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A empregabilidade pode mudar seu destino, enem

A empregabilidade pode mudar seu destino

Que o mercado de trabalho está cada dia mais competitivo, isso todo mundo já está cansado de saber. Mas a questão é: o que fazer para você ter um lugar ao sol no mundo profissional? A palavra empregabilidade pode mudar o seu destino.

Todos nós, quando saímos da faculdade, temos a esperança de conseguirmos um bom e lucrativo emprego na área escolhida. Mas a maioria se depara com a falta de vagas nas empresas (que estão cada dia empregando menos). Uma pesquisa nacional sobre o desemprego nos últimos anos chegou à conclusão de que 60% das empresas brasileiras enxugaram seus quadros de funcionários e diminuíram os empregos oferecidos. Empresas-modelo foram incorporadas para garantir a produtividade (palavra tão em voga atualmente) e melhor aproveitamento da mão-de-obra.

Essas demissões afetaram áreas consideradas importantes nas empresas: executivos perderam seus postos, secretárias tiveram seus cargos fundidos com os de assistente administrativo e até professores são substituídos por DVD’s no já conhecido ensino à distância. E, claro, você deve ter percebido que a galera que sai da faculdade também não é contratada com muita frequência. Isso tudo está acontecendo graças à racionalização das funções, do aumento da competitividade e da necessidade de melhorar o desempenho nas tarefas. Em resumo, o que os empregadores querem é produtividade! Vale ressaltar que produtividade é uma fração onde o numerador (a parte de cima da fração) representa a produção de bens ou serviços (quantidade produzida) e o denominador (a parte de baixo) representa a quantidade de trabalhadores versus horas. Atualmente, o que os empregadores querem é que o numerador seja maior do que o denominador. Isso quer dizer que as empresas têm muito mais interesse naquele que não fica fixo em uma função, mas o que é versátil e competente para desempenhar todas as tarefas necessárias na empresa.

Você deve estar pensando: mas e a minha formação? Pois é, o que o mercado de trabalho procura hoje é gente disposta a desempenhar bem todas as tarefas e funções – que muitas vezes variam e não são propriamente da área de sua formação – e atender às metas da empresa (o que não são necessariamente as suas). Se você consegue fazer tudo isso, você tem um alto grau de empregabilidade. É exatamente isso que faz a diferença no mercado de trabalho.

Foi-se o tempo em que as empresas contratavam por questões familiares, de amizade, de proximidade de moradia ou qualquer outro benefício aparente. Hoje contratam para que suas metas sejam alcançadas em menos tempo, com menor custo e mais qualidade. Nós, jovens, somos as opções mais escolhidas, por causa da audácia e da vontade de ter um futuro melhor.

Seu trabalho de hoje tem valor para sua empresa, ou apenas você está lá por que alguém arrumou esse emprego para você? Cuide-se, se não há valor nos seus serviços você será o próximo a ser chamado. Valor quer dizer trabalho bem-feito, do modo que se espera que seja feito, racional, limpo, cuidadoso, sem erro (mesmo!). Não adianta pensar em “meios termos”, fazer as coisas mais ou menos! É preciso saber e saber fazer, para obter resultados! E resultado significa valor para as empresas.

Qual é o seu grau de empregabilidade?

Pare e pense um pouco: Você é um funcionário que todas as empresas gostariam de ter? Leia alguns pontos abaixo e veja se tem um futuro promissor

• Não há mais cargos para pessoas ingênuas, passageiros e turistas em atividades profissionais. O que existe é um grande mercado competitivo de gente muito boa que acabou de entrar.

• No clima empresarial atual, infelizmente, o que importa é a versatilidade, a competência e o profissionalismo. Pessoas que desempenhavam apenas o seu papel, mesmo que melhor possível, estão sendo trocadas por outras mais produtivas.

• As funções devem ser desempenhadas com rigor, critérios mais exatos, agilidade, com o objetivo de atingir metas com maior produtividade e, claro, com muita eficiência.

• Você contrataria alguém que não sabe informática, mal sabe escrever uma carta, tampouco entende uma palavra em outra língua a não ser o português? Se seu currículo está como alguns problemas como os acima é hora de mudar.

Fonte: Prof. Antonio Carbonari Netto

Reitor do Centro Universitário Anhanguera

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