Biografia Conhecimentos Gerais Matemática - Vestibular1

Biografia Conhecimentos Gerais Matemática

Revisão de Matemática: Biografia Conhecimentos Gerais Matemática

Matemática: Biografia Conhecimentos Gerais Matemática

Resumão – Revisão da Matéria de Matemática – Revisando seus conhecimentos
Matemática: Biografia Conhecimentos Gerais Matemática

Revisão de Matemática: Biografia Conhecimentos Gerais Matemática
Biografia Conhecimentos Gerais Matemática

 

Carl Friedrich Gauss

Vida e Obra

Astrônomo, matemático e físico alemão (Baunswick 1777 – Göttingen 1855). Protegido do duque de Baunswick, Gauss pôde formar seu talento matemático na Universidade de Göttingen. Com apenas 16 anos, criou um método, ainda hoje utilizado, para deduzir os elementos da órbita de um planeta com medidas tomadas a partir de um ponto terrestre.

Em seu tratado sobre a teoria dos números, Disquisitiones arithmeticae (1801), estudou as congruências, as formas quadráticas, a convergência das séries, etc.
Além do método dos mínimos quadrados (1821), que concedeu ao mesmo tempo em que Legendre, da teoria dos erros e de um método geral para as resoluções das equações binomiais, foi responsável por pesquisas sobre a representação conforme e a curvatura das superfícies. Embora nada tenha publicado a respeito.

Gauss foi o primeiro a descobrir a geometria não euclidiana hiperbólica. Ocupou-se também com a óptica, a eletricidade e, sobretudo, com o magnetismo, do qual formulou a teoria matemática, em sua obra Teoria Geral do magnetismo terrestre (1839).
René Descartes

Vida e Obra

Filósofo e Matemático francês (Haia, atual Descartes, Indre – et – Loire, 1596 – Estocolmo 1650). Após percorrer a Europa, foi soldado, experimentou a vida mundana e finalmente retirou-se para a solidão, na Holanda, onde passou 20 anos.
Sentindo-se aí inseguro, por causa de suas opiniões filosóficas, aceitou o convite da Rainha Cristina e fixou-se na Suécia em 1649, onde morreu de pneumonia, no ano seguinte.

Seus principais escritos em latim são: Regras para a direção do espírito (escrito em 1628 e publicado em 1701), Meditações (1641), Princípios da Filosofia (1644); em francês: Discurso sobre o método (1637) e As paixões da alma (1649).

A obra de Descartes estende-se a todos os domínios, mas sua primeira preocupação é fundar o método que permite Ter acesso ao conhecimento claro e distinto, aquele cuja verdade situa-se em Deus. O método se aplica a todas as ciências do Universo e a questão da metafísica não é o fundamento necessário, mesmo que ela, de certa maneira, garanta a validade do conjunto da filosofia cartesiana.

O problema é, aliás, inteiramente atual porque, no momento em que Descartes se preparava para publicar um tratado contra a escolástica, Galileu foi condenado, e o filósofo julgou mais prudente renunciar à publicação. Fez aparecer então o Discurso sobre o método, tentativa de conceber a unidade das pesquisas que empreendeu em física e astronomia.
Esta obra iria ter sobre a história das ciências uma influência considerável, pois reforçava a ligação entre experiência e conhecimento.

Para Descartes, a metafísica, isto é, a prova racional da existência de Deus (que existe porque torna possível precisamente esta prova), funda a validade de seu método. Nas Meditações, Descartes empreendeu um procedimento original e decisivo na história da filosofia ocidental.
Num primeiro tempo, demonstrou que é possível, e, logo, necessário, duvidar de tudo, exceto da própria dúvida.

Há, pois, face ao mundo exterior ou interior, a evidência de um ato de pensar, o cogito.
Este pensar, que é pensar sobre o mundo ou pensar sobre si, mas de todo modo pensar sobre alguma coisa, prova pois, que existe um ser que pensa, mas o algo que é objeto de pensamento não tem existência assegurada como entidade autônoma: pode ser uma quimera forjada por um espírito mau que se diverte em enganar o eu pensante.
Por que não concluir pela existência deste espírito mau? Simplesmente porque Deus existe: é ele quem garante o objeto do pensamento, quer este seja o mundo ou o eu.
A física cartesiana depende estreitamente da sua metafísica: a racionalidade do mundo físico e biológico se expressa exclusivamente em termos de causa e efeito; a racionalidade, de que Descartes lançou os fundamentos, aproxima-se do mecanicismo no que concerne ao vivo (teoria do animal – máquina).

Descartes enunciou as leis do reflexo e da refração da luz. Em matemática, criou a geometria analítica com Fermat, enunciou as propriedades fundamentais das equações algébricas e simplificou as notações algébricas.

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