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História: Crise no Sistema Colonial Vestibular1

Revisão de História: Crise no Sistema Colonial

 

História: Crise no Sistema Colonial

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: Crise no Sistema Colonial

Revisão de História: Crise no Sistema Colonial

 

A crise do sistema colonial

Uma era de revoluções

A Europa vivia uma época muito conturbada com o surgimento de ideias que contrariavam o Absolutismo. A modernidade que começou com o surgimento das grandes navegações que fez com que as classes dominantes apresentassem capital para a grande revolução comercial.

O renascimento e as ideias iluministas originadas no França contradiziam e iludiam todos, com os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade. Enquanto isso o antigo: a monarquia absolutista e a aristocracia rural lutavam contra o novo e assim inúmeras mudanças aconteceram por meio de revoltas da classe que era dominada em busca de seus direitos.

A Revolução Industrial

A revolução industrial teve inicio na Inglaterra, foi o conjunto de transformações econômicas, sociais e tecnológicas. Essas transformações em pouco tempo afetou outros continentes, que deu grande força ao crescimento do capitalismo.

Marcada pela grande acumulação de capital da Inglaterra, a revolução industrial concretizou com o advento da indústria e a produção em série.

Com as grandes navegações os ingleses obtiveram muitas colônias que dava muito lucro a metrópole. A classe dominante inglesa detinha muito capital que foi empregado diretamente na indústria.
Os primeiros passos para a criação das indústrias modernas foi o sistema fabril que em vez de produzir cada artesão em seu lugar, o empresário juntava muitos artesãos para produzir em um só lugar com o controle do mesmo.

Dessa maneira diminuíam-se as perdas de matéria-prima e aumentava a produção e os lucros. Os artesãos trabalhando em conjunto recebiam consequentemente, um salário que deu origem a sistema de trabalho assalariado.

Alem desses fatores a produção em série também foi estabelecida, onde cada trabalhador fazia o serviço de seu setor, dando mais velocidade ao trabalho e qualidade também. Porém a transformação mais importante dentro do campo das indústrias foi o emprego das máquinas movidas a vapor que selou a passagem da produção artesanal domiciliar para a produção em grande escala.

O pioneirismo na Inglaterra

Alguns fatores foram essenciais para que desenvolvesse na Inglaterra a revolução industrial:
1. O controle vasto do mercado consumidor, onde a população da Inglaterra cresceu muito, tornando maior oferta de mão de obra e mercado consumidor;
2. A acumulação de capital, provinda do comercio marítimo, do trafico negreiro e da exploração colonial;
3. A disponibilidade de mão de obra, em que camponeses foi expulsos do campo e foram diretamente aos centros urbanos em busca de um emprego;
4. A Inglaterra disponibilizava de um eficiente sistema bancário; disponibilidade de matérias-primas, como carvão e minério de ferro; um grupo social formado por empresários empenhados no desenvolvimento econômico (burguesia); e uma religião voltada para o enriquecimento e trabalho (calvinismo).

Dessa maneira foi instituída na Inglaterra a revolução industrial, onde a primeira indústria criada foi no campo têxtil, posteriormente espalhando para todos os campos industriais (transportes, energia, metalurgia, mineração e etc.).

Consequências da Revolução Industrial

Por um lado à revolução industrial trouxe grande prosperidade econômica, como a divisão do trabalho, a imposição do horário e disciplina ao trabalhador, além do aumento da produtividade.
Porém, somente uma classe estava sendo beneficiada, pois a classe trabalhadora ou proletária estava sendo tratada como verdadeiros escravos, trabalhando até 18 horas diárias com um salário mísero. Além disso, mulheres e crianças enfrentavam as sujas fabricas para ganhar um salário ainda pior.

A grande exploração trouxe consequências desesperadoras aos empresários, que tiveram que enfrentar grandes revoluções e quebras das maquinas pelos proletários.

Essa forma de protestar foi muito utilizada, e com o tempo medidas foram tomadas em beneficio do trabalhador, mas ainda continuava e continua até os dias atuais a exploração de menores e mulheres com salários que não da nem para a sobrevivência.

Com a grande dispersão dos ideais da revolução industrial para os outros continentes, a classe proletária cresceu rapidamente e a economia mundial também.
Contradizendo os ideais dos iluministas que queria igualdade, mas chegamos à conclusão que sempre haverá a separação de classes sociais e nunca a igualdade. Sempre existirá a classe dominante e a dominada.

Revisão de História: Crise no Sistema Colonial

Publicado em:História,Matérias

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