O Universo parte 3 - Vestibular1

O Universo parte 3

Revisão de Geografia: O Universo parte 3

 

Geografia: O Universo parte 3

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: O Universo parte 3

Revisão de Geografia: O Universo parte 3

 

Geografia e O Universo parte 3

O Sol

Sem o Sol não haveria vida na Terra. Ele também nos ajuda a entender as outras estrelas no Universo. Como elas, ele é uma bola de gás quente em transformação.
O Sol é a estrela mais próxima da Terra. É a única estrela que podemos ver de perto. O Sol é um globo de gás quente, principalmente hidrogênio, tão grande que 1.300.000 Terras caberiam em seu interior.

O interior de seu núcleo é muito quente, cerca de 15 milhões °C. Aqui, reações nucleares estão convertendo o hidrogênio em Helio. No processo, enormes quantidades de energia são produzidas, as quais, após dezenas de milhares de anos, finalmente atingem a superfície solar.

Uma vez lá, a energia escapa para o espaço como calor, luz e outros tipos de radiação. A luz e o calor são essenciais a nós na Terra, mas as outras radiações como os raios ultravioletas podem ser prejudiciais.

A superfície do Sol é chamada fotosfera. A temperatura é menor aqui, cerca de 5.500°C. A fotosfera não é sólida, mas sim a camada externa do Sol visível a nós. O Sol gira, e sua região equatorial leva aproximadamente 25 dias para completar uma volta, enquanto que as regiões polares cerca de dez dias a mais.

Características da Superfície

Manchas solares são áreas escuras e mais frias da fotosfera solar. As manchas são causadas por fortes campos magnéticos no interior solar que diminuem o fluxo de calor vindo do interior. Elas não são permanentes, seguindo um ciclo regular de surgimento de 11 anos, e somente duram por semanas de cada vez. As manchas solares formam-se e desaparecem totalmente à medida que um novo ciclo começa em latitudes maiores.

A superfície solar é um local violento e regularmente projeta erupções de energia de curta duração chamadas espículas.

A Atmosfera Solar

Imediatamente acima da superfície solar está a cromosfera, uma camada de hidrogênio e Helio com cerca de 5,000 Km de espessura. Em sua borda, onde ela se funde na camada mais externa da atmosfera, a Coroa, sua temperatura é de cerca de 500,000°C.

A Coroa projeta-se por milhões de quilômetros no espaço e é muito fina e quente, cerca de 3 Milhões °C. Ela libera um fluxo constante de partículas, chamado vento solar, que viaja através do Sistema Solar.

O Sol foi formado a partir de uma nebulosa, uma nuvem de gás e poeira, à aproximadamente cinco bilhões de anos atrás na galáxia Via Láctea. Ele tem brilhado de forma constante desde então, usando cerca de sete milhões de toneladas de material a cada segundo. Ele está atualmente na metade de seu ciclo de vida.

Em cerca de cinco bilhões de anos, quando o hidrogênio em seu núcleo já tenha sido convertido em Helio, o núcleo implodirá. As camadas mais externas do Sol se expandirão, esfriarão e mudarão de cor.
O Sol então estará deixando de ser uma estrela da sequencia principal para se tornar um gigante vermelho.

Quando o Hélio começar a formar carbono, o Sol mudará de cor vermelha para amarelo e entrará em um novo estágio de sua vida, perdendo suas camadas externas de material enquanto se expande e contrai. As camadas internas implodirão e o que restar do Sol original se condensará numa pequena estrela, uma anã branca, que irá lentamente apagar e morrer como uma anã preta.
Constelações

Uma constelação é uma área do céu noturno. Suas estrelas aparecem como uma figura interligada ponto a ponto.
De qualquer lugar de Terra você pode olhar para o céu e ver milhares de pequenos pontos de luz. Estes são todas estrelas, e pertencem à nossa galáxia, a Via Láctea. Existem tantas estrelas que, à primeira vista, é difícil separa-as.

Existem, porém padrões estelares distintos no céu, e os astrônomos os usam para localizar-se. Eles desenham figuras imaginarias ao redor dos padrões estelares de modo a ajudá-los a lembrar de sua localização.

A Esfera Celestial

Os astrônomos olhando para fora da Terra imaginam uma grande esfera cheia de estrelas rodeando o planeta. Eles olham para a borda interna dessa esfera celestial imaginaria. A esfera é dividida em 88 pedaços como um enorme quebra-cabeça.

Cada pedaço é uma constelação e tem um padrão estelar com uma figura imaginaria. Os astrônomos ao redor do mundo usam estes sistemas de 88 constelações como seus respectivos padrões estelares.

