Dúvidas respondidas de História III - Vestibular1

Dúvidas respondidas de História III

Dúvidas respondidas de História III

 

Dúvidas respondidas de História III – Pergunta: Gostaria de saber como o império Maia ruiu. Creio que essa foi uma pergunta difícil, pois lembro de ter visto um documentário no Discovery Channel que, algumas pesquisas sugeriram que uma grande seca assolou a península de Yucatán e A. Central mais ou menos em torno de 900 D.C.

Resposta: Bem, quanto a sua dúvida, como vc mesmo diz existem algumas versões não confirmadas, a que setor, a grande seca, é uma das causas mais prováveis e que são plausíveis seus argumentos vistos pelo angulo da comprovação. Os outros são como lendas sem base científica. Acredito que a mais importante contribuição desse povo foi a arte e a arquitetura que até hoje são admiradas.

A civilização maia estendeu-se por toda a península mexicana de Iucatã e zonas do que hoje é a Guatemala, Honduras, El Salvador e Belize. Em todas estas regiões descobriram-se ruínas de cidades maias, que são uma mostra da habilidade e capacidade artística de seus arquitetos. A civilização maia desapareceu no ano de 900 d.C. por causas ainda desconhecidas.

As origens da civilização maia são objeto de discussões acadêmicas em virtude das interpretações contraditórias nos achados arqueológicos. O período de formação começou em torno de 1500 a.C. Durante o período clássico, aproximadamente entre 300 e 900d.C., propagou-se por todo o território maia uma civilização mais ou menos uniforme. Foram construídos, então, os grandes centros cerimoniais como Palenque, Tikal e Copã. Os centros maias foram abandonados de forma misteriosa aproximadamente no ano 900, quando algumas tribos migraram para Yucatán.

No período pós-clássico, de 900 até a chegada dos espanhóis no século XVI, a civilização maia teve seu centro em Yucatán. Uma migração ou invasão tolteca, procedente do vale do México, alterou fortemente seus estilos artísticos. Chichén Itzá e Mayapã foram cidades esplendorosas. A Liga de Mayapã preservou a paz durante algum tempo, mas após um período de guerra civil e de revolução, as cidades foram abandonadas. Os espanhóis venceram com facilidade os grupos maias mais importantes. Mas o povo era resistente. Até 1901, o governo mexicano não conseguiu subjugar as últimas comunidades independentes. Hoje, os maias formam a maioria da população camponesa nos seus países de origem.

Maias, Arte e arquitetura, forma de expressão social, política e ideológica de um dos povos pré-colombianos mais desenvolvidos. Durante mais de 2 mil anos, os maias utilizaram, em suas construções, variados materiais e técnicas. Como consequência, a escultura destes povos acompanhou o desenvolvimento arquitetônico e alcançou um grau de sofisticação não encontrado entre os demais povos da América. A arquitetura maia tem caráter cerimonial, o que proporcionou o surgimento de estruturas suntuosas. As grandes plataformas eram feitas de pedras. As paredes, de terra batida e, depois, revestidas por pedra talhada ou argamassa. Os tetos tinham forma de falsa abóbada. Os exteriores de palácios e pirâmides apresentavam esculturas em suas decorações.

No que restou das cidades maias, os arqueólogos encontraram vestígios de observatórios astronômicos — entre os quais o mais importante é o El caracol, na cidade de Chichén Itzá —, praças de recreação, espaços para jogos de bola e uma bem elaborada infra-estrutura urbana. Nas esculturas, em estilo naturalista, chama atenção a profusão de elementos que se harmonizam com surpreendente senso de proporção. A serpente é a representação mais encontrada em ruínas de palácios, estádios e pirâmides.

Conheceram seu apogeu no período clássico (300-900 d.C.). Depois sobreveio o período que a História chama de colapso maia das terras baixas de Petén (Petén Itzá) que redundou no abandono das cidades mais importantes. Mais tarde, esta civilização ressurgiu ao norte, na península de Yucatán, durante o período pós-clássico (900-1500 d.C). A arte maia tem suas raízes na cultura olmeca (1200-400 a.C.) e, posteriormente, recebeu influências da arte de Teotihuacán e Tula.

Os maias ainda constituem a maior parte da população rural. Os espanhóis mantiveram a sua hegemonia do início do século XVI até o começo do século XIX, quando o México conseguiu a sua independência. Yucatán, república independente em 1841, reincorporou-se ao México em 1848.

Atualmente, as contribuições dessa civilização podem ser contempladas em amplas zonas do sul do México e em pontos de Belize, Guatemala, Honduras e El Salvador. No México, milhares de turistas visitam as numerosas ruínas maias encontradas no país, como as da cidade de Chichén Itzá, do período pós-clássico.

