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Atos Terroristas

Revisão de Atualidades: Atos Terroristas

 

Atualidades: Atos Terroristas

Resumão – Revisão da Matéria de Atualidades – Revisando seus conhecimentos
Atualidades: Atos Terroristas

Revisão de Atualidades: Atos Terroristas

 

Atos Terroristas

Objetivos dos atos terroristas
Cabe lembrar que os objetivos dos terroristas não foi só a destruição dos símbolos do capitalismo ou do poderio militar americano. Esperavam uma reação tão emocional, tão desmedida, que resultasse no uso daquele extraordinário poder de destruição de maneira cega, brutal, em diferentes pontos do planeta.

Creio que os objetivos dos terroristas foram atingidos em parte, pois com o início do bombardeio no Afeganistão e com o apoio da Europa nesta empreitada, impõe ao Afeganistão uma saída que não é negociada internamente, tornando mais explosiva a situação da Ásia Central.

No momento o Paquistão é o elemento de apoio dos EUA na região. Se os EUA derrubarem o regime do Talibã, que criaram em colaboração com o Paquistão e Arábia Saudita ocorrerá um desnivelamento muito perigoso. O Paquistão tende a ver o Afeganistão como uma espécie de reserva territorial, que lhe serve de contrapartida na luta contra a Índia pela região de Caximira. Se ele perder essa contra partida, o foco de tensão com a Índia ficará em situação limite.

A oposição do Talibã, a chamada Aliança do Norte, é uma criação artificial. Não há nenhuma garantia de que possa se manter como unidade confederada. Logo a intervenção americana poderá criar problemas ainda maiores.

Henry Kissinger, o mais qualificado a falar no assunto, por ter participado do governo americano na Guerra do Vietnã, fala: “Foi uma ação integrada, que deve ter uma resposta integrada”. Não adiantaria apenas um golpe de retaliação. Quem fez isso tem recursos substanciais, organização e apoio. Não bastaria caçar os terroristas e punir. Os Estados Unidos teriam de neutralizar os governos que abrigam ou encorajam o terrorismo internacional.

 

Conflito entre Israel e Palestina.

Tanto se fala neste conflito e pouco se sabe. Na verdade, isso vem se arrastando e as principais causas dos conflitos no Oriente Médio têm sua origem na disputa por territórios. Os palestinos reclamam terras ocupadas por Israel desde a divisão da Palestina, no final da década de 40.

O objetivo é a formação de um estado independente e a disputa, ainda mais acirrada em função da religiosidade na região, tem como questão central Jerusalém. Os palestinos exigem a parte leste da cidade para capital de seu futuro Estado, entretanto os israelenses consideram a cidade sua capital santa e indivisível.

Daí rola muito pano para manga… Se vc quiser saber mais detalhes, acesse nossas apostilas do portal ou a Revisão online.
Curdos, povos seminômades que habitam o Curdistão. São muçulmanos sunitas e muitos vivem em pequenos povoados.

Falam um idioma do ramo iraniano ocidental das línguas indo-europeias.
No início da década de 90, de uma população curda estimada em 20 milhões de pessoas, mais da metade vivia na Turquia, parte do Irã, Síria e nas antigas repúblicas da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

 

Farcs

Os grupos guerrilheiros de esquerda Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC, de orientação marxista) e o exército de Libertação Nacional (ELN, guevarista) se opõem à ajuda americana, alegando que os EUA estariam utilizando o Plano Colômbia, como pretexto para uma intervenção militar no país. Segundo os guerrilheiros, os americanos querem invadir o país usando como pano de fundo o combate ao narcotráfico.

 

O Terrorismo – O Que é?

“Terrorismo” é o uso de violência sistemática, com objetivos políticos, contra civis ou alvos militares desarmados – Há Várias Formas de Terrorismo -Terroristas religiosos, que agem em nome Deus. Os mercenários, que recebem dinheiro. Os nacionalistas, que lutam pelo ideal patriótico.

