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Revisão de Geografia: A Floresta Atlântica por Vestibular1

Revisão de Geografia: A Floresta Atlântica 2

 

Geografia: A Floresta Atlântica 2

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: A Floresta Atlântica 2

Revisão de Geografia: A Floresta Atlântica 2

 

Floresta Atlântica 2

 

Ademais, a exploração dos recursos florestais tem-se mostrados surpreendentes a cada momento e poderá ser incrementada. Da exploração de sua enorme diversidade vegetal tem sido possível desenvolver projetos locais de desenvolvimento, fixando e dando oportunidades às suas comunidades carentes. De sua biodiversidade tem saído descobertas farmacológicas imprescindíveis à humanidade.

De sua população nativa temos obtido informações diretamente relacionadas a estas novas descobertas. Dos seus recursos pesqueiros depende a sobrevivência de milhões de pessoas. Podemos observar ainda que da utilização racional e sustentada da beleza cênica de muitos de seus recantos estará o futuro do ecoturismo mundial, empregando milhões de pessoas com geração de uma rica economia. O que mostra o uso múltiplo que podem e devem ter.

Porém, se não preservarmos também intocáveis grandes extensões de nossas florestas, como unidades de conservação, tornar-se-á impossível mantermos esse nosso riquíssimo patrimônio para as gerações vindouras e o futuro das florestas estará totalmente comprometido.

 

A Floresta Atlântica 2: Informações:
– Na Região Neotropical que compreende o continente americano estão 57% das florestas tropicais e equatoriais do planeta, calculando-se que 37% dos répteis, 47% dos anfíbios, 27% dos mamíferos, 43% dos pássaros e 34% de todas as plantas ocorrem nesta região (Projeto Parques e Reservas, do Ministério do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal para o PP-G7. vol.1).
– Em seu mapa da biodiversidade mundial, a Conservation Internacional (IC) aponta o Brasil como o país de maior biodiversidade do planeta.
– O maior primata das Américas, o Monocarvoeiro (Brachyteles aracnoides; Muriki) vive exclusivamente na Mata Atlântica.

 

A Floresta Atlântica 2: Óxido de Nitrogênio

Óxido de nitrogênio, simbolizado na Química por NO, o óxido de nitrogênio é a família de compostos que representa os diversos óxidos (NO, NO2, etc.) encontrados no ambiente. Os óxidos podem ser produzidos de duas formas, através de atividades naturais, como erupções vulcânicas, relâmpagos, atividades das bactérias no solo, ou através da combustão, geralmente causadas por atividades humanas.

As emissões de NO podem ter diferentes origens, tanto urbanas como rurais. Os motores de automóveis, caminhões e ônibus que possuem motores de combustão interna, fornos industriais e incineradores são os maiores emissores nas áreas urbanas. As indústrias de cal, fertilizantes e as grandes queimadas são as principais fontes periurbanas e rurais. Esse poluente ataca principalmente as vias respiratórias e pode causar eventuais nevoeiros quando se encontra em alta concentração na atmosfera.

 

A Floresta Atlântica 2: Região Norte

Na região Norte do Estado do Paraná, as matas de perobas e outras espécies de madeiras de lei foram extintas, sem o devido aproveitamento nas serrarias, porque o objetivo era a ocupação da área com plantação de cafezais.
As áreas desmatadas da Floresta Amazônica, da Mata Atlântica e do Cerrado somam 2,5 milhões de km2 (250 milhões de hectares) – quase 30% do território brasileiro, ou a soma das superfícies formadas pelos Estados das Regiões Nordeste e Sudeste. Os técnicos florestais estimam que o desmatamento, em todo o território é superior a 300 milhões de hectares de matas.

O desmatamento e as queimadas da região Amazônica constituem as mais sérias preocupações dos ambientalistas, há já algumas décadas, por acarretar desequilíbrios imprevisíveis ao ambiente, com consequências desconhecidas. Nesta região estão sendo desmatadas as reservas de mogno, castanheiras e seringueiras.

Salinização de um terreno é, também, um processo de degradação que, no aspecto geral, se assemelha a uma área- desertificada, pela ausência de vegetação. Representa um prejuízo, sob o ponto de vista da perda de terreno para uso agropecuário.

Na região do Nordeste observa-se, mais acentuadamente, este tipo de solo estéril, resultante de sal na superfície. Entre os fatores que contribuem para o fenômeno estão as características do solo e do subsolo, qualidade da água, despreparo técnico do agricultor irrigante e condições climáticas (elevada evaporação).

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Publicado em:Geografia,Matérias,Revisão Online

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