Arquivos Teatro - Página 3 de 4 - Vestibular1

A Moratória de Jorge de Andrade

A Moratória de Jorge de Andrade. O bonito é ver que esses dois planos se comunicam, muitas vezes o passado explicando o presente, ou este reforçando aquele. Há repetição de cenas, de dados, até mesmo o aparente diálogo entre as personagens, que providencialmente trocam de um plano para o outro, o que só faz revelar o apuro artesanal do autor na montagem das cenas.

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O Auto do Frade de João Cabral de Melo Neto

O auto do frade de João Cabral de Melo Neto. o provincial e o carcereiro, diante da cela na qual estava preso frei caneca, comentavam acerca do sono dele. Era hora de acordá-lo para ser morto. No entanto, nem parecia que iria despertar, dava a impressão de já estar falecido. O padre disse que deste sono ele sairia.

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Amor por Anexins de Artur Azevedo

Amor por Anexins de Artur Azevedo. Artur Azevedo tinha sincera vocação para a alegria e via na comédia de costumes o melhor caminho para a dramaturgia nacional.

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O Auto do Frade de João Cabral de Melo Neto II

O auto do frade de João Cabral de Melo Neto. Na revolução de 1817 haviam-no prendido e o maltrataram; desta vez, em 1825, fisicamente não o molestaram, porém sua humilhação estava sendo maior porque os superiores tiraram-lhe a condição de padre, não lhe perdoaram nem demonstraram a mínima consideração por ele.

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As Doutoras de França Júnior

Como o texto de As Doutoras de França Júnior não teve edição em vida do autor, e a primeira publicação foi da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, em 1932, sem indicação da fonte

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O Badejo de Artur de Azevedo

O Badejo de Artur de Azevedo faz parte do conjunto das burletas mais famosas do escritor que já foram consideras como “o mais expressivo legado para a regeneração do teatro nacional: um teatro brasileiro para brasileiros”.

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As Vespas de Aristófanes

As Vespas de Aristófanes. A comédia é uma expressiva e cáustica crítica à organização do poder judiciário de Atenas e à corrupção e demagogia de que padecia o sistema na época de Aristófanes. A parábase, muito interessante, traz uma reprovação aos atenienses por não terem premiado anteriormente a comédia As Nuvens.

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O Demônio Familiar

O Demônio Familiar de Joaquim Manuel de Macedo. Segunda comédia de Alencar, O demônio familiar, esta peça em quatro atos estreou em 5 de novembro de 1857, no Ginásio Dramático, sete dias após a sua estreia no gênero teatral com Verso e reverso.

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Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente. Auto da Barca do Inferno é um auto onde, o barqueiro do inferno e o do céu esperam à margem os condenados e os agraciados. Os que morrem chegam e são acusados pelo Diabo, mas apenas o Anjo poderá ou não absolvê-los.

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O Santo Inquérito de Dias Gomes

O Santo Inquérito de Dias Gomes. Aqui estamos, senhores, para dar início ao processo. Os que invocam os direitos do homem acabam por negar os direitos da fé e os direitos de Deus, esquecendo-se de que aqueles que trazem em si a verdade têm o dever sagrado de estendê-la a todos, eliminando os que querem subvertê-la, pois quem tem o direito de mandar tem também o direito de punir.

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Autores Contemporâneos

Autores Contemporâneos. Os autores da atual produção literária brasileira caracterizam por uma única qualidade unificadora: são individuais. Não existe atualmente uma corrente dominante, e apesar de muitos terem estilos parecidos, devem todos serem estudados separadamente.

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