Menu fechado
A Ação Militar na China Revisão de História por Vestibular1

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Ação Militar

 

História: A Cultura Chinesa e A Ação Militar

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: A Cultura Chinesa e A Ação Militar

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Ação Militar

 

A Cultura Chinesa e A Ação Militar

Em outubro de 1950, tropas do Exército de Libertação Popular invadiram e ocuparam o Tibete, que se tornou uma região autônoma da China em 1965. Em outubro, as tropas do Exército de Libertação Popular aliaram-se aos norte-coreanos que lutavam contra as forças da Organização das Nações Unidas, na Coréia. A China também ajudou os comunistas da Indochina a lutar contra os franceses.

Logo depois do final da Guerra da Indochina, em 1954, os comunistas chineses começaram a bombardear as ilhas ocupadas pelos nacionalistas. As forças nacionalistas retiraram-se das ilhas de Tachen e Nanchi, em 1955. Em 1958, a artilharia chinesa atacou Quemoy e Matsu, duas outras ilhas ocupadas pelos nacionalistas. A República Popular da China ameaçou, repetidas vezes, invadir Taiwan, o principal reduto nacionalista.

Mais ou menos na década de 1960, a China já era novamente uma importante potência mundial. Em 1962, como resultado de uma séria disputa de fronteira, os exércitos chineses penetraram bastante na Índia. A Índia resistiu e pediu ajuda a outras nações. As forças chinesas retiraram-se finalmente.

Durante a década de 1960, a China deu início a um programa de larga escala de auxílio econômico e militar a muitos países asiáticos, africanos e latino-americanos. Conselheiros chineses ajudaram a treinar os exércitos de Cuba, do Vietnã do Norte e da Indonésia. A China fornecia armas e equipamentos aos rebeldes comunistas em algumas localidades da África e da Ásia.

 

A Cultura Chinesa e Cisão com a URSS

Em 1956, o secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), Nikita S. Kruschev, anunciou uma política de “coexistência pacífica” com o bloco capitalista. A URSS recusou-se a apoiar a invasão chinesa à Índia. Os líderes chineses acusaram Kruschev de estar abandonando os objetivos comunistas.

O presidente Mao Tsé-Tung declarou que a guerra com o bloco capitalista era inevitável e acusou a URSS de estar com medo do “tigre de papel” (o bloco capitalista).
A China e a URSS entraram em desacordo com relação às fronteiras chinesas com a Mongólia e com a própria URSS Discordaram também sobre a política adotada em relação a outros países socialistas, como a Albânia, a Polônia e Cuba. Em 1964, Chu En-Lai afirmou que a China estabeleceria seu próprio bloco de países socialistas. Em 1969, a China e a URSS mantiveram diversos conflitos de fronteiras.

Na verdade, o que estava em jogo era que Nikita S. Kruschev havia tentado enquadrar a República Popular da China nas diretrizes de Moscou e isso provocou o rompimento entre a China e a URSS Afinal, desde a década de 1930, o PCC havia estabelecido uma verdadeira autonomia em relação à URSS A Guerra no Vietnã começou a se agravar no início de 1965, quando as forças norte-americanas uniram-se às sul-vietnamitas para bombardear as bases vietcongues.

A China apoiou os vietcongues com armas e consultores militares. Os chineses explodiram sua primeira bomba atômica em 1964, e a primeira bomba de hidrogênio em 1967. Em 1970, a China realizou com sucesso o teste do seu primeiro míssil intercontinental com ogiva nuclear e lançou o seu primeiro satélite espacial.

Estude na sequência:
A Cultura Chinesa e A Revolução Cultural
A Cultura Chinesa e A Morte de Mao Tsé-Tung
A Cultura Chinesa e O Massacre da Praça da Paz Celestial
A Cultura Chinesa e Made in China
A Cultura Chinesa e As Relações com os EUA

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Ação Militar

Publicado em:História,Matérias,Revisão Online

Você pode gostar também