Os ideológicos, que armam bombas em defesa de uma determinada visão de mundo – O Terrorismo de Estado – Apartheid na África do Sul. Ditaduras latino-americanas, nos anos 60 e 70. Israel contra os palestinos –História – Regime dos Jacobinos de Robespierre, em 1793. Assassinato do Czar Russo Alexandre II, em 1881, pela organização Vontade do Povo. Na primeira guerra, em 1914, o assassinato do arqueduto Francisco Ferdinando pelo estudante Gavrilo Prinzip, membro do Mão Negra sérvio – Começou a Ganhar Importância com Josef Stalin e Adolf Hitler.

No final dos anos 20 Stalin executou milhares de camponeses resistentes ao processo de coletivização das terras. Nos anos 30 Hitler iniciou a perseguição aos comunistas, judeus, ciganos e outras minorias étnicas (6 milhões de mortos).

A Banalização do Mal – Em agosto de 1945 os Estados Unidos realizaram o maior atentado terrorista da história em Hiroxima e Nagasaki onde 70 mil crianças, mulheres, idosos e civis inocentes foram mortos. Na Guerra do Vietnã, entre 1960 a 1970, os americanos mataram 3 milhões de inocentes.

Nos anos 60 e 70, patrocinaram ditaduras militares terroristas no Irã, na Indonésia, no Chile, na Argentina e no Brasil provocando milhares de mortes. Os Estados Unidos burlaram todas as normas básicas de convivência civilizada.

Neste contexto nasceram vários grupos terroristas que hoje são atuantes – O ataque terrorista dos Estados Unidos foi mais um na história da humanidade – Reconstruir as torres do World Trade Center não apaga a História, pois, não se coloca tudo “no seu lugar,” por um esforço de engenharia.

A Jihad de Bush – Os Estados alvos são: o Afeganistão, Iraque, Irã, Líbia e Sudão. E suas populações? Será que serão vítimas do chamado “efeito colateral”? O Que Fica – Que nenhum ser humano decente se esqueça de que a imensa maioria dos árabes ou muçulmanos não é cúmplice do crime nem regozija com ele. Lembremo-nos: nem o ocidente, nem o islamismo, nem os árabes são o “Grande Satã”.

O “Grande Satã” é personificado no ódio e no fanatismo. O que é etnocentrismo? O Que Cerca o Terrorismo e Devemos Saber – A Diáspora, Movimento Sionista, Guerra de 1948/1949 – “Uma terra sem povo para um povo sem terra”- Guerra dos seis dias – 1967, Sinai (Camp David), Hamas, HIZBOLLAH ou HEZBOLAT, Sharon – Primeiro Ministro de Israel-Tchetchênia na Rússia, Curdos, Caxemira, Timor Leste, ACEH e Molucas, OTAN, Fundamentalismo Islâmico, OLP, Força 17, Xiita, Sunita, IRA, Umma, ETA, Apartheid, Conferência de Durban Sobre Racismo, Jihad Islâmica – “Guerra Santa”- Islamismo, Judaísmo, Tiar, Setembro Negro, A Revolução Xiita no Irã, Talibã, Guerra na Bósnia e Intifada.

Não devemos ver a globalização pela mídia, pois nela as realidades são invertidas e manipuladas de acordo com os seus interesses. Globalização é uma onda que modifica hábitos e valores tentando mais e mais buscar consumidores para os produtos transnacionalizados.

Somos proibidos de pensar diferente e de sermos nós mesmos. A reunião dos globalistas na Suíça e dos não globalistas no RS provou que globalização é algo para ser discutida. Houve rebelião tecnocientífica nas prisões do Brasil. Os celulares comandaram a revolta. A volta da Mir foi sem problemas.

É bom lembrar que ela foi um mito da guerra fria. Será que o homem foi a lua como os americanos noticiaram, ou foi mais um jogo da guerra fria? O ataque dos aliados a Sadan Hussein ou ainda a morte dos albaneses na Macedônia diante das câmeras de televisão são fatos para não se esquecer.

Revisão de Atualidades: Atos Terroristas

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