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Revisão de História: Ditadura Militar no Brasil 2 por Vestibular1

Revisão de História: Ditadura Militar no Brasil 2

 

História: Ditadura Militar no Brasil 2

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: Ditadura Militar no Brasil 2

Revisão de História: Ditadura Militar no Brasil 2

Ditadura militar no Brasil 2

Movimento militar de 1964, movimento deflagrado na noite de 31 de março de 1964, em Minas Gerais, sob o comando do general Olímpio Mourão Filho, contra o governo instituído do presidente João Goulart, que foi derrubado no dia seguinte. O movimento estendeu-se até 1985. Embora a abertura política tenha sido instaurada a partir de 1979, só em 1985 tomou posse um presidente civil, José Sarney, ainda eleito pelo Congresso Nacional de forma indireta.

Uma das principais causa foi o apoio dado por empresários, proprietários rurais e setores da classe média, o movimento reagiu principalmente às “reformas de base” propostas pelo governo com o apoio de partidos de esquerda, acusando o presidente de pretender estabelecer uma “república sindicalista”. O período caracteriza-se pelo autoritarismo, supressão de direitos constitucionais, perseguição policial e militar, e utilização da tortura para obter a confissão dos presos e sequestrados que se opunham ao regime.

A liberdade de expressão nos meios de comunicação foi suprimida mediante a adoção da censura prévia. Foi de extrema importância para os governos militares o papel desempenhado pelo Serviço Nacional de Informação (SNI), criado pelo general Golbery do Couto e Silva.

Chegando ao poder, os militares realizaram profunda alteração constitucional, promulgaram o Ato Institucional nº 1 — que cassou mandatos, suspendeu a imunidade parlamentar e direitos políticos — e promoveram a eleição, pelo Congresso Nacional, de um novo presidente, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou até 1967. Os partidos políticos foram abolidos e instalado o bipartidarismo.

A causa no campo econômico foi definido um modelo baseado no binômio desenvolvimento/segurança. O planejamento centralizado contribuiu para a estatização da economia, desempenhando o Estado atividades de gerenciamento da produção. Como ocorreu em outros países, a crise mundial da década de 1970 agravou o problema econômico brasileiro, acentuando a concentração de renda e os problemas das populações mais pobres.

Um plebiscito restabeleceu o presidencialismo. Governando entre o reformismo moderado e a ação do líder trabalhista Leonel Brizola, seu cunhado, agravaram-se os problemas políticos e econômicos, com a subida inflacionária.
Uma causa militar se deu pelos movimentos de insatisfação de militares subalternos em Brasília (1963) e Rio de Janeiro (1964) contribuíram para aumentar a pressão de líderes militares e civis contra o governo, que acabou derrubado pelo Movimento Militar de 1964.

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