provocaram.
A conquista de um povo, não é mérito só do vencedor, mas das diferenças dos povos subjugados.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo V – Do modo de manter cidades ou principados que antes de ocupados se governavam por leis próprias

Explanação de como conservar governos com ideologias natas. Por mais que novas ideologias sejam infiltradas, as antigas leis do principado perdurão até que o novo principado transgrida as regras antigas e declare novas regras contanto que se permita que “…repouse a lembrança da perdida liberdade.”

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo VI – Dos principados novos que são conquistados pelas armas e com nobreza
Citação de exemplos de Moisés, Teseu, entre outros, que por virtude própria tornaram-se príncipes.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo VII – Dos principados novos que são conquistados com armas e com virtudes alheias
O autor transcorre a respeito de César Borgia, filho do papa Alexandre VI, cujas conquistas foram impulsionadas pelo poder da posição de seu pai e, depois, por alianças com pessoas de punho mais firme que ele, como Remirro de Orco.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo VIII – Dos que chegaram ao principado pelo crime
Neste capítulo o autor trata o fato de se atingir o principado através de “…atos maus ou nefandos…”.Vale destacar a forma que Maquiavel propõe da maneira como devem discorrer as injúrias ao povo, segundo ele “…todas de uma só vez, para que, durando pouco tempo, marquem menos…”.

Também é interessante a maneira com que os benefícios ao povo devem ser proporcionados:”…pouco a pouco, para serem melhor saboreados…”.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo IX – Do principado civil
O que se pode denominar principado civil, sendo que não é necessário grande valor ou fortuna, mas sim astúcia. Este é alcançado pelo favorecimento dos grandes ou do povo.

Nas cidades encontram essas duas disposições, sendo que o povo não quer ser oprimido pelos grandes e os grandes desejam comandar e oprimir o povo. A estes dois apetites produzam os efeitos; o principado, a liberdade ou a liderança.

O principado é obra do povo ou dos grandes segundo a oportunidade acolhida por um ou por outro. Os grandes percebem que não podem se opor ao povo, começam a promover a reputação de um membro do povo e o fazem príncipe. Este para se conservar no poder tem dificuldades.

Já o povo percebendo sua incapacidade de se opor aos grandes, concede prestigio a alguém e o torna príncipe, mediante sua autoridade, ser defendido. Este ajuda o povo não tendo dificuldades, pois esta cercado de outros que lhe parecem iguais.

Por outro lado aquele que atinge a condição de príncipe graças ao povo encontra-se só, não tendo em torno de si ninguém ou poucos que não estejam prontos a obedecê-lo.
Pode honestamente e sem prejuízo de outros satisfazer aos grandes, mas certamente pode-se satisfazer o povo, pois este tem uma meta bem mais honrada que os grandes, desejando estes oprimir e o povo não se deixar oprimir.

O pior que o príncipe pode esperar de um povo hostil é ser abandonado por ele; mas os grandes hostis não deve apenas temer que o abandonem, as também que o ataquem. Este príncipe deve viver sempre com o mesmo povo, mas nem sempre com os mesmos grandes.

Para um príncipe é necessário contar com a amizade do povo, caso contrario não haverá soluções nas adversidades. Um príncipe sábio deve pensar em um modo pelo qual seus cidadãos, sempre e em quaisquer circunstâncias, careçam do Estado e dele, com o que eles lhe depois sempre fiéis.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo X – Como devem ser medidas as forças de todos os principados
Os príncipes capazes de se conservarem por si só, que podem, por abundância de homens e de dinheiro, constituir um exercito forte e enfrentar qualquer assaltante. Estes exércitos devem ser regidos por leis.

Deste modo este principado terá uma cidade fortificada, mas que não se faça odiado.
A natureza humana obriga ao homem tanto benefícios feitos pelos que recebeu. Pode-se concluir que não será difícil a um príncipe prudente garantir-se de seu povo.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo XI – Os principados Eclesiásticos
Para este aparecem toda espécie de obstáculos, porque são obtidos pelo mérito ou pela fortuna, mas são mantidos pela rotina da religião.

Estas são tão forte que conseguem manter seus príncipes tenham estes à vida que for. Por este poder tais principados são considerados seguros e felizes.
É de se esperar que, se alguns fizeram o Papado poderoso pelas armas. O pontífice atual, por sua bondade e muitas outras virtudes, o faça mais forte e venerado.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo XII – Das espécies de milícias e dos soldados mercenários
Se faz necessário que um príncipe tenha fundamentos sólidos; como boas leis e princípios. Como boas leis não existem onde não há armas, portanto, as forças com as quais um príncipe conserva o sue Estado são próprias ou mercenárias auxiliares ou mistas.

