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Revisão de Atualidades: Acordos Econômicos

 

Atualidades: Acordos Econômicos

Resumão – Revisão da Matéria de Atualidades – Revisando seus conhecimentos
Atualidades: Acordos Econômicos

Revisão de Atualidades: Acordos Econômicos

 

Acordos Econômicos

Parece contraditório que, paralelamente à globalização, verifiquem-se processos de integração econômica regional. No entanto estes não só servem de complemento à integração global como também se tornaram parte essencial dela.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a criação de blocos econômicos e comerciais, visando ampliar os mercados nacionais estava bastante adiantada na Europa, a precursora desse processo.
A criação do Mercado Comum Europeu (MCE), em 1957, representou o coroamento de experiências integracionistas anteriores e bem-sucedidas: o Benelux, composto da Bélgica, Holanda (Países Baixos ou Netherlands) e Luxemburgo, desde 1944, e a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (Ceca), de 1952, formada pela Alemanha, França, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Estes blocos tinham a finalidade de eliminar obstáculos aduaneiros entre os países-membros.

Após as duas grandes guerras, dois regimes políticos defrontavam-se: o capitalismo e o socialismo, dando origem a uma bipolarização do mundo.

Nas últimas décadas do século XX, diversos acontecimentos modificaram o panorama e a correlação de forças internacionais. A queda do muro de Berlim, o espantoso fim da União Soviética e a crise nos países socialistas, entre outras, facilitaram, no início dos anos 1990, a hegemonia dos europeus, do Japão e, principalmente, permitiram que os EUA alcançassem um imenso poder imperial, depois da Guerra Fria.

A economia regionalizou-se com a consolidação de três centros de poder que tendem a ampliar-se, disputando o mercado global, a hegemonia econômica e política, estabelecendo uma nova ordem mundial, agora tripolar.

 

AELC (Associação Europeia de Livre Comércio)

Tratado do qual faziam parte o Reino Unido, Portugal, Espanha, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Islândia, Suíça, Liechtenstein e Áustria. Não obteve o mesmo sucesso das demais organizações, pois os interesses dos países-membros eram bastante diferenciados, dificultando a integração econômica.

A Extinção da ALALC (Aliança Latino-Americana de Livre Comércio) e o surgimento da ALADI (Associação Latino-Americana de Desenvolvimento Integrado)

O Tratado de Montevidéu (1960) criou a ALALC – Aliança Latino-Americana de Livre Comércio, em parte por inspiração dos tratados de Roma que instituíram a Comunidade Econômica Europeia, o início da integração da Europa ocidental. Essa aliança tentou intensificar as relações comerciais entre os países do continente e facilitar a penetração, nos mesmos, das empresas transnacionais dos Estados Unidos.

Devido à diversidade e à instabilidade das políticas econômicas dos países-membros. A Alalc se limitou a uma zona de preferências comerciais para as empresas transnacionais (multinacionais) e para as maiores empresas locais.

A Alalc foi extinta em 1980 sendo seguida pela Aladi (Associação Latino-Americana de Desenvolvimento Integrado), no segundo Tratado de Montevidéu (1980). A mudança aconteceu pela ampliação do enfoque de zona livre de comércio a uma área também desenvolvimentista com o estabelecimento de tarifas alfandegárias regionais.

A Aladi permanece com sede em Montevidéu e seus membros são: México, Paraguai, Peru, Uruguai, Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador e Venezuela.

 

A ALCA (Associação de Livre Comércio das Américas)

Chefes de Estado de 34 países assinaram em Miami, uma Carta de Intenções para a formação de uma área de Livre Comércio desde o Alasca à Terra do Fogo, exceto Cuba, que deverá estar concluída em breve. Recife (PE) e Rio de Janeiro sediaram, respectivamente, de 25 a 27 de fevereiro e março a 2ª e 3ª reunião preparatória.

A ALCA englobaria os países membros do NAFTA, MERCOSUL, COMUNIDADE ANDINA, MERCADO COMUM CENTRO AMERICANO E MERCADO COMUM do CARIBE além de: Chile, Rep. Dominicana, Panamá, Haiti e Suriname. O maior interessado na ALCA são os Estados Unidos que, dessa forma tentam a hegemonia econômica no Continente.

Recentemente o “Encontro dos 12” que se realizou em Brasília, foi visto pelos Estados Unidos como uma ameaça à sua posição de destaque com a criação da ALCA. A Extinção da ALALC (Aliança Latino-Americana de Livre Comércio) e o surgimento da ALADI (Associação Latino-Americana de Desenvolvimento Integrado)

O Tratado de Montevidéu (1960) criou a ALALC – Aliança Latino-Americana de Livre Comércio, em parte por inspiração dos tratados de Roma que instituíram a Comunidade Econômica Europeia, o início da integração da Europa ocidental. Essa aliança tentou intensificar as relações comerciais entre os países do continente e facilitar a penetração, nos mesmos, das empresas transnacionais dos Estados Unidos.

Devido à diversidade e à instabilidade das políticas econômicas dos países-membros. A Alalc se limitou a uma zona de preferências comerciais para as empresas transnacionais (multinacionais) e para as maiores empresas locais.

A Alalc foi extinta em 1980 sendo seguida pela Aladi (Associação Latino-Americana de Desenvolvimento Integrado), no segundo Tratado de Montevidéu (1980). A mudança aconteceu pela ampliação do enfoque de zona livre de comércio a uma área também desenvolvimentista com o estabelecimento de tarifas alfandegárias regionais.

A Aladi, permanece com sede em Montevidéu e seus membros são: México, Paraguai, Peru, Uruguai, Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador e Venezuela.

 

A APEC (Associação de Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico)

Também no sudeste e no leste da Ásia, na Oceania e na parte a América banhada pelo oceano Pacífico formou-se um imenso mercado internacional. Trata-se da Apec – Associação de Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico.

São quinze os membros fundadores da Apec:
EUA – Canadá – (Nafta)
Hong Kong, Cingapura, Taiwan e Coréia do Sul (Tigre Asiáticos)
Japão
China Popular
Brunei
Tailândia, Malásia e Indonésia.
Filipinas e Vietnã (recém-admitido)
Austrália e Nova Zelândia
México (recém-admitido – futuro membro)
Chile (recém-admitido – futuro membro)

Também o México e o Chile foram aceitos, mas na condição de futuros membros. Antes da criação da APEC falava-se muito na formação de um “bloco asiático” comandado pelo Japão, que seria a grande potência da Ásia e também da Oceania, pois já havia ocupado o antigo lugar privilegiado da Grã-Bretanha nas relações comerciais com a Austrália e a Nova Zelândia.

Mas o que ocorreu de fato foi a criação de um imenso mercado internacional onde não há um grande líder e sim dois ou três (Estados Unidos, Japão e talvez China). O oceano Pacífico, e não a Ásia, é que acabou sendo o elemento de união desse “bloco comercial”.

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