Menu fechado
A Dinastia Manchu Revisão de História no Vestibular1

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Dinastia Manchu

 

História: A Cultura Chinesa e A Dinastia Manchu

Resumão – Revisão da Matéria de História – Revisando seus conhecimentos
História: A Cultura Chinesa e A Dinastia Manchu

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Dinastia Manchu

 

A Dinastia Manchu

Os manchus invadiram o norte da China em 1644 e derrotaram a dinastia Ming. Estabeleceram a dinastia Manchu e governaram até 1912. Durante a maior parte dos 150 primeiros anos de governo da dinastia Manchu, a China permaneceu isolada do mundo ocidental. Os manchus obrigaram os comerciantes e missionários europeus a sair do país. Até por volta de 1800, o período de governo da dinastia Manchu havia sido um período estável, mas sem o mesmo desenvolvimento da arte e da literatura.

No início do século XIX, as potências imperialistas da Europa já haviam construído imensos impérios coloniais. Grã-Bretanha, França, Países Baixos, Portugal e Espanha governavam quase 1/3 da Ásia. Estas potências imperialistas controlavam o comércio entre a Ásia e o Ocidente. Mas a dinastia Manchu havia fechado a China, com exceção do porto de Cantão, a toda espécie de comércio com as potências colonialistas.

Cantão tornou-se um importante centro de comércio entre a China e o Ocidente. Um dos principais produtos levados para a China por comerciantes ocidentais foi o ópio, uma droga que passou a ser muito consumida no país. Depois que a dinastia Manchu proibiu a importação de ópio, o contrabando da droga tornou-se um negócio lucrativo para os comerciantes ocidentais, principalmente os britânicos.

Os “Tratados Desiguais”. O contrabando de ópio foi um dos muitos assuntos que levou à deflagração da guerra entre a Grã-Bretanha e a China em 1839. Naquele ano, oficiais chineses tentaram acabar com o comércio de ópio. Apreenderam uma quantidade ilegal da droga equivalente a milhões de dólares, pertencente a comerciantes ingleses, em Cantão.

A Grã-Bretanha declarou guerra à China. A causa fundamental da Guerra do Ópio foi o desejo dos comerciantes britânicos de reconquistar o mercado de ópio perdido. Os britânicos também desejavam obter da China outros direitos, visando a um comércio lucrativo.

A Grã-Bretanha ganhou a chamada Guerra do Ópio, que terminou em 1842 com a assinatura do Tratado de Nanquim. Esse tratado foi o primeiro dos que os chineses chamaram de Tratados Desiguais. O Tratado de Nanquim dava à Inglaterra direitos de comerciar nos portos de Amoy, Cantão, Fu-Tcheu, Ning-Po e Xangai. A Grã-Bretanha também obteve Hong Kong como colônia. A China teve que pagar à Grã-Bretanha as despesas da guerra e o valor do ópio apreendido aos comerciantes britânicos.

A França, a Rússia e as outras potências imperialistas alegavam que o Tratado de Nanquim dava à Grã-Bretanha o controle total do comércio entre a China e o Ocidente. Os EUA pressionaram os chineses a acabarem com o monopólio comercial da Grã-Bretanha e a dar direitos de comércio às outras potências imperialistas.

Por volta de 1844, diversos países mantinham comércio com a China. Em 1858 e 1860, novas guerras resultaram em novos tratados que abriram ainda mais os portos chineses ao comércio mundial, contribuindo para aumentar ainda mais a submissão da China às potências imperialistas.
Esses tratados também legalizaram o comércio de ópio. Os britânicos acrescentaram Kieu-Long a Hong Kong e a Rússia recebeu todo o território controlado pelos chineses ao norte do rio Amur e a leste do rio Ussuri.

Estude na sequência:
A Cultura Chinesa e Rebeliões na China
A Cultura Chinesa e A República da China
A Cultura Chinesa e A Primeira Guerra Mundial
A Cultura Chinesa e A Segunda Guerra Mundial
A Cultura Chinesa e A República Popular da China
A Cultura Chinesa e A Ação Militar

Revisão de História: A Cultura Chinesa e A Dinastia Manchu

Publicado em:História,Matérias,Revisão Online

Você pode gostar também