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Revisão de Atualidades: Acordos Econômicos 2

 

Atualidades: Acordos Econômicos 2

Resumão – Revisão da Matéria de Atualidades – Revisando seus conhecimentos
Atualidades: Acordos Econômicos 2

Revisão de Atualidades: Acordos Econômicos 2

 

Acordos Econômicos 2
Asean – Associação das Nações do Sudeste Asiático

No final do ano passado em Cingapura, líderes asiáticos injetaram uma dose de realidade ao plano de integração econômica regional, alertando que a criação de uma zona de livre comércio na Ásia era um projeto de longo-prazo.

Os 10 membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), ao final de três dias de conversações, também reconheceram que o plano de formar um grupo político com o Japão, China e Coréia do Sul não sairia do papel tão cedo. “Todos os líderes entendem que essas são meras ideias que devem ser estudadas e cuja implementação se dará a longo-prazo”, afirmou o primeiro-ministro de Cingapura, em uma coletiva de imprensa.

O premiê da Malásia, concorda. “Achamos que existe a possibilidade de uma zona de livre comércio e investimento, mas isso não ocorrerá tão logo”, disse ele. As precauções de Goh contradizem seu tom exaltado no dia anterior, quando sugeriu “duas grandes ideias” de uma zona de livre comércio e ligações institucionais com o Nordeste Asiático, que emergiram do encontro dos líderes da ASEAN com os três importantes vizinhos.

Goh, em particular, afirmou que a precipitação poderia arruinar a ASEAN. As economias da China, Japão e Coréia do Sul, combinadas, produzem cinco vezes mais do que os parceiros pobres do Sudeste Asiático. “Há, claro, o risco da ASEAN desaparecer”, disse Goh. “Se compararmos os membros da ASEAN com o Leste Asiático, nós somos completamente inexpressivos economicamente.”

Goh acredita que, no momento, a ASEAN deve se concentrar na integração de seus quatro membros mais pobres — Laos, Camboja, Vietnã e Mianmar — que não tinha se juntado ao grupo, de 33 anos, até 1990. Mahathir completou: “Precisamos identificar os problemas e preocupações de nossos parceiros para assegurar que essas ideias não serão prejudiciais para alguns dos nossos membros menos desenvolvidos.”

Sérias considerações sobre a criação de uma área de livre comércio, seja com a China apenas ou com os três parceiros do Nordeste Asiático, irá obrigar primeiramente a ASEAN a liberar suas economias e concluir sua própria zona de livre comércio.

Isso já representa uma tarefa complicada aos países que ainda não se recuperaram completamente da crise de 1997, que levou a região a uma crise profunda.

BENELUX – (Bélgica, Nederland – ou países baixos – e Luxemburgo): tratado firmado entre esses três países, estabelecendo o livre comércio entre eles e transformando as três unidades políticas em uma só unidade econômica.
CECA – (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço):
Tratado que estabeleceu o livre mercado desses produtos entre os países-membros: Alemanha Ocidental, França, Itália e os países do Benelux.
CEI – Comunidade de Estados Independentes
Constituída pelos países originários da ex-União Soviética (com exceção das três nações bálticas), cujos membros totalizam doze Estados Nações: Rússia, Armênia, Azerbaidjão, Belarus, Cazaquistão, Geórgia, Moldávia, Quirguízia, Tajiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Uzbequistão.
Esses países tentam reconstruir suas economias e criar um mercado comum inspirado no exemplo da Europa, pois interdependência que possuem é muito grande.

COMECON
Procurando integrar economicamente o Leste europeu, foi fundado em 1949 o Comecon – Conselho de Assistência Econômica Mútua – do qual faziam parte União Soviética, Alemanha Oriental, Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Romênia e Bulgária.

O Comecon visava a integração econômica de seus países-membros, através da utilização de recursos disponíveis no Leste europeu, e o encaminhamento da direção industrial a ser tomada pelos países-membros quanto ao que deveriam produzir. Nos países socialistas em fase de implantação industrial, a industrialização restringiu-se ao setor de base, caso da siderurgia e de equipamentos (maquinários agrícolas, industriais e de transportes).

O processo de implantação do socialismo sofreu forte resistência nesses países, principalmente no que diz respeito à coletivização das terras, provocando um intenso desgaste político. A Albânia e a Iugoslávia conseguiram implementar mudanças sem a interferência direta da União Soviética, devido à existência de poderosas lideranças internas, surgidas durante a luta de resistência à ocupação nazista de seus territórios.

Graças a isso, alcançaram uma posição de relativa independência dentro do bloco socialista, nos anos em que a União Soviética tinha essa área sob sua esfera de influência. O Comecon visava à cooperação econômica mútua dos países do Leste europeu. As destruições provocadas pela guerra foram mais intensas na Europa Oriental, o que tornou o processo de reconstrução mais árduo que na Europa Ocidental.

Comesa – Mercado Comum dos Países do Leste e Sul da África
Inclui dezoito países: Moçambique, Namíbia, Ruanda, Somália, Suazilândia, Tanzânia, Uganda, Zâmbia, Zimbábue, Angola, Burundi, Camarões, Djibuti, Etiópia, Quênia, Lesoto, Malavi e Ilhas Maurício.

NAFTA
Fundado em agosto de 1992.
O tratado prevê a abolição progressiva das tarifas alfandegárias e a criação de um mercado comum entre os Estados Unidos, o México e o Canadá.

As negociações de cada um dos parceiros do NAFTA com outros países do continente pode, na prática, ampliar em futuro próximo a área de abrangência do acordo. Tendo como vértice a economia norte-americana, o NAFTA integra em um mesmo espaço econômico parceiros muito desiguais econômica, política e demograficamente, cujas relações históricas com os Estados Unidos são igualmente diferenciadas.

O Canadá apresenta economia desenvolvida e diversificada, baixo crescimento vegetativo e padrão de vida elevado. Entretanto a prosperidade canadense oculta seu alto grau de dependência dos capitais e investimentos norte-americanos.

O país dispõe de uma população e de um PIB cerca de dez vezes menores que seu vizinho do sul. Isso explica a importância desigual de cada um dos parceiros na economia do outro: as exportações para os Estados Unidos representam atualmente cerca de 20% do PIB canadense, enquanto as exportações para o Canadá perfazem apenas 3% do PIB norte-americano.

Mesmo temendo a concorrência dos manufaturados mexicanos e mantendo poucas relações comerciais com o México, o Canadá busca, através do NAFTA, ampliar sua penetração no poderoso mercado de consumo dos Estados Unidos.

O México, incorporado ao acordo somente em 1994, ao contrário, apresenta profundos desníveis sociais, forte crescimento vegetativo e intensos movimentos migratórios. Não por acaso, o NAFTA prevê livre circulação de mercadorias e capitais, mas não de pessoas. O México oferece ao vizinho poderoso uma farta reserva de mão de obra barata e imensas potencialidades naturais.

A imigração ilegal é um problema para os Estados Unidos e um trunfo para os negociadores mexicanos, que, como forma de combatê-la, buscam atrair novos investimentos do vizinho rico para o seu território.

A concentração desses investimentos no norte do país – configurada em complexos industriais originados dos capitais norte-americanos e voltados para o mercado de consumo dos Estados Unidos – tem ampliado os profundos contrastes regionais que caracterizam o México.

 

Pacto de Visegrád

Outra associação internacional voltada para a integração de seus membros é o Pacto de Visegrád, na Europa oriental, que congrega a Hungria, a Polônia, a República Tcheca e a Eslováquia. São países com problemas em comum – em especial a transição da planificação para a economia de mercado – e que almejam ser aceitos pela União Europeia.

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