Erros mais comuns da Língua Portuguesa - Vestibular1

Erros mais comuns da Língua Portuguesa

Revisão de Português: Erros mais comuns da Língua Portuguesa

 

Português: Erros mais comuns da Língua Portuguesa

Resumão – Revisão da Matéria de Português – Revisando seus conhecimentos
Português: Erros mais comuns da Língua Portuguesa

Revisão de Português: Erros mais comuns da Língua Portuguesa

 

Erros mais comuns da Língua Portuguesa

Alguns erros comuns

1) Algumas palavras terminadas em “r”.

Errado – Os profissionais são “sêniors”.
Certo – Os profissionais são seniores.

Errado – Ele morava com “gângsters”.
Certo – Ele morava com gângsteres.

Errado – Ganhei dois “pôsters” do filme.
Certo – Ganhei dois pôsteres do filme.

Errado – Estes jogadores são “júniors”.
Certo – Estes jogadores são juniores.

2) Cor, quando expressa por substantivo, não varia.

Errado – Gosto mais dos tons “pastéis”.
Certo – Gosto mais dos tom pastel.

Errado – Ganhei duas camisas “brancas”.
Certo – Ganhei duas camisas branca.

3) Concordância no plural

Errado – Perdi “o meu” óculos.
Certo – Perdi os meus óculos.

Errado – Gozei “minha” férias em dezembro.
Certo – Gozei minhas férias em dezembro.
Uso de Pronomes

Para o melhor entendimento, primeira-mente vamos relembrar o significado de pronome.

Pronomes são palavras que substituem ou acompanham outras palavras, principalmente os substantivos. Podem também retomar ou remeter a outras palavras, orações e frases expressas no texto”. (Gramática Reflexiva).

Exemplos: o menino: ele; o menino e a menina: eles; vou escrever uma carta: vou escrevê-la. Outros exemplos de pronomes: eu, tu, nós, me, lhe, se, mim, comigo, contigo, etc.

Erros mais comuns:

1) O pior deles – O refrigerante é para “mim” beber.

Mim não conjuga verbo, então o correto é: o refrigerante é para eu beber.

2) Está tudo bem entre “eu” e você.

Depois de preposição, usa-se mim ou ti. O correto é dizer: está tudo bem entre mim e você. Está tudo bem entre eles e ti.

3) É óbvio que “trata-se” de engano. O “que” atrai o pronome, então o correto é dizer: é óbvio que se trata de engano.
4) Deixei “ele” na escola.

Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser utilizzados como objeto direto. O correto é dizer: deixei-o na escola.

Por que – por quê – porquê – porque

1) Usa-se “por que” em dois casos:

1.1) Nas frases interrogativas (não no final da frase).

• Por que ele chegou tarde?
• Por que você vai jogar?

1.2) Quando for substituível por “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais”, “a razão pela qual”, “por que motivo”.

• Explique por que devo fazer essa tarefa (explique por que motivo devo fazer essa tarefa);
• As dificuldades por que passei foram muitas (as dificuldades pelas quais passei foram muitas).

2) Usa-se “por quê” quando essa expressão anteceder um ponto final.

• Chegou tarde por quê?
• Pedro não jogou hoje por quê?

3) Usa-se “porquê” quando essa expressão for antecedida de artigo.

• O porquê da questão não foi dito.

4) Usa-se “porque” nos demais casos.

• Pedro não jogou, porque estava doente.
• Chegou tarde ao trabalho, porque dormiu tarde.

 

Os mais comuns

Sentou “na” mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.

Ficou contente “por causa que” ninguém se feriu. Embora popular, a locução não existe. Use porque: Ficou contente porque ninguém se feriu.

O time empatou “em” 2 a 2. A preposição é por: O time empatou por 2 a 2. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma forma: empate por.

À medida “em” que a epidemia se espalhava… O certo é: À medida que a epidemia se espalhava… Existe ainda na medida em que (tendo em vista que): É preciso cumprir as leis, na medida em que elas existem.

O governo “interviu”. Intervir conjuga-se como vir. Assim: O governo interveio. Da mesma forma: intervinha, intervim, interviemos, intervieram. Outros verbos derivados: entretinha, mantivesse, reteve, pressupusesse, predisse, conviesse, perfizera, entrevimos, condisser, etc.

Ele foi um dos que “chegou” antes. Um dos que faz a concordância no plural: Ele foi um dos que chegaram antes (dos que chegaram antes, ele foi um). / Era um dos que sempre vibravam com a vitória.

Ministro nega que “é” negligente. Negar que introduz subjuntivo, assim como embora e talvez: Ministro nega que seja negligente. / O jogador negou que tivesse cometido a falta. / Ele talvez o convide para a festa. / Embora tente negar, vai deixar a empresa.

O processo deu entrada “junto ao” STF. Processo dá entrada no STF. Igualmente: O jogador foi contratado do (e não “junto ao”) Guarani. / Cresceu muito o prestígio do jornal entre os (e não “junto aos”) leitores. / Era grande a sua dívida com o (e não “junto ao”) banco. / A reclamação foi apresentada ao (e não “junto ao”) Procon

A feira “inicia” amanhã. Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.

Soube que os homens “feriram-se”. O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou… O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto… / Como as pessoas lhe haviam dito… / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.

Não sabiam “aonde” ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?

“Entrar dentro”. O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.

“Venda à prazo”. Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a caráter.

O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.

Chegou “em” São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.

Atraso implicará “em” punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.

Vive “às custas” do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não “em vias de”: Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.

 

“Mal cheiro”, “mau-humorado”

Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.

Preferia ir “do que” ficar.

Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.

Comprei “ele” para você.

Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser objeto direto. Assim: Comprei-o para você. Também: Deixe-os sair, mandou-nos entrar, viu-a, mandou-me.

“Aluga-se” casas.

O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.

“Tratam-se” de.

O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.

“Porisso”.

Duas palavras, por isso, como de repente e a partir de.

Não sabiam “aonde” ele estava.

O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?

Veja : Os 100 erros mais comuns

Revisão de Português: Erros mais comuns da Língua Portuguesa

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