As mercenárias e auxiliares são inúteis e perigosas, pois não são de fato ligadas ao príncipe, são ambiciosas, sem disciplina, infiéis, insolentes com os amigos e covardes como inimigos, não temem a Deus, nem fazem fé nos homens. Sendo assim o príncipe apenas retarda sua própria ruína.

O príncipe deve se fazer capitão, a República mandará para esse cargo um de seus cidadãos, mas sendo infeliz deve substituí-lo imediatamente. Mas se este revelar seu valor deve a República assegurar-se por meio de leis suas atribuições.

Os capitães afastavam de si e de seus soldados, o medo e o trabalho, poupando-se nos combates e fazendo-se prender uns aos outros sem resgate. A eles tudo era permitido em seu código militar, que tinha por objetivo evitar o trabalho e os perigos. Deste modo escravizaram e infamaram a Itália.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo XIII – Das tropas auxiliares, mistas e nativas
As tropas auxiliares são mandadas por poderosos em teu auxílio. Estas podem ser boas e úteis, mas em caso de derrota está abatido e em caso de vitória será seu prisioneiro.
As forças mercenárias, após uma vitória necessitam de mais tempo para causar mal, pois foram organizadas e são remuneradas por ti.

Todos os príncipes prudentes repeliam este tipo de tropas, as auxiliares, sempre preferiam suas próprias tropas para assim poder chegar a uma vitória de fato.

Com esta observação de diferentes tropas conclui-se que sem possuir tropas próprias nenhum príncipe está garantido a não ter contratempos. As forças próprias são compostas de súditos ou cidadãos, ou de servos; todas as outras são mercenárias ou auxiliares.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo XVIII – De que maneira devem os príncipes guardar a fé da palavra empenhada

O príncipe não deve ter outra finalidade nem outro pensamento, senão a guerra, seu regulamento e disciplina, pois esse é a única arte que se atribui a quem comanda.

Ela é de tal poder que não só mantém os que nasceram príncipes, porém muitas vezes eleva àquela qualidade cidadãos de condição particular. Um príncipe não versado de milícia, além de outras desventuras, como se disse, não pode ter a estima de seus soldados nem confiar neles.

Um príncipe sábio deve considerar as histórias de outros países e meditar as ações de homens ilustres, estudar as razões de suas derrotas e vitórias e jamais estar ocioso nos tempos de paz; deve isto sim, de modo inteligente, ir formando cabedal de que tire proveito nas adversidades, para estar a qualquer tempo preparado para resistir-lhes.

Os príncipes se fazem notáveis pelas qualidades que lhes trazem reprovação ou louvor. Qualquer um reconhecerá que muito louvável seria um príncipe possuísse, de todas as características tidas por boas; mas a condição do homem é tal, que não permite a posse completa delas; é preciso que o príncipe seja tão prudente que saiba evitar os defeitos que lhe tirariam o governo e praticar as qualidades próprias para lhe garantir a posse dele.

A liberalidade usada para que se espalhe a tua fama de liberal não é virtude; se ela se pratica de modo virtuoso e como se deve, será ignorada e não escaparás da má fama de seu contrário.

Portanto, não podendo usar dessa virtude sem prejuízo para si mesmo, deve ele, sendo prudente, desprezar a pecha de avaro, pois com o tempo, poderá demonstrar que é sempre mais liberal, pois verá o povo que a parcimônia do príncipe faz que lhe baste a sua receita, podendo defender-se dos que lhe movem guerra, e está deste modo sendo liberal para todos aqueles dos quais nada tira, que são muitos, e avarento para aqueles aos quais nada dá, que são muitos poucos.

É mais prudente ter fama de miserável, o que acarreta má fama sem ódio, do que, para ter fama de liberal, ser elevado a incorrer também na de repasse, o que constitui infâmia odiosa.

Cada príncipe deve querer ser considerado piedoso e não cruel; não obstante, deve cuidar de empregar de modo conveniente essa piedade. Não deve, pois, importar ao príncipe a pecha de cruel para conservar seus súditos unidos e com fé, porque, com pequenas exceções, ele é mais piedoso do que por excesso de clemência deixam que surjam desordens, das quais podem se originar assassínios ou rapinagens.

