Arquivos escritor João Cabral de Melo Neto - Vestibular1

Fábula de Anfion de João Cabral de Melo Neto

Fábula de Anfion de João Cabral de Melo Neto, o final do poema o acaso vai frustrar o projeto de Anfion (depuração, mineralização dos objetos), por aparecer inexplicavelmente com toda uma vitalidade biológica. É uma força instintiva e anárquica que rompe com a aridez da vida ascética perseguida pelo poeta.

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Morte e Vida Severina

Morte e vida Severina de João Cabral de Melo Neto. Para entender Morte e Vida Severina é interessante prestar atenção em seu título e subtítulo, “Auto de Natal Pernambucano”. O primeiro termo que pode ser analisado é “auto”, que liga a obra ao teatro da Idade Média, principalmente o ibérico, não só pelo uso de redondilhas e da rima espanhola

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O Auto do Frade de João Cabral de Melo Neto

O auto do frade de João Cabral de Melo Neto. o provincial e o carcereiro, diante da cela na qual estava preso frei caneca, comentavam acerca do sono dele. Era hora de acordá-lo para ser morto. No entanto, nem parecia que iria despertar, dava a impressão de já estar falecido. O padre disse que deste sono ele sairia.

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O Auto do Frade de João Cabral de Melo Neto II

O auto do frade de João Cabral de Melo Neto. Na revolução de 1817 haviam-no prendido e o maltrataram; desta vez, em 1825, fisicamente não o molestaram, porém sua humilhação estava sendo maior porque os superiores tiraram-lhe a condição de padre, não lhe perdoaram nem demonstraram a mínima consideração por ele.

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O Cão Sem Plumas de João Cabral de Melo Neto

O Cão Sem Plumas de João Cabral de Melo Neto. Ressalta-se na redundância, na duplicação de palavras e ritmos, o poema sugere a cadência da prosa e a monotonia das águas barrentas do Capibaribe, cão sem pelo ou pluma, reduzido só a detritos e lama.

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O Engenheiro de João Cabral de Melo Neto

O Engenheiro de João Cabral de Melo Neto. Identificam-se três constantes: a limpidez da linguagem, a preocupação com a disposição gráfica da estrofes: e a poesia sobre poesia (metalinguagem, metapoesia).

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Pedra do Sono de João Cabral de Melo Neto

Pedra do Sono de João Cabral de Melo Neto. O poeta busca um caminho poético próprio, oscilando entre a técnica imagística do surrealismo e o intelectualismo de Mallarmé, citado na epígrafe do livro.

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