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Dúvidas respondidas de História III – Pergunta: Queria saber qual era o verdadeiro nome da capital Asteca na atual Cidade do México, se era Tenochtitlán ou Teotihuacan. Eu queria saber qual foi o povo que construiu as pirâmides na cidade de” Tenochtitlan ou Teotihuacán” pois já ouvi falar que não foram os astecas que as construíram e sim um povo anterior a eles, mas não tenho certeza se isso é verdade.

Resposta: Tenochtitlán, capital dos astecas, situada numa ilha do lago Texcoco, atual cidade do México. Fundada em 1325, foi construída em torno de um núcleo cerimonial formado por pirâmides, templos e palácios, entre os quais se destaca o Templo Maior. Foi quase totalmente destruída em 1521, durante a invasão dos espanhóis, chefiados por Hernán Cortés.

Os astecas foram capazes de consolidar um império estabelecendo organizações civis e militares superiores. Em 1325, fundaram a cidade de Tenochtitlán. Os astecas-mexicas formaram alianças militares com outros grupos e construíram um império que se estendia do México central à atual fronteira com a Guatemala. No início do século XV, Tenochtitlán era governada em conjunto com as cidades-estados de Texcoco e Tacuba (a Tríplice Aliança); após um século, conquistou o poder sobre a aliança.

Teotihuacán, centro urbano e sítio arqueológico que contêm as ruínas da cidade mais antiga do continente americano, situada a 45 km da Cidade do México. Fundada entre os séculos II e VIII d.C., ocupava uma área de 21 km2 e chegou a ter uma população de 125.000 habitantes. Merecem destaque as Pirâmides do Sol e da Lua

Teotihuacán constitui o principal centro arqueológico das culturas pré-hispânicas da Mesoamérica e um lugar sagrado para os povos indígenas que habitavam a região (Lugar onde os homens se tornam deuses, em língua náuatle). Do ponto de vista arquitetônico, sua obra mais fabulosa é a grande pirâmide do Sol (levantada no século II a.C.), um edifício de 72 m de altura e 240 m de extensão, cujo conjunto é completado pela pirâmide da Lua e uma área em terraços conhecida como A Cidadela.

Teotihuacán, supostamente a primeira grande civilização do México Central (200 a.C.-700 d.C.). Sua capital, Teotihuacán, localizada a 45 km da cidade do México, tornou-se a cidade mais importante da América Central. As melhorias nas técnicas agrícolas, baseadas fundamentalmente na canalização das águas, possibilitaram uma grande concentração da população, que serviria de sustentação econômica para a cidade e de mão-de-obra para as grandes obras públicas. A arte teotihuacana expressou pela primeira vez de forma grandiosa a concepção estatal centro-americana, que encontraria eco em lugares tão distantes quanto o Monte Albán, El Tajín, Kaminaljuyú e Tikal. A maior contribuição de Teotihuacán foi estabelecer as características definitivas da cidade sagrada. Toda ela constitui um grande teatro propagandístico, onde a cenografia era espetacular e comovedora. A grande Avenida dos Mortos (Micaotli), com as pirâmides do Sol e da Lua, constituíam um eixo grandioso em torno do qual foram erguidos palácios e templos, enquanto as áreas residenciais localizavam-se nos bairros periféricos (Atetelco, Tetitla, Tepantitla). Sua grandiosidade é tal que, quando vários séculos depois os astecas tiveram que eleger um lugar para situar a criação do mundo, escolheram Teotihuacán. Um crescente comércio levou sua influência para os lugares mais distantes da América Central pelo norte até os desertos de Sonora e Sinaloa e, pelo sul, até Uaxactún e Tikal nas terras baixas dos maias. O resultado foi um enorme crescimento do artesanato e um aperfeiçoamento técnico de todas as artes como nunca antes se havia conhecido.

Pirâmides do Sol e da Lua, templos pré-colombianos pertencentes às ruínas da cidade dedicada ao culto de Teotihuacán (lugar dos deuses), a 45 km da cidade do México.

A pirâmide do Sol de Teotihuacán, no México, foi erguida entre os anos 50 e 200 da era cristã. Foi construída com adobes recobertos de pedra e tem uma altura de 61 metros. É composta de cinco partes construídas com o sistema de talude e entablamento que circundam uma escada cerimonial conduzindo a seu topo, onde existia um templo. Está virada para o leste, de modo que o sol se põe exatamente à sua frente no solstício de verão.

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