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O Universo parte 2 Revisão de Geografia Vestibular1

Revisão de Geografia: O Universo parte 2

 

Geografia: O Universo parte 2

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: O Universo parte 2

Revisão de Geografia: O Universo parte 2

 

Geografia e O Universo parte 2

Origem do Universo

O Universo nasceu numa explosão chamada Big Bang há cerca de 13 bilhões de anos, e tem crescido e se modificado desde então. Existirá por trilhões de anos.

Numa minúscula fração de tempo, muito curto para ser medido, o Universo nasceu. Ele era uma enorme quantidade de energia condensada num espaço minúsculo, mas numa fração de segundo o Universo expandiu-se. Ele cresceu de um tamanho menor do que a cabeça de um alfinete para maior do que uma galáxia.

A energia criada no Big Bang foi transformada em partículas atômicas. Dentro de três minutos, a temperatura caíra de 10²°C para 1 bilhão °C e continuou a cair. Por essa Época, o universo era feito de até 77% hidrogênio e 23% hélio.

Todos os outros elementos foram criados a partir desses dois elementos básicos. Quando tinha cerca de 300.000 anos o Universo que até então era como uma sopa opaca, tornou-se transparente. Sua temperatura caiu para 3.000°C. Cerca de 1 bilhão de anos após o Big Bang, a gravidade estava transformando o hidrogênio e o Helio em nuvens. Esferas giratórias de gás formaram-se e nasciam as primeiras estrelas e galáxias.

 

Evidências para o Big Bang

A luz de galáxias distantes leva bilhões de anos para nos alcançar e deste modo podemos ver como eram as galáxias há anos.
As galáxias estão se separando, o que sugere que tudo estava um dia concentrado num único lugar.

Evidencia adicional para o Big Bang veio em 1965 quando cientistas descobriram ondas de calor deixadas pela vasta explosão vinda de todas as direções no espaço. Em 1992 o satélite COBE detectou ondas de calor causadas pelo esfriamento após o Big Bang. Porém, os astrônomos sabem que ainda não achou a maioria da matéria do Universo – o material do qual ele é feito.

Eles chamam isto matéria escura, e ela perfaz até 90 por cento do Universo. Quando detectada, ela pode ajudar a preencher as lacunas na historia da vida do Universo.

 

O Futuro do Universo

Os astrônomos que estudam a origem do Universo são chamados cosmólogos. Alguns acreditam que o Universo vai continuar a se expandir, crescendo e esfriando. Finalmente, todas as estrelas morrerão, e o Universo será frio e escuro.

Nós sabemos que à medida que as galáxias se afastam, a gravidade de uma puxa a outra, reduzindo a velocidade dessa expansão. Alguns cosmólogos acreditam que em trilhões de anos, a gravidade terá diminuído a velocidade completamente, até as galáxias tornarem-se estacionárias.

A gravidade então puxará as galáxias de volta umas as outras. O Universo se contrairá até que tudo esteja junto num comprime ainda mais ele aquecerá. Finalmente o Universo irá desmoronar numa implosão chamado “o grande esmagamento” – Big Cruch – tudo será destruído, e será o fim do Universo. Mas isto pode ser seguido por outro Big Bang e a criação de um novo Universo.

 

Conceitos de Astronomia

Além da Lua, dos planetas e das estrelas, o Universo tem muitos outros corpos espaciais. Eles viajam pelo espaço e alguns até chegam a Terra. São os asteroides, cometas, meteoros, meteoroides e meteoritos.
Enormes rochas, pequenas partículas de poeira espacial, sobras de planetas e grandes porções de gelo são alguns dos corpos espaciais que viajam pelo Universo com velocidade de até milhares de quilômetros por hora.

Alguns deles, como determinados cometas, chega, a ficar a trilhões de quilômetros da Terra e só passam perto do nosso planeta de milhares em milhares de anos. Todos esses corpos têm uma órbita, ou seja, percorrem determinado caminho ao redor de outros astros.

 

Galáxias

As galáxias existem em toda parte do Universo. Elas são enormes grupos de estrelas mantidas juntas pela gravidade. Nós vivemos num braço espiral da galáxia Via Láctea.

Onde quer que você olhe no Universo existem galáxias. Cada uma contém centenas de milhares de estrelas.
As galáxias são classificadas de acordo com seu formato. Os três tipos principais são elípticas, espirais e barradas. O quarto tipo, as irregulares, são galáxias que não têm formato distinto. Cerca de um terço são espirais ou espirais barradas.

Seu centro contém estrelas velhas, e seus braços possuem estrelas jovens e outras que estão sendo criadas a partir de nuvens de gás e poeira. As mais jovens são muito brilhantes e ofuscam as estrelas situadas entre as espirais.

Os astrônomos não sabem exatamente por que as galáxias possuem esses formatos, mas uma explicação poderia ser dada pelo modo como elas são formadas. A quantidade de material numa galáxia, a velocidade de uma rotação e a razão em que suas estrelas são formadas, tudo isso ajuda a determinar o formato de uma galáxia. Os astrônomos têm estudado galáxias colidindo e têm observado que duas galáxias podem juntar-se para formar uma galáxia maior.

Isso pode ser o resultado de um impacto direto ou oblíquo, e leva a um período de intensa formação de estrelas na nova galáxia.
Acredita-se que as galáxias continuarão a juntar-se dessa maneira de modo que no futuro existirá um numero menor de galáxias maiores do que atualmente.

 

A Via Láctea

A galáxia em que vivemos é chamada Via Láctea. Vista de fora, ela é uma galáxia do tipo espiral barrada composta de mais de 200 bilhões de estrelas. O Sol está localizado num dos braços da espiral. Os braços são feitos de estrelas e nebulosa de gás e poeira onde nascem novas estrelas.

