Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura - Vestibular1

Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura

Revisão de Literatura: Classicismo Música, Arte, Literatura e Arquitetura

 

Literatura: Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura

Resumão – Revisão da Matéria de Literatura – Revisando seus conhecimentos
Literatura: Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura

 

Revisão de Literatura: Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura

 

Classicismo Música, arte, Literatura e Arquitetura

Música (Classicismo)

A música criada durante o período renascentista ainda não exibe as características do classicismo. A simplicidade, a emoção contida e a clareza da forma clássica só aparecem nas composições a partir de meados do século XVIII, depois do barroco, quando as outras artes já vivem o movimento neoclássico.

A transição da música barroca para a clássica é feita, sobretudo por Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788) e Johann Christian Bach (1735-1782), filhos do compositor Johann Sebastian Bach (1685-1750).
No classicismo, os compositores passam a elaborar formas maiores e mais desenvolvidas, como a sonata, a sinfonia e os concertos para instrumentos e orquestra.

Os dois principais representantes desse período são os austríacos Joseph Haydn (1732-1809) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).

 

Arte e Literatura (Classicismo)

Tendência artística e literária que resgata formas e valores greco-romanos da Antiguidade Clássica, especialmente a cultura grega entre os séculos VI a.C. e IV a.C. Esta retomada acontece várias vezes ao longo da história ocidental, inclusive na Idade Média.

Porém, é mais intensa do século XIV ao XVI na Itália. Nas Artes Plásticas, na Literatura e no Teatro, o classicismo coincide com o Renascimento. Na música adquire certas características próprias e manifesta-se, posteriormente, a partir de meados do século XVIII.
Após o barroco e o rococó, no século XVIII, a tendência se repete, com o nome de neoclassicismo.

O classicismo é profundamente influenciado pelos ideais humanistas, que colocam o homem como o centro do Universo. Reproduz o mundo real, de forma verossímil, mas moldando-o segundo o que é considerado ideal.

É importante que as obras sejam harmônicas e reflitam determinados princípios, como ordem, lógica, equilíbrio, simetria, contenção, objetividade, refinamento e decoro. A razão tem mais importância do que a emoção.

As adaptações aos ideais e aos problemas dos novos tempos fazem com que o classicismo não seja mera imitação da Antiguidade. Na época renascentista, por exemplo, a alta burguesia italiana em ascensão, na disputa de luxo e poder com a nobreza, identifica-se com os valores laicos da arte greco-romana.

 

Arquitetura

Barroco – Surge no século XVII, na Itália, em oposição ao classicismo. A arquitetura é um meio de propagar a fé na Igreja e no Estado, por isso as principais construções são igrejas e edifícios públicos.
Tem como características o abandono de normas e convenções, da geometria elementar e da simetria. As fachadas são ondulantes e decoradas com esculturas.

Há grande uso de pilastras e o interior é repleto de madeira entalhada recoberta de dourado. Linhas diagonais e escadas dão movimento e altura às construções. O exagero de formas e a mistura de texturas transmitem a ideia de dramaticidade e representam a opulência da sociedade da época.

Os principais nomes são Francesco Borromini (1599-1667) e Gian Lorenzo Bernini (1598-1680), autor das 162 colunas da Praça da Basílica de São Pedro, no Vaticano.
A preocupação com o espaço que circunda os edifícios é outra característica do barroco. Da Espanha, o barroco é exportado para as colônias americanas.

Tem destaque no Brasil, com Aleijadinho (1738?-1814). Outras construções importantes são os palácios, como o de Versalhes, na França, com seus famosos jardins.

Rococó – Desenvolve-se entre 1700 e 1780, refinando a arquitetura pomposa do barroco. As cores vivas dão lugar aos tons pastéis e os relevos exagerados são substituídos por superfícies delicadas que ganham ênfase em pontos isolados.

Igrejas e palácios exibem uma integração entre arquitetura, pintura e escultura. A estrutura dos edifícios é iluminada por várias janelas para criar interiores graciosos e etéreos. Os espaços interior e exterior chamam a atenção pela complexidade e requinte.

Os arquitetos constroem espaços unificados e reduzem o tamanho das colunas. Nas igrejas, os tetos das naves laterais são levantados até a altura da nave central para unificar o espaço, como na Igreja de Carmine, em Turim, construída por Filippo Juvarra (1678-1736). Destacam-se Balthasar Neumann (1687-1753) e Fischer Von Erlach (1656-1723).

Neoclassicismo – Surge entre 1750 e 1830, sob a influência do Iluminismo. Retoma o gosto pelas formas clássicas e corretas. A organização do espaço é geométrica e predominam nos edifícios as formas simples, com detalhes gregos ou romanos, colunas, paredes lisas e contrastes de texturas.

As obras são monumentais e grandiosas. Os arquitetos mais importantes são alemães, ingleses e franceses. Entre estes, destacam-se Étienne-Louis Boullée (1728-1799) e Claude-Nicolas Ledoux (1736-1806).
Os edifícios característicos são o Arco do Triunfo, em Paris, o Portão de Brandenburgo, em Berlim, e o Petit Trianon, em Versalhes.

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