Contexto da Independência - Vestibular1

Contexto da Independência

História com a Profa. Zezé Contexto da Independência

 

História com a Profa. Zezé Contexto da Independência

Resumão – Revisão de Matérias – História – Revisando seus conhecimentos

História com a Profa. Zezé Contexto da Independência
Ensino de História com a Professora Zezé

Orientação de História com a Profa. Zezé Contexto da Independência:
A primeira etapa é um texto resumido.
A segunda um breve fichamento aos alunos com o que entenderam da leitura, para minha análise.
A terceira são questões dissertativas sobre o texto.
E a quarta perguntas de múltipla escolha com o gabarito

1a. Etapa de História com a Profa. Zezé Contexto da Independência:
Quadro Territorial e Político no Contexto da Independência

A Constituição do Estado Nacional de 1822 foi precedida por transformações profundas ao longo dos três séculos de vigência do regime colonial e por alguns fatos que de certa forma já fazem parte do contexto da independência.

Podemos destacar algumas dessas transformações, as de interesse maior para o nosso tema: declínio do sistema colonial (inaugurado por portugueses e espanhóis a partir de fins do século XIV), tendo atrás de si o avanço da revolução Industrial inglesa e do liberalismo econômico e político que se firmava nas principais nações europeias. No plano interno, a consolidação de uma elite econômica e política, representada pelos grandes proprietários que aspiravam ao fim do domínio português e do monopólio sobre as riquezas e o comércio. Além disso, a disseminação dos ideais liberais, entre as camadas médias urbanas, simbolizados principalmente pelo movimento da Inconfidência Mineira, além de um sentimento nacional e antilusitano entre as camadas populares.

Acresça-se a esse quadro alguns acontecimentos mais próximos do movimento da Independência: a transferência da Corte portuguesa para o Brasil e sua fixação no Rio de Janeiro e todas as medidas modernizadoras daí decorrentes, acompanhadas por uma maior centralização do poder político. Finalmente, o movimento constitucionalista em Portugal que repercutiu fortemente no Brasil, com agitações de todo tipo nas capitanias que resultaram na queda dos governadores e sua substituição por juntas eleitas: e o movimento da independência propriamente dito e a ocupação do trono pelo príncipe herdeiro, tendo atrás de si elementos destacados das novas classes dominantes, representados por figuras como José Bonifácio.

Transformações de tipo mais estrutural. Havia também um outro “pano de fundo” que integrava essas transformações de tipo estrutural. É que a configuração da nossa formação territorial no início do século XIX já apresentava algumas características que a distinguiam bastante daquela existente nos primeiros séculos de colonização. Nos extremos setentrionais e meridionais, o povoamento e a economia já haviam prosperado. Além do Pará e do Maranhão, o povoamento já havia estabelecido os seus núcleos ao longo da calha principal do amazonas, com destaque para São José do Rio Negro (atual Manaus); ao sul, como já foi dito os núcleos litorâneos e a ocupação extensiva do interior já representava uma base segura para a grande onda de povoamento durante o século XIX.

No entanto, duas modificações de grande monta alteraram substancialmente o curso da formação territorial. A primeira representada pelo deslocamento do pólo dinâmico da economia colonial do nordeste para o centro-sul, a partir da decadência relativa da atividade açucareira nordestina e do advento da mineração em Minas gerais, principalmente. A segunda, pelo deslocamento da sede do poder central de Salvador para o Rio de Janeiro, fato este ligado ao primeiro, evidentemente. Essas mudanças afetaram profundamente o curso posterior da formação e da gestão territoriais futuras.

Ocorre que a atividade mineradora, diferentemente da rural tradicional, é a atividade que se desenvolve imbricada com a vida urbana em geral. Exceto a criação de núcleos urbanos, dentre os quais se destacou Vila Rica (Ouro Preto) e, com isto, a dinamização de toda a vida econômica regional, a mineração representou, pela primeira vez, uma efetiva interiorização do povoamento de base predominantemente urbana e completamente agrária. Além disso, estabeleceu fluxos e vias de comunicação, tanto com São Paulo como com o Rio de Janeiro, criando assim as bases e/ou estruturas da constituição da futura região sudeste e do famoso “triângulo” de urbanização-industrialização deste século (São Paulo – Belo Horizonte-Rio de Janeiro).

Á época da criação do estado Nacional, era essa a situação do ponto de ista da formação territorial. No entanto, se por um lado havia se consolidado a estrutura básica dessa formação, por outro lado a persistência de algumas características da fase incial, aliadas à conjuntura política específica dos primeiros anos do Império, geraram uma espécie de fatos que sacudiram a chamada unidade nacional do país que se emancipara.

Boa Leitura / Professora Zezé
2a. Etapa de História com a Profa. Zezé Contexto da Independência:
Faça um breve Fichamento após a leitura acerca do entendimento do texto.
Fundamente alguns pontos importantes.
Ressalto que o fichamento consiste em armazenar informações relevantes. Ou seja, um resumo sintetizando o conteúdo do texto.
3a. Etapa de História com a Profa. Zezé Contexto da Independência:
Com a Constituição do Estado Nacional em 1882, ocorreram diversas transformações modificando o quadro territorial e político, principalmente com a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil. Cite algumas destas mudanças, fundamentando sua importância?
Fundamente justificando a importância da Revolução Industrial para o Brasil?
4a. Etapa de História com a Profa. Zezé Contexto da Independência:
Questões de Múltipla Escolha:
1. A economia e o povoamento haviam prosperado, trazendo o avanço notadamente no contexto da independência nos extremos.
a) Setentrional e Meridional
b) Nordeste Setentrional e Meridional
c) Setentrional ou boreal
d) n.d.a.

2 . A atividade mineradora destacou-se da rural tradicional em:
a. Tiradentes
b. Minas gerais
c. Vila Rica
d. n.d.a
3. A principal base dominante urbana do ponto de vista econômico, caracterizada no texto foi:
a. Urbanização-Industrialização
b.  Industrialização-Urbanização
c.  Ferroviária-Urbanizazação
d.  n.d.a

GABARITO:

1 – a,  2 – c,  3 – a

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