O centro contém estrelas velhas. O Sol leva cerca de 220 milhões de anos para orbitar o centro. Nossa galáxia tem um comprimento de 100.000 anos-luz e espessura de 2.000 anos-luz.

 

Galáxias Ativas

Existem algumas galáxias conhecidas como galáxias ativas, e estas são diferentes das outras em característica e aparência. Uma galáxia ativa típica tem um núcleo muito luminoso, que pode variar em brilho, do qual dois enormes jatos de matéria são emitidos.

No exato centro, um brilhante anel de poeira e gás envolve um supermassivo buraco negro. Quasares, galáxias Seyfert e galáxia de rádios são todos exemplos de galáxias ativas.

Os astrônomos, entretanto, acreditam que um só modelo pode dar conta dos diferentes tipos, e que eles foram classificados em grupos em razão do ângulo em que aparecem quando os vermos em nosso céu.

 

Aglomerados e Superaglomerados

As galáxias juntam-se em grupos chamados aglomerados. Nossa galáxia, a Via Láctea, é uma dentre 30 galáxias que formam um pequeno aglomerado chamado o Grupo Local. A maioria das galáxias do grupo é pequena e obscura. Cerca de metade delas são elípticas, e por volta de um terço irregular em forma.

Existem galáxias espirais mais massivas e muito mais brilhantes. Milhares de galáxias compõem os aglomerados maiores. O aglomerado de Virgo há 50 milhões de anos-luz, contém mais de 2.000 galáxias, com três elípticas gigantes e muitas espirais brilhantes.

Os aglomerados estão organizados em grupos ainda maiores chamados superaglomerados. Estes são as maiores estruturas do Universo, e medem mais de 100 milhões de anos-luz de diâmetro.

 

Estrelas

Existem bilhões de estrelas no Universo. Cada uma delas é uma bola de gás quente e brilhante que muda de tamanho, temperatura e cor durante seu longo período de vida.
Existem mais estrelas do que qualquer outra coisa no Universo. Nosso Sol é a mais próxima, o resto aparecendo somente como pontos de luz no céu noturno.

As estrelas possuem diferentes tamanhos, cores e temperaturas. Cada uma é feita de gás familiar a nós na Terra e mantida junta pela gravidade. Dentro do núcleo, hidrogênio é convertido em hélio. Nessa reação nuclear, enormes quantidades de energia são produzidas e se dissipam. Nós sentimos um pouco de energia solar na forma de calor, e a vemos como luz. Outras formas de energia como raios ultravioletas e raios também são emitidas pelo Sol e pelas estrelas.

 

A Vida de Uma Estrela

As estrelas que nós vemos estão em diferentes estágios. Todas as estrelas começam por converter hidrogênio em Helio em seu núcleo. Após o hidrogênio ser gasto, o Helio é convertido em novos elementos como carbono e oxigênio.

Durante esse processo a estrela muda de tamanho, ejetando material, e também de temperatura e cor. As mais quentes são azuladas, as amarelas mais frias e as vermelhas ainda mais frias, embora as anãs vermelhas ainda tenham temperatura na superfície de 3.000°C. Muitas estrelas, como o Sol, brilham por milhões de milhões de anos antes que seu combustível esgote.

Outras aquelas que possuem uma massa maior que a do Sol, usam seu combustível mais rapidamente e, portanto têm uma duração de vida menor. A massa de uma estrela também influencia sua luminosidade. Quanto maior a massa da estrela, mais luminosa ela será.

Todas as estrelas nascem de nuvens de gás e poeira chamadas nebulosas. Pequenas nuvens se formam dentro de uma nebulosa e se condensam, girando e atraindo material para seu centro através da gravidade. À medida que o material no centro se torna comprimido, sua temperatura aumenta. Há cerca de 10 milhões °C as reações nucleares começam e nasce uma estrela.

A maioria das estrelas nasce aos pares, como gêmeos dentro de um grupo de estrelas chamadas aglomeradas. As estrelas em outros aglomerados separam-se. Foi o que aconteceu com o Sol e seus irmãos e irmãs estrelas nascidos com ele. Existem dois tipos de aglomerados estrelares no céu noturno. Os aglomerados abertos são agrupamentos de estrelas velhas fortemente espremidas umas às outras.

Uma vez que uma estrela começa a brilhar, ela é chamada uma estrela sequencia principal, e permanecerá como tal por bilhões de anos ainda. À medida que o Sol gasta Helio, ele amadurecerá numa gigante vermelha, antes de começar o estagio final de seu ciclo, sua morte.

 

A Morte de Uma Estrela

Estrelas como o Sol levam bilhões de anos para morrer, lentamente perdendo material e enfraquecendo, terminando sua vida como estrelas anãs. Estrelas com mais de cerca de oito vezes a massa do Sol desaparecem de um modo bem mais dramático. Uma vez cessadas as reações nucleares, a estrela explode, deixando um núcleo para trás.

O nome supernova vem da repentina mudança da aparência da estrela. A explosão aparece como uma estrela nova e super brilhante no céu. Aquelas estrelas com três vezes a massa do Sol continuam a implodir ate que produzem um buraco negro. Aquelas com menos massas deixam para trás uma minúscula estrela de nêutrons. Elas são tão densas que um pequeno bocado de matéria pode pesar bilhões de toneladas. Uma estrela de nêutrons que gira rapidamente é chamada pulsar, emitindo raios de energia como a luz giratória de um farol.

Continuar lendo Revisão de Geografia: O Universo parte TRÊS

Estude na sequência: Revisão de Geografia
O Universo
O Universo parte 2
O Universo parte 3
O Universo parte 4
O Universo parte 5
O Universo parte 6

Revisão de Geografia: O Universo parte 2

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