Arquivos literatura José de Alencar - Vestibular1

Encarnação de José de Alencar

Encarnação de José de Alencar. Publicada postumamente, em 1893, é, juntamente com A pata da gazela, um romance dominado pelo fetichismo e pelo grotesco. Aqui, entretanto, não há ironia nem farsa. Trata-se de um romance de clima, em que o tema fundamental da superação das dificuldades pelo verdadeiro amor, que anima toda a ficção citadina de Alencar, se banha numa atmosfera fantástica e misteriosa.

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Alfarrábios de José de Alencar

Alfarrábios de José de Alencar. No primeiro, veio ‘O Garatuja’ romance baseado num episódio narrado por Baltasar da Silva Lisboa, nos Anais do Rio de Janeiro; no segundo, duas novelas escritas ainda no tempo de estudante, ‘A alma de Lázaro’ e ‘O ermitão da Glória’. O perfil e a história dos textos vêm descritos no texto de apresentação da coletânea, intitulado ‘Cavaco’.

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Mãe de José de Alencar

Mãe de José de Alencar. A peça conta o drama de um homem que vende sua escrava para ajudar um amigo com problemas financeiros e conta com uma grande e surpreendente revelação.

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Como e porque sou romancista

Como e porque sou romancista foi redigido no final da vida de Alencar, em 1873, e publicado apenas 20 anos depois por seu filho Mário de Alencar, este opúsculo, em forma de carta, é um dos documentos mais interessantes para a compreensão do projeto e da psicologia do escritor.

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Noite de São João de José de Alencar

Noite de São João de José de Alencar. A versão publicada em forma de libreto data de 1860 e inclui várias correções e modificações, das quais as mais notáveis são o desdobramento em dois atos e a mudança do ambiente, que passa a ser São Paulo, no período colonial.

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Diva de José de Alencar

.Em Diva de José de Alencar, a narrativa é feita em primeira pessoa por Augusto e dirigida a Paulo, protagonista e narrador de Lucíola. Paulo, por sua vez, teria remetido os originais a G. M. para que os publicasse em livro, como um segundo perfil de mulher.

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O Gaúcho de José de Alencar

O Gaúcho de José de Alencar narra em terceira pessoa à história de um menino, Manuel Canho, que admira muito a seu pai, grande conhecedor de cavalos, que é assassinado.

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O Guarani de José de Alencar

O Guarani de José de Alencar. Do consórcio entre índio e branco, segundo os românticos, nasceria o povo do Brasil. Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão,

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O Guarani de José de Alencar II

O Guarani de José de Alencar. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira…

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O jesuíta de José de Alencar

O jesuíta de José de Alencar. Última obra escrita por José de Alencar como dramaturgo, tida como a peça maldita. Fora escrita em 1861, por encomenda do renomado teatrólogo João Caetano que, ao ler o texto, não se sabe ao certo porque motivo, recusara o papel.

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O Sertanejo de José de Alencar

O Sertanejo de José de Alencar. Arnaldo adivinhou que a donzela antes de recolher-se, viera respirar a frescura da noite e encostara a gentil cabeça na gelosia, onde ficara a fragrância de seus cabelos e de sua cútis acetinada.

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