Como localizar fenômenos - Vestibular1

Como localizar fenômenos

Revisão de Geografia: Como localizar fenômenos

 

Geografia: Como localizar fenômenos

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: Como localizar fenômenos

Revisão de Geografia: Como localizar fenômenos

 

Como localizar fenômenos

Centro geodésico (medida a partir de um marco de referência como Tordesilhas ou Greenwich) não corresponde, necessariamente, ao centro geográfico (aquele transformado pelo homem). Não se esqueça de que a noção de centro é sempre arbitrária, pois depende de um referencial adotado por critérios econômicos, sociais e políticos.

A confecção de mapas é ideológica. Nosso mundo atual é baseado no modelo eurocentrista. A Europa é o centro do mundo, sendo periferia tudo o que a cerca. O Norte é grande, rico e do lado de cima. Já o Sul, pequeno, pobre e embaixo. Isto se deve, ao tipo de projeções utilizadas, como a de Mercator (Projeção cilíndrica) e a cônica.

A projeção de Mercator conserva os ângulos verdadeiros, por isso é muito utilizada na navegação marítima e aérea (Países centrais). Na projeção Cônica o plano de projeção é um cone envolvendo a esfera terrestre. Na projeção plana ou azimutal (Brasil centrismo) o plano de projeção é um plano tangente à esfera terrestre sendo muito utilizada na época da Guerra Fria por Estados Unidos e URSS para mostrar suas áreas de influência, tendo como ponto central estas potências.

A projeção de Peters conserva a proporcionalidade das áreas deformando os contornos. Como nesta projeção os países do sul aparecem com suas áreas mais próximas da realidade, ela foi chamada de Projeção terceiro mundista. A projeção de Mercator e a Cônica somadas, deformam, valorizando, em muito, áreas localizadas em médias e altas latitudes, conferindo áreas mais reais aos países próximos ao Equador, porque a primeira foca o mundo numa posição centro superior, e a segunda o focaliza do polo.

A feitura de um mapa é uma questão de geopolítica e geoestratégica. Nossa visão de mundo foi fabricada e imposta. Não se esqueça: Norte, Setentrional ou Boreal / Sul, Meridional ou Austral / Leste, Oriente ou “Sol Nascente” e Oeste, Ocidente ou “Sol Poente”.

 

Deriva Continental

Com relação ao suporte físico, é bom lembrar que, Alfred Wegner (1910) propôs a teoria da Deriva Continental, baseada na analogia, principalmente, das costas Leste do Brasil com o Oeste Africano. Segundo os estudos, as placas tectônicas formam um jogo de quebra cabeças que começou a se separar há 200 milhões de anos, a partir de um grande continente chamado de Pangeia, subdividindo-se, depois, em Laurásia e Gonduwana, dois grandes continentes, sendo, Pantalassa o grande mar.

Deu origem aos dobramentos modernos, cadeias de montanhas, tais como: o Himalaia, os Alpes, os Andes e as Rochosas. Separou espécies animais, formando as bacias da Amazônia e do Pantanal. Lembre-se de que terrenos Terciários, Cenozoicos, bacias sedimentares são, em geral, depósitos de petróleo e carvão.

Já terrenos antigos, escudos cristalinos, Pré-cambrianos (anteriores a 570 milhões), são depósitos de minérios economicamente viáveis. Este é o caso dos terrenos de Goiás. Em suma, as placas tectônicas são extremamente dinâmicas ao olho geológico (milhões ou bilhões de anos). Recentemente tivemos um tremor de Terra no Brasil.

O Epicentro se deu na Cordilheira dos Andes na zona de contato (Ficção) da placa de Nazca com a placa Sul-americana. Houve grandes terremotos em El Salvador, Estados Unidos e na Índia com milhares de mortos. Este ano os abalos assolaram o Peru.
Todos estes países estão em zonas de contato de placas. E a onda que chegaria ao litoral do Brasil?

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