Arquivos João Guimarães Rosa - Vestibular1

Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa I

Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa I. Campo Geral é uma novela narrada em terceira pessoa. A estória, entretanto, é filtrada pelo ponto de vista de Miguilim, uma criança de oito anos. Por essa razão, a visão de mundo apresentada pelo autor é organizada a partir desta expectativa: a vivência de um menino sensível e delicado, empenhado em compreender as pessoas e coisas que o cercam.

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Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa II

Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa II. No dia seguinte, a festa com a a missa celebrada. “A Capelinha estava só de Deus: Fazendo parte da manhã lambuzada de sol, contra o azul, mel em branca, parecia saída de um gear”. Manuelzão, “a frente de todos, admirado por tantos olhos”, dirige-se ao altar para beijar a Santa e dizer um padre nosso.

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Sagarana de João Guimarães Rosa I

O narrador dos contos de Sagarana de João Guimarães Rosa I muitas vezes caracteriza como folclóricas as histórias que conta, inserindo nelas quadrinhas populares e dando-lhes um tom épico e/ou de histórias de fada.

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Sagarana de João Guimarães Rosa II

Sagarana de João Guimarães Rosa II. “Sarapalha” : Este conto está na lista dos que menos Guimarães Rosa havia gostado. O seu título faz menção ao nome da região em que se passa a história. Era um lugar destinado ao abandono, pois havia sido dominado pela maleita.

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Tutaméia de João Guimarães Rosa I

Tutaméia de João Guimarães Rosa I. Sua linguagem é extremamente rica em neologismos, retirados da convivência do povo com a língua. Por outro lado, sua experiência linguística reúne inovações de todas as espécies, retiradas de outras línguas refundidas na fala coloquial e cotidiana de suas personagens.

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Tutaméia de João Guimarães Rosa II

Tutaméia de João Guimarães Rosa II. Cada qual descobrira dentro das quarenta estórias a sua, a que mais lhe desencadeia a imaginação. Seja-me permitido citar as duas que mais me subjugaram pela sua condensação, dos romances em embrião que fazem descortinar os horizontes mais amplos. “Antiperipléia”

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Resumos de Livros 2

Resumos de Livros 2. Os livros de leitura obrigatória levam os alunos a conhecerem a nossa literatura. São Resumos de Livros clássicos da literatura brasileira. Muitos a encaram como um martírio, mas longe disso, a leitura dos livros fazem com que os estudantes conheçam nossa cultura, nosso povo e acima de tudo a nossa língua.

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A Hora e a Vez de Augusto Matraga

A Hora e a Vez de Augusto Matraga. É correto notar semelhanças na fidelidade de descrição dos costumes sertanejos, como havia no Romantismo, principalmente em Inocência, de Visconde de Taunay. No entanto, as semelhanças param por aí.

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A Hora e a Vez de Augusto Matraga II

A Hora e a Vez de Augusto Matraga II. Outra simbologia, que faz lembrar a Bíblia, está no fato de os inimigos convencerem-se de que Matraga havia morrido porque os urubus estavam rondando o local de sua queda, já que lá havia, na verdade, morrido um bezerro.

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A Terceira Margem do Rio

A Terceira Margem do Rio, o narrador-personagem é seu filho e relata todas as tentativas da família, parentes, vizinhos e conhecidos de estabelecer algum tipo de comunicação com o solitário remador.

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A Terceira Imagem do Rio de João Guimarães Rosa

A Terceira Margem do Rio de João Guimarães Rosa. Em A Terceira Margem do Rio de João Guimarães Rosa, o narrador-personagem nos dá a conhecer um ser humano cujos ideais de vida divergem dos padrões aceitos como normais.

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