Figuras Celestes

As figuras no céu incluem seres humanos imaginários a reais, animais, criaturas marinhas, e ferramentas do artista e do cientista. Nós não sabemos exatamente quem criou as primeiras figuras, ou quando, mas um sistema de 48 já estava em uso por volta do ano 150. Foi quando o geógrafo e astrônomo grego Ptolomeu listou-as em seu livro Almagesto.

As 48 constelações incluem figuras da mitologia grega como o caçador, Órion, o cavalo voador, Pégasos, e o Centauro, que é metade homem e metade cavalo. As outras 40 constelações foram criadas em tempos mais recentes e incluem algumas das grandes invenções, como o telescópio e o relógio.

O Zodíaco

Um grupo de constelações conhecido como o zodíaco cobre uma área especial de céu. Elas formam uma faixa de céu de 20° de largura com a eclíptica passando ao redor de seu centro. Esta traça uma linha ao redor da esfera celeste. Quando nós olhamos para a esfera a partir da Terra, vemos o Sol, a Lua e todos os planetas movendo-se através do céu contra o fundo desta faixa de estrelas. Os astrônomos antigos tinham 12 constelações nesta faixa e hoje são 13. O Sol parece fixar-se cerca de um mês em cada constelação.

É impossível ver todas as 88 constelações de um ponto da terra. As pessoas que vivem no hemisfério norte terrestre podem ver aquelas no hemisfério norte da esfera celestial, bem como algumas da metade sul. As pessoas vivendo no hemisfério sul da terra podem ver as constelações do hemisfério sul da esfera celeste, e algumas de sua metade norte.

Porém mesmo essas estrelas não são vistas num mesmo momento. A Terra gira ao redor de seu eixo uma vez por dia, e segue uma trajetória anual ao redor do Sol, dentro da esfera celeste. Estes movimentos significam que a porção de céu disponível de qualquer ponto muda durante o curso do ano, e que o céu parece girar durante o curso de uma noite.

• Hemisfério Sul Celeste
O Cruzeiro do Sul é a menor de todas as 88 constelações, mas ele é brilhante e fácil de encontrar. Ele é um bom lugar para começar ao explorar o céu do sul. Ele está situado na faixa larga e fixa da Via Láctea. Existem tantas estrelas aqui, pois olhamos na direção do disco de nossa galáxia, que elas aparecem um rio de luz leitosa através do céu.

• Hemisfério Norte Celeste
As estrelas no céu do norte aparecem mover-se ao redor da estrela polar, a estrela brilhante no exato centro do mapa. Ela está na constelação da Ursa Menor, perto de sua companheira a Ursa Maior.
As sete estrelas na cauda e na metade traseira da Ursa Maior são chamadas o Arado. Este é um dos padrões mais fáceis de localizar e é um bom ponto inicial para observar o céu do norte.

Os Mapas Estrelares

Os mapas mostram as principais constelações do céu. As estrelas no centro dos mapas podem normalmente ser vistas o ano todo a partir do hemisfério correspondente na Terra. Aquelas perto da borda são vistas somente durante estações particulares, ou em certos períodos da noite. As estrelas mais brilhantes são aquelas mostradas como os pontos maiores. Algumas aparecem de forma brilhante somente porque estão perto da Terra.

Outras são brilhantes porque são estrelas realmente brilhantes. Todas as estrelas estão tão distantes que elas podem parecer estar mesma distancia da Terra. Na verdade, as estrelas em qualquer constelação não estão relacionadas e são separadas por vastas distancias um das outras.

Asteroides

O material rochoso entre Marte e Júpiter não chegou a formar um planeta em razão da forte gravidade de Júpiter que os mantinha separados. Este material tornou-se o Cinturão de Asteroides, um anel de rochas em forma de disco.

Nas bordas do Sistema Solar, muito além dos planetas, encontram-se bilhões de pedaços de poeira, rocha e gelo. Muitos foram arremessados para fora do Sistema, mas muitos também permaneceram a formaram a nuvem de cometas Oort.

Bilhões de asteroides giram ao redor do Sol. Eles são chamados de planetoides, já que cada um é um corpo rochoso em órbita do Sol. Eles são restos de um planeta que não se formou quando o Sistema Solar era jovem, há 4,6 bilhões de anos.

O primeiro a se descoberto, Ceres, em 1801, é também o maior. Ele é esférico e possui cerca de 930 km de extensão. A maioria dos asteroides é muito menor, com cerca de 1 bilhão deles possuindo mais de 1 quilometro de largura, mas muito mais possuem somente metros de extensão. Os asteroides são feitos de rocha, metal ou uma combinação de ambos.

