Arquivos escritora Clarice Lispector - Vestibular1

Felicidade Clandestina

Felicidade Clandestina de Clarice Lispector. A narradora recorda sua infância no Recife. Ela gostava de ler. Sua situação financeira não era suficiente para comprar livros. Por isso, ela vivia pedindo-os emprestados a uma colega filha de dono de livraria. Essa colega não valorizava a leitura e inconscientemente se sentia inferior às outras, sobretudo à narradora.

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Felicidade Clandestina II

Felicidade Clandestina de Clarice Lispector. Foi deixada perto da casa do irmão do rapaz que dirigia, Arnaldo; indicaram-lhe o caminho e recomendaram que dissesse que não podia mais ficar na outra casa, que Arnaldo a recebesse, que ela poderia até tomar conta do filho

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Felicidade Clandestina III

Felicidade Clandestina de Clarice Lispector. Os desastres de Sofia: A narradora recorda o que lhe aconteceu quando tinha nove anos. Ela gostava do professor gordo, grande, silencioso, feio. Era atraída por ele. Mas infernizava as aulas. A menina fazia este jogo: amava-o atormentando-o.

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O Lustre de Clarice Lispector

O Lustre de Clarice Lispector, segundo romance da escritora, é penetrante. É a vida interior de Virgínia, a personagem principal, que tem sua história narrada desde a infância e também aparece sob o signo do mal, tal como Joana, personagem do primeiro romance.

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O Primeiro Beijo e Outros Contos

O Primeiro Beijo e Outros Contos de Clarice Lispector. Nesse eterno questionar, a obra da romancista apresenta uma certa ambiguidade, um jogo de antíteses marcado pelo eu e pelo não-eu, o ser e o não ser, já notado, de outra forma, na obra de Guimarães Rosa.

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Os desastres de Sofia de Clarice Lispector II

Os desastres de Sofia de Clarice Lispector: Para a minha súbita tortura, sem me desfitar, foi tirando lentamente os óculos. E olhou-me com olhos nus que tinham muitos cílios. Eu nunca tinha visto seus olhos que, com as inúmeras pestanas, pareciam duas baratas doces. Ele me olhava. E eu não soube como existir na frente de um homem.

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Perto do Coração Selvagem

Perto do Coração Selvagem de Clarice Lispector. Escrevia versos, tinha medo de dormir sozinha e sentia muita pena das galinhas. Para ela, estas nem sabiam que iam morrer. A mãe, Elza, morreu, quando ela ainda era muito pequena; Conhecia-a pelas descrições do pai.

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