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Artigo – O Medo do Vestibular

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O Medo do Vestibular

A política educacional brasileira do Ensino Fundamental e Médio, deste final de século fala de uma escola inclusiva que vem oportunizando a maioria das crianças e jovens a chance de frequentar uma escola. Mas todo esse incentivo assume características assustadoras quando se fala do ensino superior. 0 acesso a este nível só é possível se o aluno transpor uma barreira: O VESTIBULAR!

Dentro deste enfoque, bem se justifica a tese de que a educação brasileira passa por um funil. No início muitos podem ter acesso, entretanto, a saída é privilégio de uma minoria, que se preparou com seriedade, durante a vida escolar.

Quando se chega ao ensino médio a maioria dos alunos enfrenta duas grande dúvidas: Que curso optar a nível superior (muitos ficam até a véspera da inscrição do vestibular com este dilema). A indagação maior passa pela pergunta: Vou passar no vestibular?

Esses dois itens seguramente representam para a maioria dos candidatos uma dificuldade que com frequência termina naquilo que chamamos de medo. (surgem aqui, as inseguranças, os bloqueios, os brancos…)

E o que é medo? Traz saldo positivo para um estudante?

Medo é um terror, receio, apreensão. Uma inquietação que se diferencia da ansiedade, porque relaciona-se a objeto determinado, e provocando bloqueios, que inibem a capacidade de raciocinar e de pensar da pessoa.

Dentro desta visão a psicologia procura trabalhar a transformação deste medo, canalizando para uma ansiedade, uma espera, uma expectativa, que vem a ser até producente para o aluno, no sentido de colocá-lo em alerta, fazendo-o buscar um conhecimento tal, para que possa chegar seguro e estável nos dias de prova.

Como a sociedade é seletiva e vencem os que apresentam o maior número de conhecimentos, a maioria dos candidatos reconhecem a grande cobrança que a família, os amigos fazem. Consequentemente, a pior e mais pesada cobrança é a que vem deles mesmos. Vejo alunos e até já ouvi isto dentro de casa: sinto-me culpado sempre que saio para passear.

É de competência da escola garantir que as aulas sejam ministradas por professores competentes, atualizados e conhecedores das táticas necessárias para trabalhar com alunos deste último ano do ensino médio ou de cursinhos pré-vestibulares.

A família também é reservado um papel imprescindível e de grande valia para que o pré-vestibulando sinta-se apoiado e seguro.

Anexo neste texto itens publicados pela revista Desfile/98:

Incentive seu filho a separar um tempo para o lazer: o cansaço é contraproducente. Quem estuda madrugada adentro precisa se alimentar, troque os salgadinhos pelo pão integral, o queijo branco, as frutas e os iogurtes, o apoio dos pais é muito importante, converse com seu filho sempre que notar que ele está ansioso demais. Alguns cuidados essenciais: Evite as frituras e o excesso de doce.
Se tiver gastrite, procure o médico e evite alimentos ácidos, condimentos fortes, refrigerantes, café e chá preto. Em caso de insônia, tome chá de camomila, erva-doce, que tem efeito calmante. Procure se exercitar diariamente, meia hora é suficiente.

Embora os dois últimos parágrafos do texto tenham mencionado a escola e a família como colaboradores e facilitadores do preparo do vestibulando, é inegável que a parcela maior é de competência do próprio aluno.

O que você aluno, pode fazer?

Não deixar para estudar as vésperas das provas. É necessário criar um método de estudo. Além das aulas diárias do colégio, sugiro reservar de quatro a seis horas diárias em casa.

Pelo grande desgaste físico-intelectual-emocional deste período recomendo uma consulta ao médico, ou ao psicoterapeuta, bem como a prática de exercícios ou técnicas que contribuem para a liberação da tensão, cansaço e ansiedade exagerada.

Certamente, você está se preparando para uma aprovação. Mas se isto não ocorrer? Sabemos que a competição por cada vaga é muito grande; lembre-se de que esta não é a única oportunidade, tudo o que você fez até aqui só lhe trouxe conhecimentos e experiências, o que o tomará seguro para uma nova tentativa.

Mas mesmo assim volto a frisar: atitudes de calma, de equilíbrio, de bastante estudo são fatores decisivos para esta época do ano. Converse positivo consigo mesmo. Este é um comando significativo para o seu cérebro.

Acredite em você. E sucesso!

Assim, existe uma probabilidade muito grande de você ouvir ou ler o seu nome como aprovado!

Estou torcendo por você como professora e como mãe de vestibulando que já fui e mais ainda, querendo que você vença como cidadão, para que tenha uma vida digna e justa.

Tânia Ledouse Gava

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Publicado em:Artigos

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