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O Universo parte 5 Revisão de Geografia Vestibular1

Revisão de Geografia: O Universo parte 5

 

Geografia: O Universo parte 5

Resumão – Revisão da Matéria de Geografia – Revisando seus conhecimentos
Geografia: O Universo parte 5

Revisão de Geografia: O Universo parte 5

 

Geografia e O Universo parte 5

Júpiter

Júpiter é o maior de todos os planetas do Sistema Solar, e o que possui maior massa. Ele é um gigante de gás com uma superfície de nuvens coloridas, 16 luas e um fino sistema de anéis.
Júpiter é tão grande que 11 Terras seriam necessárias para ocupar o diâmetro de seu globo e 1.300 Terras seriam necessárias para preenchê-lo.

Ele é feito de aproximadamente 90% de hidrogênio, a maioria em estado gasoso, com cerca de 10% de hélio e traços de outros elementos. A parte externa de Júpiter é feita de gás, as camadas inferiores de liquido e no centro encontra-se um núcleo sólido.
Ele é o quinto planeta a partir do Sol, e leva doze anos para completar uma órbita. Júpiter gira rápido ao redor de seu próprio eixo, leva menos de 10 horas para completar uma volta.

• Atmosfera de Júpiter
A rápida rotação de Júpiter, combinada com o calor que sobe do planeta, ajuda a criar e manter seus padrões climáticos. A aparência listrada do planeta é devido à existência de zonas escuras de gás descendentes e zonas claras de gás ascendente, criando tempestades onde estas zonas se encontram.

• As Luas de Júpiter
Cercando Júpiter existe um fino sistema de anéis e uma grande e variada família de satélites. Existem dezesseis luas, quatro grandes de doze pequenas. As quatro maiores, Io, Europa, Ganimedes e Calisto, são conhecidas como luas Galileanas.
Ganimedes é a maior lua do Sistema Solar e é a maior do que o planeta Mercúrio. Io é o corpo celeste com maior atividade vulcânica conhecida.

 

Saturno

É uma estrela brilhante e amarelada quando visto da Terra. Sondas espaciais relevaram um planeta colorido com anéis espetaculares e uma grande família de luas.
Saturno, o segundo maior planeta e o sexto a partir do Sol, é um gigante gasoso, feito principalmente de hidrogênio. Sua superfície externa não é sólida, mas fita de faixas de nuvens de amônia, água e metano, colorido por fósforo e outros elementos.

As faixas são envoltas numa neblina que esconde o tempestuoso clima baixo. Algumas perturbações climáticas podem ser vistas da Terra. Cerca de três vezes a cada século violentas tempestades sacodem a superfície.

Três sondas espaciais enviadas a Saturno nos ensinaram muito sobre o planeta. A Pioneer II foi a primeira em 1976, a as Voyagers 1 e 2 em 1980-1981. Elas não somente revelaram detalhes do planeta como também observaram seu sistema de anéis e descobriram doze de suas luas. Outra nave, a Cassini em 2004, está em órbita estudando Saturno por quatro anos e enviará uma pequena sonda para dentro da atmosfera de Titã.

• Os Anéis de Saturno
Todos os quatro gigantes gasosos são circundados por sistemas de anéis, mas o de Saturno é o mais extenso e espetacular. Cada pequeno anel é feito de pedaços de rocha congelado variando de pequenos pedaços rochosos até grandes massas do tamanho de casas.

O sistema possui em algumas partes somente metros de espessura, mas espalha-se por quase 500.000 km – mais do que a distancia da Terra à Lua.
Os anéis são tão velhos quanto o planeta. Acredita-se que tenham somente algumas centenas de milhões de anos e sejam restos de uma lua ou cometa que se partiu.

Saturno inclina-se sobre seu eixo a medida que gira ao redor do Sol e portanto nós vemos os anéis órbita eles estão totalmente voltados para nós, e duas vezes eles estão perpendiculares e desaparecem de nossa vista.

• As Luas de Saturno
Saturno possui pelo menos 18 luas. Espera-se que a Cassini revele mais luas pequenas. A maior lua de Saturno, e a segunda maior no Sistema Solar, Titã é a única lua conhecida que possui atmosfera – composta principalmente por nitrogênio. A menor, Pan, tem somente 20 km de extensão.

 

Urano

Urano é o sétimo planeta a partir do Sol, e ele mal é visível a olho nu. Ele é gigante gasoso com um sistema de anéis e uma grande família de luas.
É o terceiro maior planeta no Sistema Solar. Ele é quatro vezes maior do que a Terra, mas está tão distante que se torna difícil observar.

Urano está 19 vezes mais distante do Sol do que a Terra, recebendo, portanto pouco calor e luz. É um mundo frio e escuro. A tempestade em sua camada de nuvens é de cerca de -200°C, e, mesmo quando o Sol aparece no céu de Urano, este permanece escuro.

Urano viaja ao redor do Sol virado de lado. Seu eixo está inclinado a 98° da vertical, e assim seu polo norte aponta ligeiramente para o sul. Seus anéis e luas orbitam ao redor de seu centro.

