Arquivos protagonista - Vestibular1

Dom Casmurro de Machado de Assis

Dom Casmurro de Machado de Assis. Alternando a narração dos fatos passados com a reflexão sobre os mesmos, no presente, o protagonista/narrador informa ter nascido em 1842

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A Montanha Mágica de Thomas Mann

A Montanha Mágica de Thomas Mann. A Europa também estava febril, numa antecipação da Grande Guerra que começaria dois anos depois. Thomas teve uma febre por alguns dias, logo diagnosticada pelo médico do sanatório (de olho num novo paciente) como inflamação dos tubérculos pulmonares.

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Dom Casmurro de Machado de Assis II

Dom Casmurro de Machado de Assis II. Dom Casmurro de Machado de Assis II foi publicado em 1900 e é um dos romances mais conhecidos de Machado. Narra em primeira pessoa a estória de Bentinho que, por circunstância várias, vai se fechando em si mesmo e passa a ser conhecido como Dom Casmurro.

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Angústia de Graciliano Ramos I

Angústia de Graciliano Ramos I. Nesse contexto, o conflito que se estabelece entre o protagonista e Julião Tavares, este tomando daquele a posse da afeição de Marina, pode ser entendido como representação de uma nova ordem que se está estabelecendo e para a qual Luís da Silva estava completamente inadaptado.

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Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa II

Manuelzão e Miguilim de João Guimarães Rosa II. No dia seguinte, a festa com a a missa celebrada. “A Capelinha estava só de Deus: Fazendo parte da manhã lambuzada de sol, contra o azul, mel em branca, parecia saída de um gear”. Manuelzão, “a frente de todos, admirado por tantos olhos”, dirige-se ao altar para beijar a Santa e dizer um padre nosso.

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Atire em Sofia de Sônia Coutinho

Atire em Sofia de Sônia Coutinho. A busca da identidade engendrada pela personagem encontra resistência devido aos papéis que ela exerce na sociedade, fazendo com que, algumas vezes, ela rompa com código e sofra a angústia da culpa ou encontre, sem violar código, formas de não permitir que o rosto encoberto sucumba às máscaras do cotidiano.

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Memórias de um Sargento de Milícias

Memórias de um Sargento de Milícias. O leitor será levado pelo fluxo envolvente das peripécias de Leonardinho, personagem que é talvez, o mais antigo exemplo literário de um tipo nacional de primeira importância: o malandro.

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Bandoleiros de João Gilberto Noll

Bandoleiros de João Gilberto Noll. Inicia com o protagonista relembrando do amigo doente, que vem a falecer em seus braços a caminho do hospital. O episódio ocorre em Porto Alegre, no verão. Eram velhos amigos.

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O Ateneu de Raul Pompéia I

O Ateneu de Raul Pompéia I. Em primeiro lugar, deve-se lembrar que a obra é memorialista. Seu narrador, Sérgio, apresenta suas memórias de infância e adolescência num colégio interno chamado Ateneu. Assim, o foco narrativo em primeira pessoa impede a tão valorizada objetividade e imparcialidade do Realismo-Naturalismo.

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Camilo Mortágua de Josué Guimarães

Camilo Mortágua de Josué Guimarães. Mas um tiro perdido atinge Camilo (que vira segundos antes na tela o seu próprio desenlace). A vida é absurda, regida pelas gratuitas leis do acaso. Apenas o epílogo está previsto: vamos perecer.

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O Ateneu de Raul Pompéia II

O Ateneu de Raul Pompéia II. Ainda dentro do aspecto freudiano está o complexo de Édipo, apresentado numa forma mascarada. Tal se manifesta pela relação de antipatia que se estabelece entre os alunos do Ateneu e o diretor, que acaba se transformando na figura de um pai.

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