A Grande Explosão Big Bang - Vestibular1

A Grande Explosão Big Bang

Revisão de Física: A Grande Explosão Big Bang

 

Resumão – Revisão da Matéria de Física – Revisando seus conhecimentos
Física: A Grande Explosão Big Bang

 

A Grande Explosão Big Bang

Duas descobertas astrofísicas importantes, feitas no decênio de 1960, foram as primeiras de outras que convenceram a maioria dos cientistas sobre a variabilidade do universo no tempo e sobre o seu início num único evento num certo instante do passado, a grande explosão e a sua posterior evolução.

A primeira das duas descobertas que suportam o modelo do universo em evolução foi a descoberta, por Martin Ryle, de o número de radiogaláxias distantes ser maior que o número das próximas.

Uma vez que as observações de corpos distantes correspondem a instantes mais remotos no passado, isto significava que o universo era diferente, no passado, do que é hoje, isto é, significava que teria havido uma evolução.

A Segunda descoberta foi monumental, tão importante quanto a descoberta de Edwin Hubble sobre a própria expansão do universo. Ao investigar a abundância cósmica dos elementos mais pesados que o hidrogênio, os cosmologistas reconheceram que a nucleossíntese nas estrelas poderia explicar a abundância dos elementos mais pesados que o hélio, mas não a abundância do hélio.

Portanto, o hélio deveria ter sido formado em outro evento, numa grande explosão primordial. A síntese da quantidade de hélio capaz de justificar a abundância presente exige que a explosão tenha ocorrido numa temperatura inicial extremamente elevada, capaz de garantir uma velocidade de reação muito grande, antes de a fusão se tornar impossível pela rápida diminuição da densidade na expansão inicial.

A temperatura elevada inicial está associada a um campo de radiação térmica (de corpo negro) que iria se resfriar à medida que a expansão fosse avançando.
A análise teórica prevê que, desde o instante da explosão inicial até o presente, os remanescentes do campo de radiação inicial deveriam ter se resfriado até uma temperatura de ordem de 3 K, o que corresponderia a um espectro de radiação do corpo negro com um pico de comprimento de onda l máx na região das microondas.

Em 1965, a radiação cósmica de fundo foi detectada por Arno Penzias e Robert Wilson, do Laboratório Bell. Desde esta descoberta fundamental, a análise cuidadosa das observações mostrou que a temperatura do campo de radiação é 2,7 ± 0,1 K e mostrou também que tem uma distribuição espacial isotrópica que é absolutamente essencial num universo que satisfaça ao princípio cosmológico.

Revisão de Física: A Grande Explosão Big Bang
Fonte: Alub pre-vestibular

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