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Revisão de História: Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

 

História: Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

Revisão de História: Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

 

Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

Introdução

A crise balcânica de 1914 precipitou a guerra entre a Tríplice Entente e a Tríplice Aliança.
Todos acreditavam numa guerra rápida, que acabou se transformando, numa guerra de desgaste, uma guerra de trincheiras. Os adversários se equilibravam, concentrando todo o esforço nacional na produção de armas e equipamentos para suprir as forças em luta.

Pela primeira vez na Europa, toda a população foi mobilizada no sentido do esforço de guerra. Por isso o conflito foi denominado Grande Guerra.
Dois acontecimentos influíram no rumo dos acontecimentos em 1917: a revolução que tirou a Rússia da guerra e a entrada dos Estados Unidos a favor dos Aliados.
Os recursos coloniais da Entente eram variados. Os Impérios Centrais davam sinais de fraqueza. A vitória dos Aliados veio em 1918.

 

Capítulo 1  1914

A guerra começou no continente Europeu.

As causas que levaram ao conflito:
Nacionalidade, – Poneslavismo, – disputa de mercados, – revanchismo, – a desconfiança recíproca, – o instinto de sobrevivência. Cada país temia que sua existência e seu futuro estivessem ameaçados pelos outros.

Nem os povos, nem o governo desejavam realmente a guerra. Mas da mesma forma, ninguém estava disposto a acreditar realmente na paz, tanto nas relações internacionais como nas sociais.
O confronto militar entre o bloco dos aliados e o bloco dos impérios centrais, além de confronto imperial pela hegemonia na Europa e pelo domínio dos maus, significa também um acirrado conflito econômico pelo controle dos mercadores, simultaneamente, uma oportunidade de luta por um complexo conjunto de reivindicações nacionais, coloniais, territoriais.

Os Estados, governos, os partidos políticos, as instituições e movimentos culturais, as igrejas, a imprensa, os filósofos e líderes intelectuais intervêm – cada um seu modo e conforme suas possibilidades – na tentativa de finalizar e dar um sentido à guerra.

A prova vitoriosa da força e da vontade do Estado seria talvez suficiente para legalizar a guerra.
Agosto de 1914 ficou como um momento único e inesquecível, em que se realizou a passagem da paz a guerra e a entrada dos países europeus num quadro de destruição.

 

Capítulo 2 1915

Aqui as autoridades militares se questionaram como “programar” essa multidão de soldados jogados sem preparação no horror das trincheiras em meio às bombas e gases asfixiantes.
A infantaria, a metralhadora e a trincheira. Elas constituem os fatores dominantes dessa guerra, tanto no ponto de vista da técnica militar propriamente dita como do impacto nas sensibilidades e na vivência dessa experiência sanguinária.

A própria guerra torna-se uma atividade econômica completa, oferecendo incentivo e mercado seguro para grande número de mercadoria, num entrosamento cada vez mais estrito entre interesse público e privado, iniciativa individual. A natureza desta guerra exige um tipo de soldado condenado ao espírito gregário e à passividade, com as virtudes que isso implica: aguentar o cansaço, esperar e resistir.

Uma forma latente e não declarada de insubordinação pode fermentar por trás dessas tentativas de distanciamento e de salvação pessoal diante da morte, que consistem em se deixar possuir uma “loucura” que pode atravessar todos os estágios, desde a “doença” observável pela medicina até a simulação demonstra dor ou presumida.

Na guerra, os riscos psíquicos ligados à identidade dos homens com sua unidade são evidentes. Era, porém, uma reação quase necessária, dada a quebra efetiva com o ambiente da pátria. Esta identidade permitia vir na morte de cada camarada a perda de uma parte de simismo.

 

Capítulo 3 1916

Uma história diplomática, político e militar mais ou menos tradicional está sempre presente. Ela fixou a cronologia dos acontecimentos nos vários fronts e abocalou os fatos políticos do complexo tabuleiro internacional.

A mudança no modo de vida de caracteriza por uma regressão ao passado, que a muito, consideravam, até então, superado para sempre.
Pela primeira vez, mesmo as cidades distantes do front serão dramaticamente envolvidos no conflito.
A Imprensa e a correspondência ambas refletem a tentativa desesperada de continuar a comunicação entre pessoas vivendo em mundos tão diferentes e de tão difícil contato, mesmo quando as condições materiais, em especial a pressão da censura e da propaganda, não colocavam obstáculo ao fluxo de mensagens ansiosas que continuamente se cruzavam.

Os que perdem o senso da normalidade neste “novo mundo” marcado pela vizinhança obsessiva da morte imaginavam que retaguarda tudo ficou como antes: um universo estável e familiar. Na verdade, o mundo dos civis também foi profundamente transformado.
Nos países onde o módulo feminino de inspiração católica é menos forte e o processo de emancipação das mulheres mais avançadas, o objetivo de igualdade homem – mulher sugere às associações feministas demonstrar a maturidade e confiabilidade das mulheres na política. Elas demonstram então uma adesão à guerra.

Elas proclamam sua lealdade, sua adesão ao esforço nacional, e se declaram prontas a levar-lhe a sua contribuição.
A organização do front interno torna-se então determinante. É preciso conseguir desenvolver e manter uma máquina de produção que puxe toda a economia de um país e forneça instrumentos aos combatentes.
Milhões de mulheres entram pela primeira vez nas grandes fábricas para completar ou substituir a mão de obra masculina.

No nível internacional, é o fim da livre troca de mercadorias. No interior da Entente criam-se novos organismos para conduzir uma política comum de suprimentos vindos de outros países.

Leia também: Revisão de História Primeira Guerra Mundial 1917 à 1918

Revisão de História: Primeira Guerra Mundial 1914 à 1916

Publicado em:História,Matérias

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