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Revisão de Biologia - Bioterrorismo por Vestibular1

Revisão de Biologia: Bioterrorismo

 

Biologia: Bioterrorismo

Resumão – Revisão da Matéria de Biologia – Revisando seus conhecimentos
Biologia: Bioterrorismo

Revisão de Biologia: Bioterrorismo

 

Bioterrorismo, vírus e bactérias usados como armas mortíferas. Conheça um pouco mais sobre essas tão temidas armas. Os temores de ataques biológicos fazem com que as pessoas fiquem precavidas.

Armas biológicas poderosas
As primeiras experiências para transformar micro-organismos em armas de guerra começaram na década de 1920. De lá para cá, o avanço tecnológico permitiu que vírus e bactérias se tornassem tão ou mais letais quanto mísseis, tanques e explosivos.

Muito além do antraz. Entre as várias armas biológicas desenvolvidas pelo homem no século XX, o antraz é uma das menos letais. Já nas primeiras investidas de norte-americanos e soviéticos na área, ainda na década de 1920, produziu um resultado bem mais mortal: uma toxina do botulismo tão concentrada que, com apenas meio quilo, seria possível matar um bilhão de pessoas.

O primeiro ataque bioterrorista nos Estados Unidos aconteceu em 1984, quando os seguidores do grupo Rajneeshe – culto budista devotado ao amor, à beleza e ao sexo livre – contaminaram um supermercado e vários restaurantes com a bactéria salmonela, em The Dalles, Estado do Oregon. Ninguém morreu, mas 750 pessoas ficaram gravemente doentes.

Guerra Fria

Nas décadas posteriores ao final da Segunda Guerra Mundial, as pesquisas continuaram, tanto no lado americano quanto no soviético. O programa soviético permaneceu desconhecido até 1995, quando agentes de Washington visitaram campos de produção de germes no Cazaquistão. Encontraram material suficiente para produzir 300 toneladas de antraz em 7 meses. Com a dissolução da União Soviética, essa tecnologia foi repartida entre vários países e grupos. Durante a Guerra do Golfo, por exemplo, os norte-americanos descobriram o programa de armamento biológico no Iraque.

Guerra biológica

Apesar do desenvolvimento obtido na área de armamentos biológicos, até hoje foram raros os casos em que exércitos usaram esses recursos contra os inimigos. Não por questões humanitárias, mas pela dificuldade de evitar que os agentes biológicos ataquem os dois lados da contenda, indiscriminadamente. Esse tipo de preocupação, no entanto, não existe no caso de um ataque terrorista, pois o objetivo seria provocar pânico e mortes sem discriminação.

As principais armas produzidas
Além do antraz, outras bactérias, vírus e toxinas são usadas como armas biológicas. Conheça algumas delas.
Vinda das pulgas. Febre, dores de cabeça e fraqueza. Esses são os principais sintomas da peste, causada pela Yersinia pestis, agente infeccioso encontrado em roedores silvestres e domésticos e transmitido para o homem principalmente por picadas de pulgas. Se não tratada com antibióticos dentro de 24 horas após o primeiro sintoma, pode levar ao choque ou à morte.

Muito letal é a toxina botulínica é a substância mais potente e letal conhecida pelo homem. Produzida pela bactéria Clostridium botulinum pode contaminar por meio da inalação ou da ingestão de alimentos ou água contaminada. Os primeiros sintomas acontecem entre seis horas e duas semanas após a contaminação e incluem visão dupla, boca seca, modificação da voz e fraqueza muscular que começa na cabeça e se espalha por todo o corpo. A morte pode ocorrem em 24 horas e é provocada pela paralisia dos músculos respiratórios. Pode ser prevenida com vacinas e é tratada com antitoxina botulínica.

Ameaça oculta

A doença é popularmente conhecida como bexiga e já está erradicada do mundo desde 1977. Apesar disso, o vírus da varíola é uma arma biológica potencial. Sabe-se que existem dois estoques em laboratórios de referência da Organização Mundial da Saúde. Mas ninguém sabe dizer ao certo o que aconteceu com prováveis estoques mantidos pela antiga União Soviética.

Especialistas chegam a afirmar que a tecnologia para produzir armas biológicas com o vírus da varíola foi adquirida por países e governos extremistas. É um vírus relativamente estável, com baixa dosagem necessária para contaminação, o que torna viável um ataque por aerossol. Após o contágio, pode rapidamente infectar mais pessoas se atingidas por gotículas de saliva dos pacientes. O período de incubação é de até 12 dias após exposição.

Entre os sintomas estão febre, fadiga e dores no corpo, seguidas pela erupção de lesões na pele. Pode levar à morte em duas semanas. Até hoje não há tratamento eficaz contra a varíola, apenas a prevenção, por meio de vacinas.

 

Entenda mais: Um ataque bioterrorista é a liberação de vírus, bactérias, germes e outros utilizados para provocar doenças ou morte em pessoas, animais e plantas. Os materiais utilizados são geralmente encontrados na natureza, ou podem ser alterados para aumentar sua capacidade, tornando mais resistentes aos medicamentos ou potencializar sua capacidade de disseminação no meio ambiente. Terroristas podem usar, porque eles são difíceis de detectar e provocam doenças por vários dias. Alguns agentes de bioterrorismo, tais como o vírus da varíola, podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, enquanto outros, como o antraz, não podem.

Aproveite e veja a revisão de biologia: Antraz

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Publicado em:Biologia,Matérias,Revisão Online

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