História e Princípios - Conceituação - Vestibular1

História e Princípios – Conceituação

Revisão de Física: História e Princípios – Conceituação

 

Física: História e Princípios – Conceituação

Resumão – Revisão da Matéria de Física – Revisando seus conhecimentos
Física: História e Princípios – Conceituação

 

História e Princípios – Conceituação

Ciência que estuda os fenômenos naturais e as propriedades da matéria, mediante método disciplinado por relações entre teoria e experimentação.

O homem sempre buscou compreender melhor os fenômenos naturais e a estrutura do universo.
Para isso, tem procurado definir princípios e leis elementares. Todo esse esforço levou ao surgimento da física como uma disciplina científica.

Física é a ciência que estuda os fenômenos naturais pela aplicação de um método regido por determinados princípios gerais e disciplinado por relações entre experimentos e teoria.

Seu campo de ação compreende, em linhas gerais, o estudo das propriedades da matéria – seus aspectos e níveis de organização – e das leis de seu movimento e transformações.
Busca formular essas leis em uma linguagem matemática capaz de abranger o maior número possível de fenômenos.

A conceituação da física, no entanto, enfrenta o problema da adequada qualificação e delimitação da área e aplicações próprias dessa ciência.
O grupo de ciências da natureza é imenso e, além disso, a própria física e seus campos de estudo estão em constante evolução, graças a novos instrumentos e descobertas.

Excluídos os aspectos químicos e biológicos da matéria, pode-se dizer que pertencem ao conteúdo próprio da física, quatro níveis microscópicos básicos da matéria – subnuclear, nuclear, atômico e molecular – e quatro modos de organização (estados) – gasoso, sólido, líquido e plasmático.

Suas propriedades gerais, leis de movimento e transformações são descritas mediante quatro interações básicas: gravitacional, eletromagnética, interação forte e interação fraca.
As duas últimas atuam predominantemente nos domínios nuclear e subnuclear.

Também é preciso excluir do domínio da física, aquelas interfaces com outras ciências da natureza que constituem campos interdisciplinares, como a biofísica, a geofísica e a físico-química.
Nessas disciplinas, a abordagem é feita do ponto de vista da física, mas o objeto de estudos pertence a outras áreas.
Diferente é o caso da astrofísica, em que o objeto de estudos serve para testes dos conhecimentos obtidos em escala terrestre e de fonte para fenômenos novos a serem estudados pela física.

A fronteira com domínios filosóficos aparece implicitamente no conceito exposto acima, na seguinte questão: as propriedades e leis de movimento da matéria existem independentemente dos procedimentos empregados para conhecê-las?
Essa questão pertence à teoria do conhecimento e a maioria dos físicos parece disposta a crer que o mundo material preexiste com suas leis próprias, que eles descobrem e representam numa imagem tão fiel e correta quanto seus instrumentos, métodos de observação e de análise o permitem.

Outras questões filosóficas importantes relacionam-se com os conceitos de espaço e de tempo, intimamente ligados à matéria e ao movimento, que suscitam interpretações relacionadas com limites eventuais de existência do universo e com as categorias de determinismo e causalidade.

As fronteiras com a técnica têm origem na base empírica da física, construída sobre métodos experimentais e instrumentos de medidas. A física ora cria e aperfeiçoa esses instrumentos, ora os busca em outras áreas de estudo.
A luneta telescópica, por exemplo, que permitiu a Galileu realizar observações de grande impacto científico, foi criada para servir à técnica de navegação.

A física também contribui com variadas aplicações no lar, na indústria, na medicina e na pesquisa científica, como é o caso da energia elétrica e do raio X.

O reconhecimento das imensas possibilidades da física para a criação de técnica aproveitável pelas outras ciências e pela sociedade motivou a mobilização de esforços e recursos humanos com o objetivo de explorá-la sistemática e intencionalmente.

O conjunto dessas atividades constitui a física aplicada, campo em que se realizam, por exemplo, pesquisas sobre semicondutores voltadas para as aplicações da eletrônica, e pesquisas sobre fusão nuclear controlada, em busca de novas formas para a produção de energia.

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