A nova ordem mundial - Vestibular1

A nova ordem mundial

Revisão de História: A nova ordem mundial

 

História: A nova ordem mundial

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: A nova ordem mundial

Revisão de História: A nova ordem mundial

 

A nova ordem mundial

Desde a queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, um dos assuntos mais discutidos, na imprensa e nos círculos acadêmicos, é a emergência e uma nova ordem mundial. O que acontece nessa tão Falada nova ordem? Quando ela se definiu e o que traz realmente de novo?

A nova ordem internacional apresenta basicamente duas facetas, uma geopolítica e outra econômica. Na geopolítica e outra econômica. Na geopolítica, a grande mudança foi o fim da Guerra Fria e, consequentemente, da bipolarização de poder entre as duas superpotências, Estados Unidos e União Soviética e dos blocos militares rivais por elas comandados.

Com isso, abriu-se espaço para um mundo multipolar onde as potências se impõem mais por seu poder econômico do que bélico. Na economia, grande fato ovo é o aprofundamento do processo de globalização e a formação de blocos econômicos supranacionais.

 

A nova ordem multipolar

Durante a Guerra Fria, num mundo bipolar, o poder estava assentado na capacidade militar das duas superpotências. Hoje, no mundo multipolar pós-guerra Fria, o poder é medido pela capacidade econômica: disponibilidade de capitais, avanço tecnológico, qualificação da mão de obra, nível de produtividade e Índices de competitividade.

Esses são os novos padrões de poder e influência no mundo, que explicam a emergência do Japão e da Alemanha (principalmente após a reunificação) à posição de grandes potências e, ao mesmo tempo a decadência da Rússia. Embora seja herdeira principal do poderoso arsenal nuclear soviético, o parque industrial russo é, em geral, obsoleto e pouco produtivo, e o país encontra-se mergulhado em profunda crise social, política e econômica.

A China tem luz própria: possui a maior população do planeta e, portanto, um gigantesco mercado consumidor potencial, além de numerosa mão de obra, muito barata, oferece facilidades para atração de capitais estrangeiros. Por isso é a economia que mais cresce no mundo atualmente, mas também enfrenta sérios problemas internos particularmente no plano político.

Assim, de longe, os países mais poderosos do mundo hoje são os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha — a Tríade —, em torno dos quais vários outros países ainda devem orbitar por muito tempo.
Outro importante aspecto da nova ordem mundial é o aprofundamento da tendência de globalização em suas várias facetas tanto em âmbito mundial quanto regional, com o fortalecimento dos blocos econômicos supranacionais.

 

Nova ordem ou nova desordem?

Muitos têm alardeado que a nova ordem mundial é a vitória do capitalismo e da democracia. Em 1989, Francis Fukuyama, filósofo e ideólogo do Departamento de Estado dos Estados Unidos, escreveu um ensaio, transformado no livro O fim da história e o último homem, decretando o fim da história.

Argumentava que a vitória do modelo político e econômico norte-americano tornaria tal modelo dominante, não havendo, portanto, mais conflitos. Que houve uma vitória dos Estados Unidos sobre a União Soviética, numa disputa de Estados rivais com sistemas político-econômicos diferentes parece não restar dúvidas.

Mas mesmo os vencedores apresentam atualmente uma série de problemas econômicos (elevado déficit público, crônico déficit comercial e elevado endividamento interno e externo), que em parte se devem à corrida armamentista.

Assim, os aspectos socioeconômicos são uma das formas utilizadas atualmente para a regionalização do planeta, embora seja uma maneira bastante genérica e muitas vezes simplificadora. Por ela, divide-se o mundo em países desenvolvidos, designados como países do Norte, e subdesenvolvidos, ou do Sul.

A fronteira entre esses dois mundos, obviamente, não é o Equador, pois essa designação não tem caráter estritamente geográfico. Na América, a linha divisória é a fronteira Estados Unidos e México; a Europa é separada da África pelo Mediterrâneo; na Ásia, o Japão é o país mais desenvolvido, porém os Tigres Asiáticos são economias emergentes; e, na Oceania, a Austrália e a Nova Zelândia se incluem no clube dos ricos.

A oposição Norte rico ou desenvolvido e Sul pobre ou subdesenvolvido é bastante esquemática. E os países do Leste Europeu, como classificá-los? Mantêm-se no “Norte” ou estão caminhando para o “Sul”? Além disso, cada vez mais o “Sul” aparece dentro do próprio “Norte”, em consequência do aprofundamento das desigualdades sociais e do aumento da imigração estrangeira.

Leia na sequência:
A ordem internacional bipolar
Processo de desenvolvimento do Capitalismo
Sistema socialista
Início da Guerra Fria
Colapso do Socialismo
Revisão de História: A nova ordem mundial

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