É que tais consequências prejudicam todo o povo e as execuções prejudicam a um só. Muito mais seguro é ser temido que amado quando seja obrigado a falhar numa das duas. Os homens hesitam menos em ofender aos que se fazem amar, do que aqueles que se tornam temidos.

Deve-se o príncipe fazer-se temido de modo que, se não for amado, ao menos evite o ódio, pois fácil é ser ao mesmo tempo temido e não odiado.

Portanto, um príncipe sábio ama os homens como querem ser amados, e sendo temido por eles como queira, deve firmar-se no que é seu e não sobre o alheio. Enfim, deve apenas evitar ser odiado.
Há duas formas de combater: uma, pelas leis, outra pela força. A primeira é natural do homem, a segunda dos animais.

Ao príncipe se faz preciso, porém, saber empregar de maneira conveniente o animal e o homem, e uma desacompanhada da outra é origem da instabilidade.
Não pode um príncipe de prudência, nem deve, guardar a palavra empenhada quando isso lhe é prejudicial e quando os motivos que o determinarem deixarem de existir.

Um príncipe não pode seguir a todas as coisas tidas como boas, sendo muitas vezes obrigado, a agir contra a caridade, a fé, a humanidade, a religião.
Nas atitudes dos homens, sobretudo dos príncipes, importa apenas o êxito bom ou mau.

Trate, portanto, de vencer e conservar o Estado, pois os meios que empregar serão sempre julgados honrosos e louvados, pois o vulgo se deixa levar por aparências e pelas consequências dos fatos consumados, e o mundo é formado pelo vulgo, e não haverá lugar para a minoria se a maioria não encontre lugar para se apoiar.

O Príncipe de Niccoló Machiavelli: Capítulo XIX – De como se deve evitar o desprezado ou odiado
O príncipe procura evitar coisa que o faça odioso ou desprezível e sempre que agir assim, cumprirá seu dever não achará nenhum perigo nos outros defeitos. O que o torna sobretudo odioso é o ser rapace e usurpador dos bens e das mulheres e de seus súditos.

Torna desprezível o ser tido como volúvel, leviano, efeminado, covarde e irresoluto. Tais coisas devem ser evitadas do mesmo modo que o navegante evita um rochedo.
Deve ele fazer que em suas ações se reconheça a grandeza, coragem, gravidade e fortaleza, e quanto às ações particulares de seus súditos deve fazer que sua presença seja irrevogável, portando-se de modo tal que ninguém pense enganá-lo ou fazê-lo mudar de ideia.

Deverá defender-se destes com boas armas e bons aliados, e tendo armas sempre terá bons amigos. Os negócios internos, por seu turno, estarão estabilizadas se estabilizadas estiverem as coisas de fora, a não ser aqueles que já estejam perturbados por uma conspiração.

A propósito dos súditos deve-se recear que sempre conspirem em segredo, e se tiver conseguido que o povo esteja satisfeito com ele.
A um Príncipe pouco se deve importar as conspirações se ele é querido do povo, pois se este é seu inimigo e o odeia, deve temer tudo e todos. Deve-se estimar os poderosos, porém não se tornar odiado pelo povo.

E é preciso que se note que o ódio se adquire ou pelas ou pelas más ações. Por isso, um Príncipe desejando conservar o Estado, é frequentemente obrigado a não ser bom, porque quando aquela maioria, seja povo, senado ou grandes, de que julgas ter precisão para conservar no poder, é corrupta, é conveniente que sigas o seu pensador para satisfazê-la e, assim, as boas ações são prejudicadas.

É de se notar neste ponto que assassínios, deliberados por homens obstinados são impossíveis de serem evitados pelos Príncipes porque todo o que não tiver medo da morte poderá executá-los não deve, entretanto, o Príncipe amedrontar-se pois são raríssimos.

Deve somente evitar, não injuriar gravemente algumas das pessoas que se utiliza e que tenha ao seu lado a serviço de seu governo, como fez Antonino. Tinha este assassinado de modo indigno um irmão daquele centurião, e ameaçada ainda a este diariamente, mas, obstante isso, manteve-o na sua guarda, o que era coisa temerária e capaz de arruiná-lo como sucedeu.

Contudo, quem observar o que foi narrado, entenderá que o ódio e o desprezo foram motivos da ruína de muitos imperadores e conhecerá ainda os motivos pelos quais alguns deles, agindo de uma forma e outros de modo contrário, alguns terminaram bem e outros tiveram triste fim.

 

 

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