• Descoberta
Sua posição remota no Sistema Solar significou que Urano não era conhecido na antiguidade. O planeta só foi descoberto em 1781 quando o astrônomo William Herschel (1738-1822) observou-o através de seu telescópio.

A partir daquele momento telescópios foram usados para investigar o planeta distante, porém mesmo os mais poderosos revelaram pouco. Foi somente em 1986, quando a sonda espacial Voyarger II atingiu Urano, que fomos capazes de conhecê-lo melhor.

• Luas e Anéis
As 5 maiores luas de Urano já eram conhecidas antes que a Voyager II atingisse o planeta. Pelo começo do ano 2000, 18 eram conhecidas e três outras estavam sendo investigadas. A maioria das luas possuem nomes derivados de personagens de Shakerpeare, como por exemplo, a maior lua Titânia e outros como Miranda, Obern e Puck.

 

Netuno

Netuno é o mais distante dos quatro grandes gigantes gasosos. Ele é um mundo azul, frio e tempestuoso, com um sistema de anéis e uma família de oito luas.
Este mundo gasoso e azul é o oitavo planeta a partir do Sol e o quarto maior no Sistema Solar. Netuno é difícil de observar da Terra, e assim como em Urano nossa primeira visão clara foi obtida através da sonda espacial Voyager II. Ela alcançou Netuno em 1989, após sua bem-sucedida viagem a Urano em 1986.

• Aparência de Netuno
A atmosfera de Netuno é composta basicamente por hidrogênio e Helio. Assim como Urano, ela também contém metano, o que confere ao planeta sua cor azul brilhante. Netuno é mais azulado do que Urano porque suas nuvens superiores contêm mais metano.

Estruturas negras e brancas aparecem na superfície de Netuno. A grande Mancha Negra foi descoberta pela Voyager II, mas tinha desaparecido quando o telescópio espacial Hubble observou o planeta. Netuno gira ao redor de seu eixo no sentido retrogrado (quando visto de seu norte) mas os ventos sopram na direção oposta, de leste para oeste. Os ventos de 2.200 Km/h são os mais fortes no Sistema Solar.

• Descoberta
Netuno não era conhecido dos astrônomos antigos. Ele não é visível a olho nu e foi descoberto depois que os astrônomos começaram a observar Urano. Eles notaram que Urano tinha sua trajetória afetada pela força gravitacional de um outro objeto desconhecido.

Em 1845, John Couch Adams (1819-1892), na Inglaterra, e Urbain Le Verrier, na França, trabalharam no calculo da posição de um planeta desconhecido cuja gravidade perturbava Urano. Em 1846, Netuno foi descoberto, na posição prevista, pelo astrônomo alemão Johann Galle.

• Luas e Anéis
A maior lua de Netuno, Tritão, foi também descoberta em 1846, e uma segunda lua, Nereida, em 1949. Outras seis luas foram descobertas pela Voyager 2 em 1989. A Voyager II também descobriu quatro fracos e estreitos anéis ao redor de Netuno.

 

Plutão Perde o Status de Planeta

Até 2006, Plutão era contado como um planeta principal, mas a descoberta de vários corpos celestes de tamanho comparável e até mesmo a de um outro objeto maior no Cinturão de Kuiper fez com que a UAI decidisse considerá-lo como um “planeta-anão”, juntamente com Éris e Ceres (este último localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter).

A decisão foi tomada em 24 de agosto de 2006, durante uma conferência da organização. Plutão é visto agora como o primeiro de uma categoria de objetos trans-netunianos cuja denominação ainda não foi decidida pela UAI.
Em setembro de 2006, a UAI atribuiu a Plutão o número 1340340 no catálogo de planetas menores, de modo a refletir a sua nova condição de planeta anão.

 

Outros Sistemas Planetários

Existem muito mais estrelas como o Sol no Universo. Os astrônomos sempre acreditam que era possível que uma estrela tivesse um sistema de planetas a orbitá-la. As estrelas, entretanto, estão tão distantes e são tão brilhantes, que detectar um planeta obscuro próximo de uma estrela foi por um longo tempo impossível.

Durante a década de 1980, astrônomos descobriram as primeiras estrelas cercadas por discos de gás e poeira. Uma década após, os primeiros planetas ao redor de estrelas que não o Sol foram descobertos. O primeiro a ser descoberto, em 1995, órbita ao redor da estrela 51 Pégaso.

O planeta tem uma massa de pelo menos 150 vezes a massa terrestre, está 20 vezes mais próximo de sua estrela que a Terra do Sol, e sua órbita dura 4,2 dias.Cerca de 15 outras estrelas com um planeta já foram descobertas.

Continue lendo Revisão de Geografia: O Universo parte SEIS

Estude na sequência: Revisão de Geografia
O Universo
O Universo parte 2
O Universo parte 3
O Universo parte 4
O Universo parte 5
O Universo parte 6

Revisão de Geografia: O Universo parte 5

Publicado em:Geografia,Matérias,Revisão Online

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