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O Retrato de Érico Veríssimo

 

Resumo O Retrato de Érico Veríssimo

Dividido em quatro partes, O Retrato de Érico Veríssimo, conta a história da família Terra Cambará até 1945, completando junto com O Arquipélago  mais 50 anos da história do RS.

O Retrato de Érico Veríssimo – Rosa-dos-ventos conta da chegada de Rodrigo Cambará do RJ logo após a deposição de Getúlio Vargas em 1945, visto apenas sob o ponto de vista dos habitantes da cidade fofocando sobre seu passado e sobre sua atual situação de saúde, política e família, com opiniões variadíssimas.

Aparece aqui a explicação para o título do livro: o retrato é uma pintura feita por um pintor de Rodrigo com vinte e quatro anos em que a própria personalidade de Rodrigo, junto com seu passado presente e futuro, parece transpirar.

O Retrato de Érico Veríssimo – Chantecler mostra o jovem Doutor Rodrigo Terra Cambará chegando a Santa Fé em fins de 1909, idealista, pensando em revolucionar a cidade.

Sua primeira empreitada é a campanha civilista pelo candidato Rui Barbosa para presidente, pela qual ele funda o jornal A Farpa.

Usando “A Farpa” Rodrigo e seus amigos, especialmente o pintor espanhol anarquista Pepe Garcia, que como o Doutor Winter se sente preso misteriosamente a Santa Fé. Pepe trabalha como tipógrafo n’A Farpa e Rodrigo escreve artigos em favor de Barbosa. Mas Hermes da Fonseca vence a eleição e Rodrigo se desilude com a política.

Rodrigo também age com um desprendimento total em relação a dinheiro, presenteando e ajudando muitos, como o jovem Marco a quem ele dá dinheiro para começar uma fábrica, e os vários pobres das favelas de Santa Fé aos quais ele atende gratuitamente, distribuindo comida e alimentos no inverno, apesar da reprovação do anarquista Pepe e de seu positivista amigo, o Tenente Rubim.

No plano romântico Rodrigo se enamora de Flora e corteja-a do modo tradicional, muito a contragosto. Sua carne é fraca, no entanto, e ele acaba por se deitar algumas vezes com uma jovem Caré tal qual o pai e outras jovens.

Mas ainda assim continua pensando em sua Flora, filha de um arruinado estancieiro, Aderbal Quadros.

Também deve se destacar que Santa Fé está toda preocupada com a passagem do cometa Halley, já que diziam que este destruiria a Terra ou envenenaria a todos com sua cauda.

Em O Retrato de Érico Veríssimo, o título deste segmento, Chantecler, deve-se ao personagem de uma peça de Rostand que estreia em Paris durante esta época, no qual o personagem principal é um galo imponente que se ilude achando que o sol não nasce sem o seu cantar, tal qual Rodrigo se vê como uma figura capaz de corrigir todos os males de Santa Fé. E é também o nome do perfume de Rodrigo.

O Retrato de Érico Veríssimo – A sombra do anjo conta a história de Rodrigo já casado e com dois filhos em 1914-15, numa Santa Fé sem Pepe e com adversários inertes. Rodrigo continua fazendo clínica e morando na cidade, enquanto o pai e o irmão passam a maior parte do tempo no Angico, a fazenda da família.

O que move a história é, no plano político, a candidatura ao Senado do Marechal Hermes da Fonseca, seu desafeto, e no plano pessoal a paixão que Rodrigo sente por Toni Weber.

A família Weber é uma família de músicos austríacos que chegam a Santa Fé, com quem Rodrigo primeiro não simpatiza por serem da pátria aliada à Alemanha a quem odeia em tempos de guerra.

Mas após ouvi-la passa a simpatizar com ela e se apaixona por Toni. Quando estes são roubados por seu empresário, Rodrigo arranja que possam permanecer na cidade, trabalhando no cinema à custa de Rodrigo.

Numa das visitas ao Sobrado ele finalmente conquista Toni, que também o ama.

Eles passam a se encontrar, pouco mas intensamente na casa dela. Um dia ela vai ao hospital de Rodrigo (ele clinicava lá e o doutor Carbone operava) e conta a ele que está grávida. Rodrigo pensa em aborto, em casa-la, em tudo.

Mas nada adianta, pois quando ela está para se casar com um colono, ela se mata. Rodrigo confessa ao irmão e ao padre, que cuidam dele.

Quando ele vai para o Angico, tenta disfarçar mas acaba contando ao pai, que se desaponta com ele. Rodrigo fica então em sua cama, quase enlouquecido, pensando, delirando, com o mal que fizera àquela que ama.

O Retrato de Érico Veríssimo – Uma vela para o Negrinho conta já em 1945 sobre os filhos de Rodrigo Cambará reagindo a conjuntura político-familiar do momento.

Floriano está a visitar o cemitério e vê a tumba de Toni Weber sem conhecer a história por trás da moça, pensando numa história para escrever. Fala com Pepe no bar, que diz que Rodrigo o traiu e traiu o Retrato.

Depois começa a inventariar a família e a pensar no irmão mais novo, o comunista Eduardo. Eduardo está enquanto isto a fazer um discurso comunista na praça a frente do Sobrado enquanto Rodrigo convalesce.

Após o discurso Floriano e Eduardo discutem e Rodrigo chama Eduardo para conversar. Floriano vai até o pátio com Maria Valéria, que acende uma vela para o Negrinho do Pastoreio (reza a tradição que ele acha o que foi perdido) para que os Terra Cambará encontrem o que perderam.

Leia a biografia de Érico Veríssimo

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O Retrato de Érico Veríssimo

Publicado em:Resumos de livros

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