Mais de 10 mil asteroides individuais já foram descobertos e tiveram suas órbitas traçadas. Cada um deles recebeu um nome. O primeiro a ser observado foi Gaspra, pela sonda Galileu em outubro de 1991. A sonda NEAR mostrou-nos Mathilde em 1997 e Eros em 1998.
o Cometas

Cometas são como bolas de neve sujas. Grande número deles vive na borda externa do Sistema Solar. Quando um deles viaja próximo ao Sol desenvolve gigantescas cabeças e caudas.
Os astrônomos estimam que cerca de 10 trilhões de cometas compõem a nuvem Oort, a enorme nuvem esférica que cerca o Sistema Solar. A nuvem é incrivelmente grande, com cerca de 7,6 bilhões de quilômetros de extensão. Cada cometa segue sua própria órbita ao redor do Sol.

Cabeça e Caudas

Ocasionalmente um cometa deixa a nuvem Oort e viaja para dentro do Sistema Solar em direção ao Sol. Perto do Sol o cometa cresce em tamanho e brilho. O calor solar transforma a neve na superfície do núcleo em gás, e alguma poeira é liberada.

O gás e a poeira formam uma cabeça brilhante ao redor do núcleo, o coma. Mais gás e poeira são liberados e formam-se duas caudas. A cauda de poeira é branco-amarelada, a de gás é azulada.

Cometas Periódicos

Quando um cometa está próximo do Sol e possui uma cabeça e cauda, ele pode ser visto do céu da Terra. Alguns cometas retornam regulamente ao nosso céu. O tempo decorrido entre as aparições é o período orbital do cometa.

O cometa de Encke tem o menor período de todos, somente 3,3 anos. O cometa de Halley retorna a cada 76 anos. Estes são somente dois de cerca de 130 cometas com um período de menos de 200 anos. Eles são conhecidos como cometas que retornam porem não antes de milhares de anos, são conhecidos como cometas de período longo.

O retorno do cometa Halley significa que ele tem sido observado por milhões de pessoas através da historia. Sondas espaciais foram enviadas em sua direção quando da ultima aparição em 1986.

Meteoros e Meteoritos

Pequenos pedaços de rocha espacial provenientes do Sistema Solar queimam na atmosfera da Terra e criam meteoros. Pedaços maiores são chamados meteoritos.
Pedaços de rocha espacial e poeira, chamados meteoroides, existem espalhados pelo Sistema Solar. À medida que a Terra se move através do espaço ela colide com muitos desses pedaços.

Mais de 200.000 toneladas de rocha espacial penetram na atmosfera terrestre a cada ano. A maioria dos pedaços é pequena e queima na atmosfera. Os maiores podem sobreviver e alcançar a superfície.

Chuva de Meteoros

Pequenas partículas de poeira, não maiores do que um grão de areia, precipitam-se na atmosfera em direção a Terra numa velocidade maior do que uma bala. A poeira é aquecida e partes dela queimam, produzindo um rastro luminoso conhecido como meteoro. O rastro tem, na media, cerca de 1 metro de diâmetro e 20 Km de extensão.

Ele parece com o rastro de estrela precipitando-se do céu, daí o nome estrela cadente. Cerca de dez meteoros podem ser observados por hora em uma noite limpa e sem lua. Uma chuva de meteoros consiste de vários meteoros relacionados vindo da mesma região do céu, no mesmo período de ano após ano.

Meteoritos e Crateras

Grandes rochas espaciais que não queimam totalmente na atmosfera e colidem com a superfície da Terra são conhecidos como meteoritos. Eles começam sua vida como parte de um cometa ou asteroide. Mais de 3.000 delas, pesando 1 Kg ou mais, tocam a superfície a cada ano.

A maioria é feita de rocha, alguns de ferro e outros de uma mistura de ambos. Crateras são produzidas quando grandes meteoritos colidem com o solo. Elas podem variar de tamanho de alguns metros até 140 quilômetros de diâmetro.

Buracos Negros

Um objeto como um buraco negro faz mais do que marcar o espaço a seu redor. Um buraco negro é o que restou de uma estrela de grande massa que implodiu ao final de sua vida. A estrela original foi supercomprimida e agora possui uma gravidade tão forte que formou um profundo e inclinado poço gravitacional.

A luz não pode escapar, portanto ele é “negro”. Nada pode escapar do poço, e, portanto nós pensamos nele como um “buraco” cortado do resto do espaço. A gravidade de um buraco negro não somente distorce o espaço a seu redor mas também o tempo.

Continuar lendo Revisão de Geografia: O Universo parte QUATRO

Estude na sequência: Revisão de Geografia
O Universo
O Universo parte 2
O Universo parte 3
O Universo parte 4
O Universo parte 5
O Universo parte 6

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