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Revisão de Geografia: O El Niño 2 por Vestibular1

Revisão de Geografia: O El Niño 2

 

Geografia: O El Niño 2

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: O El Niño 2 

 

Revisão de Geografia: O El Niño 2

 

Revisão de Geografia: O El Niño 2

Impactos
Chuvas torrenciais, secas, calor extremo, enchentes, vendavais, furacões, … Não se pode afirmar que El Niño seja o responsável único pelas mudanças climáticas no planeta, podendo inclusive ser uma das consequências de alguma causa ainda desconhecida pelos cientistas, causa esta que também pode estar gerando as demais alterações climáticas que se vêm observando.
Para prever os impactos do El Niño, os cientistas utilizam dois métodos de análise. O primeiro, estatístico, baseia-se na comparação pura e simples de dados históricos arquivados ao longo de décadas de observação. O segundo, chamado de modelagem dinâmica, utiliza computadores para criar complexos cenários virtuais de circulação das correntes marítimas e atmosféricas. Independente de qual método seja utilizado, tenha sempre em mente que o estudo do fenômeno El Niño pelos cientistas ainda é recente, sendo as previsões ainda não totalmente confiáveis. É comum a discordância entre as previsões dos métodos estatísticos (Simoc, IRI-CCA, Hastenrath, Hadley Centre) e os modelos dinâmicos (CPTEC/INPE, ECMWF, NCEP e MPI).

 

Revisão de Geografia: O El Niño: Impactos no Brasil (método estatístico)

Os impactos no Brasil por região, considerando-se o método estatístico, são:
Norte – O El Niño deve diminuir as chuvas no leste e noroeste da Amazônia;
Centro-Oeste – a influência do fenômeno não foi até agora muito estudada na região. Seu efeito não é considerado dos mais proeminentes na região. Em geral, o fenômeno eleva as temperaturas médias e diminui as chuvas;
Sul – ao lado do Nordeste, é a região que costuma ser mais afetada pelo fenômeno. O El Niño aumenta a intensidade das chuvas durante a primavera no primeiro ano e posteriormente no fim do outono e início do inverno no segundo ano (sobretudo na faixa que vai do norte do Rio Grande do Sul até o Paraná). Há ainda informações sobre os Efeitos do El Niño no estado de Santa Catarina;
Nordeste – área extremamente afetada pelo fenômeno. O El Niño intensifica a seca nordestina, com influência pronunciando-se nos meses de fevereiro a maio de 98, quando se tem a estação chuvosa do semiárido. A Funceme disponibiliza informações adicionais em Influências do El Niño/97 na estação chuvosa de 1998 do Semiárido Nordestino;
Sudeste – seus efeitos não são tão intensos quanto no Sul e Nordeste e se manifestam de forma, às vezes, contraditória. Na maior parte da região, o El Niño tende a aumentar um pouco as temperaturas médias e a secura do ar, tornando o inverno mais ameno. Em algumas áreas do Sudeste, no entanto, o El Niño pode provocar até aumento de chuvas.
Durante um evento “El Niño” é comum a ocorrência de instabilidade atmosférica localizada, com formação rápida de nuvens tipo cumulus-nimbus, provocando chuvas com granizo e ventos fortes.
Impactos nos demais países
Em termos globais, de acordo com os climatologistas, neste verão do hemisfério sul El Niño irá aumentar as chuvas no sudeste americano, nordeste africano e na região costeira do Peru, causando ao mesmo tempo secas na Indonésia, nas Filipinas, no sudeste africano e no norte da Austrália.
Informações detalhadas sobre os prováveis impactos são encontradas em Impacts of El Nino and Benefits of El Nino Predicton ou mesmo em Typical Impacts of Warm and Cold ENSO Episodes.

 

Revisão de Geografia: O El Niño – Impactos positivos

Recentes estudos têm observado outros impactos. De forma indireta, sempre que há um aquecimento no clima do planeta inicialmente há ampliação na quantidade de CO2, mas nos dois anos seguintes ocorre um processo de redução da quantidade de CO2 na atmosfera, diminuindo o efeito estufa. (veja Study shows good side of El Niño).

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Publicado em:Geografia,Matérias,Revisão Online

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